sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Paradoxo e contradita

Em linhas gerais, quando políticos impuseram o denominado "Golpe Político" a Monarquia que imperava no Estado Brasileiro, fim do século XIX, o fizeram com o fito de  irromper-se aos moldes oriundos da Antiga Ordem e de práticas absolutistas europeias, mas que serviram de pano de fundo e reflexos de ideologias vigentes, até então,  para o restante do mundo,  até mesmo para outros espaços pouco ou quase nada conhecidos.  E, pasmem!  foram chamados "Farinha do mesmo saco".

A proposta era seguir os passos da modernidade que despontara a partir da Revolução Industrial, elencando pessoas e segmentos,  sobretudo, o econômico, rumo as transformações e ao crescimento como um novo modo de pensar e agir diferenciado - o Liberalismo Estatal -  visando a descentralização do poder, quiçá uma participação mais efetiva.

Assim, de lá para cá,  muitas transformações ocorreram, principalmente no campo político, econômico e social em razão da proficiência. Notadamente, não se pode conceber ao Estado, ilações, falácias, divagações ou mesmo eufemismos nos discursos acerca dos procedimentos, sob pena de se retroceder no tempo e no espaço.

Nesta perspectiva, numa visão contemporânea, futurista e inovadora, diante do tempo e da própria retórica dos povos e nações, em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, Programa É Notícia, RedeTV (13-14/08/12), o ilustre ex-presidente da República brasileira, Fernando Henrique Cardoso, discorreu sobre vários temas bastante polêmicos, tais como formação e organização dos Partidos Políticos a partir das várias legendas, interesses e coligações, Sucessão presidencial, numa análise dos últimos anos, Sistema de cotas nas universidades públicas federais, Alcoolismo, Aborto e legalização das chamadas "drogas ilícitas" e  respectiva liberação pelo Estado, ratificou: "Sou contra a hipocrisia" [...] No Brasil, a despeito da maconha,  de muito já ficou legalizado o seu uso,  porque quando se deixou de punir o usuário,  o que eu concordo,  trata-se de  uma questão de saúde pública [...]".

E, sob este aspecto, observa-se o que o próprio ex-presidente, discorreu noutra entrevista,  a um jornal local, Correio Braziliense de 17.06.11,  sobre  assunto  "maconha" e seu respectivo consumo pelo usuário: "Gosto de vinho, tomo quase todas as noites. Se tomar no almoço, prejudica meu trabalho. Se pedir uma taça pela manhã, me levem para o hospital pois estou doente. O mesmo vale para a maconha. Se a  pessoa fumar o dia inteiro, vai ter problemas psicológicos". Ista-se indagar: É possível se controlar um vício? Certamente, não! Quando se chega a essa condição, ou seja, a de "viciado",  as intervenções várias já se fazem necessárias.

Ao Programa É Notícia, FHC defendeu o uso da maconha com moderação e equilíbrio, em analogia ao consumo diário de uma taça de vinho, contudo, defendeu a fiscalização e o controle, sob a égide do Estado, assim como faz com o álcool, o fumo, os remédios, suas taxações, impostos e outros.

Segundo ele, assim acabaria com o tráfico, ilegalidade e violência, ou pelo menos os reduziriam em muito, eis que na prática estaria liberada, mas em contrapartida o Estado também deveria  proporcionar condições de atendimento em clínicas especializadas para aqueles que manifestasse o desejo de abandonar o vício e/ou mesmo destinando espaço reservado para o  uso, a exemplo de alas para "fumantes", "não fumantes" ou pela simples frase "É proibido fumar",  bem como mantendo o policiamento nas encostas dos morros, nas ruas ou possíveis intervenções ao comércio ilegal. Oportunidade em que citou países que já estão com esse entendimento, inclusive aqui, na América Latina, como o Uruguai, Panamá, Nicarágua, entre outros. Só não enfatizou a Bolívia como rota de entrada e saída de entorpecentes, e como resolver o descontrole daquele governo pela  ingerência no combate aos narcotraficantes.

Na mesma linha de raciocínio, enveredou o discurso para  a oferta de cotas raciais pelas universidades públicas brasileiras, e até defendeu o excelente aproveitamento obtido pelos contemplados com o benefício nas instituições; porém, quando questionado pelo jornalista sobre a possibilidade de ampliação das mencionadas cotas, gaguejou: "Não, é preciso o Estado ter o controle, sob pena de tratamento desigual aos iguais [...]". Estaria FHC dando a significação exata do que queria o nobre Rui Barbosa na frase: "A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam". Nesta desigualdade social, proporcionando à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. "Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real".                                              
   
E, finalmente, sobre a legalização do aborto, eis que a prática já existe de forma velada, foi favorável, defendendo que esta evitaria que muitas mulheres morressem em clínicas clandestinas e que a mulher deveria opinar, nesta condição, uma vez que é dona do próprio corpo. Claro, que tudo sob o olhar do Estado, reafirmou. E aqui não se discute a PL,  sob apreciação do Congresso Nacional, que analisa causas e consequências do tema  "Parto Anônimo",  mas também  requer reflexão ulterior.

Ora, Senhor Presidente! em países, sobretudo, os latinos americanos, em que pese suas vulnerabilidades, fragilidades econômicas, políticas e sociais, analfabetismo exacerbado, saúde precária e níveis alarmantes de corrupções e violências, dificilmente se conseguiria tamanha façanha no controle estatal e, consequente na qualidade de vida, legalizando ou anuindo os temas em baila, senão controversos,  numa sociedade até bem pouco tempo conhecida como tupiniquim, cujo capitalismo desenfreado careceu da estrutura tacanha para auferir seus lucros,  não importando a custa de quem, até mesmo pelo provérbio: "Farinha pouca; meu pirão primeiro", onde o egoismo impera!
  Outrossim, sabe-se que o uso indiscriminado da maconha seria apenas a permissividade e/ou passagem desta para outras substâncias sui generis, mas que conduzem os indivíduos e por conseguinte a  violência indiscriminada e sucumbente de uma sociedade.Além de ser considerada um problema de saúde pública e ônus de toda espécie para o Estado.

Ademais, a Carta Constitucional brasileira, perde muito na sistematização e aplicabilidade das normas em comparação a de outros países, mas que inspiraram quando da sua criação, contudo, visceralmente  detentora de artigos carecedores de leis que os complementem, quiçá, necessitando de emendas retificando-os, eis que já nascem inviáveis ou impraticáveis - as chamadas, letras mortas! - tampouco, as denominadas Leis Extravagantes ou Especiais, como é o caso dos Estatutos - Idoso, Menor, Desarmamento -  mal foram implementados; e não conseguem atingir seus objetivos principais a contento e /ou efetiva aplicabilidade, conquanto norma. Muito há de se fazer,  melhor que elaborar leis é dinamizar as já existentes.

O povo carece dos direito e garantias fundamentais elencados pela Carta Constitucional, os demais estão a cargo da sorte, eis que  raras as vezes se efetivam na íntegra. Imputar mais essa responsabilidade ao Estado  seria, no mínimo,  irresponsável e insano, visto que a liberação geral e irrestrita estaria vinculada a um conjunto de medidas estruturais que o país ainda  não dispõe, tornando-os paradoxais ou dicotômicos em sua dialética.

Não seria contraditório o discurso para o Estado a permissão e coerção, liberação e controle, concomitantemente, aos casos análogos, assumindo-se o ônus e riscos da dúbia pretensão?

Pense nisso!
Foi assim,  e assim se apresenta,  agora! [...]
Deus nos proteja, livre e guarde [...]!!!


E mais:

                               A ameaça do álcool                                

domingo, 26 de agosto de 2012

Parafraseando a história

Fonte Google Imagens
É sabido que a história contada pelos povos, e em diferentes épocas, sempre foi pautada pela visão do dominador, ou seja, do colonizador,  numa perspectiva ideológica colonialista por considerar que o ser colonizado era sempre um rude, incapaz, sem conhecimentos, dependente.

Em nenhum momento, se deu voz ao colonizado (dominado), portanto, nunca se tomou conhecimento qual era o seu pensamento acerca de nada e/ou mesmo diante de determinadas atitudes contrárias a sua pessoa, seus desejos e vontades, seu objetivo, interesse ou qualquer coisa que o valha ...a sua ideologia de vida! Pasmem, o colonizador em relação ao colonizado o teria como um ser "dolicocéfalo"! Aff! até o nome é estranho. E o significado disso?...

Em diversas sociedades, e até nos dias atuais, discute-se o conflito de gerações. Pais e filhos não se entendem, talvez porque um quer, normalmente o que o outro não quer, ou vice versa. De sorte (ou azar?) os conflitos se instalam nas famílias,  trazendo desconforto para todos,  mas alguém pergunta: E o que tem a ver uma coisa com a outra? Respondo: Muito a ver!

Afinal, em que pauta esses conflitos? Nas ideologias. E, normalmente, por causa da dominação de um sobre o outro. Como assim? A ideia de que, quem detém o poder é que domina a situação e quem está sob o seu jugo é quem deve obedecer - para o seu conforto e sossego! Mas, será que em algum momento, ele (dominador) pára e permite a voz do outro (dominado)? Nunca ou quase nunca. E então?  por considerá-lo um ser incapaz, dependente, passível ou à margem de qualquer coisa ruim. É assim,  adotam a postura do "eu estou te protegendo" e o pior, acreditam nisso!

Então é por isso que podemos compreender o discurso do dominador colonial: "O negro é os pés e as mãos do proprietário da terra", mas porquê os negros eram tratados como mercadorias, andavam nus ou seminus e não tinham nenhum direito? Para serem melhores controlados! E os pais em relação aos seus filhos? ...

Bem, as ideologias se tornam discriminatórias, preconceituosas e até reacionárias. Como assim? Ninguém, por menor que seja o seu entendimento, suportará  sistemas opressivos e de dominação - Por isso que os negros escravos fugiam na primeira oportunidade, mesmo sabendo que se apanhados, seriam castigados.  É assim entre os povos até aos dias atuais.

O colonizador e o colonizado, o comandante e o comandado, o governador e o governado, pais e filhos, talvez ...Isso explica as revoltas, as greves, as guerras, o conflito entre gerações. Os conflitos entre indivíduos, grupos, sociedades. As ideologias diferentes e/ou diferenciadas de uns em relação a outros.

É assim, a história do homem na sociedade. Mas, lembre-se:  Há quem disto de tudo isso! Quem!? ...
Em um sistema democrático de direitos, o Estado - na figura dos seus poderes, ouvindo as partes (um e outro), o  governo ouvindo o seu povo e/ou dando-lhe voz, os pais aos filhos, filhos aos pais.

Precisamos reconstruir a história,  ouvindo a outra parte, ou seja, o dominado... Mas, e com a tal da ideologia? Será possível?

Reflita!


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Qualidade de Vida


Ao trazer a luz da discussão sobre a amplitude conceitual do termo "Qualidade de Vida" nos remete a reflexões acerca da abrangência do tema e de sua significação dentro do contexto social.

Assim,  tem-se por definição, as condições de vida do ser humano em suas formas  mais desejáveis e de qualidade, quais sejam: as condições físicas, mentais, psicológicas, emocionais, sociais, familiares, amizades, saúde, educação, consumo, violência urbana - já alcançando o campo -  entre outras, circunstanciais.

Ao pesquisar sobre o assunto, faz-nos remontar as sociedades antigas,  comumente pelos trabalhos forçados, pela qualidade da alimentação, e em razão da pouca ou quase nenhuma assistência médica, social ou conjuntural - onde as várias doenças eram contraídas pelos indivíduos e que na busca de curas ou paliativos,  chegavam ao óbito precocemente.

As pessoas não alcançavam a chamada idade da razão (idade do lobo, cinquentão, terceira idade, etc.  por diversos motivos. Muitos morriam bastantes jovens. Não havia nenhuma expectativa de vida longa com qualidade. Havia as chamadas "pestes" - tudo aquilo que a ciência não explicava: bubônica, tifoide, tísica, virótica - que dizimavam grandes populações, exatamente pela falta do mínimo necessário para a continuidade ou sobrevivência.

Sob este aspecto, tem-se a figura de D. Pedro I que faleceu em decorrência de uma pneumonia mal curada, ou seja, nem sempre dinheiro significava condições de tratamento. Por outro lado a falta de saneamento básico para as populações também contribuíam para o agravamento da situação.

Atualmente, essa expectativa de vida vem aumentando, ano após ano e por várias fatores, dentre os quais os  próprios meios tecnológicos, ou mesmo a conscientização, as formas ou as  boas condições atuais em muito contribuem para uma melhor qualidade de vida.

Segundo estudos e dados de pesquisas realizadas, sabidas e/ou divulgadas pela mídia/imprensa brasileira já dão conta de que a idade média de vida do brasileiro aumentou e já alcança os setenta e poucos, senão tantos, anos. Isso significa um avanço considerável nos vários segmentos (classes) sociais, sejam sob a responsabilidade de laboratórios na fabricação de remédios, melhores condições sócio-econômicas dos indivíduos, presença do Estado nos serviços atinentes e/ou até mesmo na própria conscientização dos indivíduos na busca da longevidade com  devida qualidade.

Contudo,  e não obstante,  todos os esforços neste sentido,  muito ainda tem-se a fazer para aumentar as chances ou expectativas de vida com a devida qualidade. Ao compararmos o passado com o presente  observa-se que, se faltou algo para melhorar os índices de qualidade, hoje apesar dos avanços neste sentido,  ainda existe uma gama de fatores que também vão contribuir para que não se vislumbre maior tempo vida do homem na Terra, seja pela poluição em todos os seus aspectos, ou pelos agrotóxicos, conservantes e aditivos dos alimentos, a violência e suas diversas formas ou mesmo a falta de compromisso de todos ao bem comum, ou seja, da coletividade, e nesta perspectiva muito ainda terá que ser feito.

sábado, 11 de agosto de 2012

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O xadrez das cores

Assista-o, depois tire as suas conclusões pelas abordagens
CLIQUE AQUIO Xadrez das Cores



O Xadrez das Cores

O Xadrez das Cores

Assista ao filme, leia o roteiro, comente 128, publique, Ficção, de Marco Schiavon, Duração: 22 min, Plays 91.692
Gênero: Ficção
Subgênero: Drama
Diretor: Marco Schiavon
Elenco: Anselmo VasconcellosMirian PyresZezeh Barbosa
Duração: 22 min     Ano: 2004     Formato: 35mm
País: Brasil     Local de Produção: RJ
Cor: Colorido
Sinopse: Cida, uma mulher negra de quarenta anos, vai trabalhar para Maria, uma velha de oitenta anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Maria tripudiando em cima de Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio, por precisar do dinheiro, até que decide se vingar através de um jogo de xadrez.
Classificação Indicativa
 
Livre
Sem restrições.
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Ficha Técnica
Produção: Marco ShiavonMidmix Entretenimento
Fotografia: Gilberto Otero
Roteiro: Marco Schiavon
Direção de Arte: Irene Black
Empresa(s) produtora(s): Midmix Entretenimento
Edição de som: Mariana Barsted
Câmera: Gilberto Otero
Direção de produção: Claudia Couto
Produção Executiva: Alexandre Moreira Leite
Montagem: Fábio Gavião
Música: José Lourenço
Prêmios
Finalista no Grande Prêmio TAM do Cinema Brasileiro em 2005
Melhor Atriz no Jornada de Cinema da Bahia em 2005
Melhor Curta - Júri Popular no Festival de Cinema Brasileiro de Miami em 2005
Melhor Curta Metragem Nacional pelo Júri Popular no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em 2005
Melhor Curta Metragem Nacional pelo Júri Popular no Festival de Goiania em 2005
Melhor Curta Metragem Nacional pelo Júri Popular no Mostra Cine Rota 22 em 2005
Melhor Filme - Júri Popular no Festival de Cinema de Goiás em 2005
Prêmio Especial no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em 2005
Festivais
Festival de Cinema Brasileiro de Miami (2005)
Cine PE (2005)
Festival do Ceará (2005)
Los Angeles Intl Short Film Festival (2004)
Festival de Belém (2005)
Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte (2004)
Mostra de Cinema de Macapá (2005)
Aplicabilidades Pedagógicas
Disciplinas/Temas transversais: CidadaniaDiscriminação e preconceito racialHistóriaLíngua PortuguesaPluralidade CulturalPsicologia
Faixa Etária: Todas as idades
Nível de Ensino: Ensino MédioEnsino Fundamental IEnsino Fundamental II
Fornecedor de Informações
 Synapse Produções Ltda



terça-feira, 12 de junho de 2012

Um homem, uma mulher: Momentos, destinos!?

10 hábitos de casais que vivem felizes 6
Ao discorrer  sobre relacionamentos  faz-se necessário algumas observações, e considerações, acerca da intensidade ou não  dos  sentimentos pelas atitudes,  a partir dos   primeiros anos de vida de um indivíduo - e pelo resto da vida! - em que pese a vivência e convivência  em sociedade.Teóricos e especialistas - Freud e a Psicanálise, Carl Gustav Jung e o Inconsciente coletivo - dentre tantos outros, fundamentaram suas teses e as manifestações do inconsciente de forma diversa, e bastante interessante, eis que em regra se complementam. 



Para Freud, em termos genéricos, o primeiro amor de um menino; seria o da mãe, já para a menina; o do pai. Talvez por isso, torna-se compreensível a disputa dos filhos pela atenção, carinho ou amor dos seus pais, inclusive no que tange ao ciúme nutrido quando estes os veem juntos, obviamente que em tenra idade, apesar de Jung também discutir experiências evidenciadas e/ou arrastadas até a vida adulta por alguns indivíduos, sobretudo no compartilhar da afetividade, reciprocidade de sentimentos, realizações pessoais e interpessoais, mas que carecem de investigações.

Teoricamente em se tratando da pouca idade, apresenta-se aparentemente razoável, eis que ainda estão em processo de formação psicossocial, ajustamentos, necessidades e/ou  sentimentos que os ligam/unem, sobretudo junto a célula mater.

Partindo da Teoria Criacionista, Deus criou o homem  e,   a partir dele,   a sua companheira, exatamente para que ambos não ficassem sozinhos. Assim, na história da humanidade, as várias espécies se locupletam, um a partir do outro - e com o animal racional não seria diferente! E já dizia o poeta Tom Jobim: "Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho",  mas não raras as vezes em que  mesmo com alguém, sinta-se solidão e a sensação de infelicidade.

Nesta perspectiva, tem-se as diferentes formas de amor. Amor de pai, filho, homem, mulher, fraterno e/ou universal. Em se tratando de homem e mulher, o sentimento tem cunho multiplicador. O próprio texto no Livro Sagrado, ratifica: "Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher; e eles se tornarão uma só carne" (Gênesis 2:24), Bem, então, seria uma união carnal ou de almas? A segunda; torna-se justaposta e coerente, eis que na primeira; o tempo a corrói, dilacera, sucumbe, acaba. Na segunda; eterniza! E nem o tempo será capaz de.

Do mesmo modo,  noutro,  intitulado "Tempo para tudo" (Eclesiastes 2:3) acrescenta: "Tudo tem o seu tempo próprio, e há momento adequado para todo propósito debaixo do céu; tempo de nascer, tempo de morrer, tempo de plantar; e tempo de arrancar o que se plantou; [...]". O difícil é controlar a ansiedade da espera...ou saber identificar o momento!

Então, neste diapasão de sentimentos, porquê os desencontros são inevitáveis? Porquê as dores de amores nunca cessam? Muitas são incuráveis, provocam loucuras, insanidades, ferem e nem o tempo será suficientemente capaz de realocá-los. Outros, simplesmente, não se explicam. Bem, certamente que estes estão mais no campo semântico, empírico e/ou  no cognitivo individual, ou seja,  naqueles denominados de "incompreensíveis" ou  sem "explicação",  vai saber!

Isso faz lembrar daqueles jovens que foram separados pela vida, conquanto pareciam ligados por laços bastantes fortes, eis que se multiplicaram, contrariando a  matemática quando ensina:  "um mais um,  são dois",  porém,  para aqueles a regra caíra por terra; e então, tornaram-se três, quatro, ou até mais se tivessem permanecidos juntos. Alguém duvida? Eu não!

E, então, se as ciências e os teóricos não conseguem explicar os encontros e  desencontros como explicar os reencontros? Qual será a dinâmica dos reencontros? Será possível a reinvenção? Certamente, tudo dependerá das habilidades, competências, vontades e sensibilidades para se aperceberem e se ajustarem, considerando-se  que haveria um propósito do destino para o reencontro,  reaproximando-os!

O importante é não perder o foco, enquanto objetivo, meta,  disposição. Bem, mas em relação a isso, Vinicius de Moraes já dizia: "[...] que não seja imortal, posto que é chama, Mas que seja infinito, enquanto dure". E, acrescentou: "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida" afinal, somente os loucos de amor são capazes de ousarem,  reinventarem, arriscarem...

Ora, mas se os reencontros sejam tão somente para refletir, avaliar, contextualizar fatos, comportamentos e possíveis inferências, qual será a melhor forma para administrá-los? Não existe nenhuma fórmula infalível. Não há como definir, imaginar, prevê finais desejáveis para todos os relacionamentos, sobretudo naqueles em que não  há  mocinhos (as) tampouco vilões (ãs), mas tão somente seres desejosos de realizações felizes, porquanto a cada amanhecer;  novas oportunidades e perspectivas de se refazer caminhos... ou seria,  atalhos? Vai saber! Caminhos e atalhos são vários. Sugere-se cautela e prudência ...

Bem, mas neste caso, em razão da urgência com que se requerem,  que se encurtem as distâncias ou que pelo menos sirva de aprendizado para ambos em experiências outras/futuras. O tempo será senhor de tudo, e determinará!

Felicidades para ambos!
 


Antes só do que amado pela metade. Sozinhos somos inteiros
Tá chateado porquê? Quem criou a excpectativa foi você!
O erro não é de quem confia, e sim de quem mente
Migalhas não preenchem o coração. Quando não existe troca não existe nada
Como dizer adeus a um amor que já não serve mais
É preciso deixar ir quem nunca fez nada para permanecer
Receita simples para evitar que o amor morra: Requer conhecimento
Um dia a gente aprende a conviver com os que ficam
Quando nosso cérebro escolhe não sentir para não sofrer
Um homem que abandona sua família sempre se arrepende
Ela não vai te pedir pra ficar
Amor não é para qualquer um ...
Permanecer com alguem por obrigação ...
Por que as pessoas felizes traem?
Não seremos mais os mesmos depois de um adeus
Triste é quando o para sempre acaba, mas o amor permanece
Quem perdeu foi quem te deixou
Dicas para casamento seu durar ...
e maneiras de curar um coração partido
As leis do desapego para liberação emocional
Vocé é o criador de sua própria realidade
Sinais que você é uma mulher de verdade ...
A incrível história da mulher mais beijada
Tipos de homens de quem voce deve fugir ...
Dicas para identificar um misógeno
Não aceite o que não faz sentido ...
Interprete olhares e saiba o que as pessoas estão pensando
Já não fazem homens como antigamente
O segredo das mulheres
Perguntas que farão uma pessoa se apaixonar por você
A lei da atração
O ciúme
Tudo passa ...
O amor com certeza não existe
Perdoe-se ...
Resiliência ...