domingo, 28 de setembro de 2014

Linguagem corporal



Linguagem e decodificação. Sistema justaposto, intrínseco, mas nem sempre de razoável interpretação. O apresentador Abelardo Barbosa, mais conhecido como "Velho Guerreiro", ou simplesmente "Chacrinha", já dizia: "Quem não se comunica, se estrumbica". Já os linguistas defendem as várias formas de comunicação. Para eles, o importante é se fazer entender, ou seja, que a mensagem seja decodificada entre os interlocutores.

E, haja variedades de comunicações! Que os digam as tecnológicas, eletrônicas, virtuais. Umas truncadas, outras nem tanto, mas bem aceitas entre seus agentes. Afinal, o mundo exige rapidez, interação, globalização. Processos imediatistas, contudo, necessários entre indivíduos e as reais necessidades por que atravessa o mundo.

Mas como se comunicar, expressar-se adequadamente de forma a ser bem entendido? Existem muitas formas, dentre as quais as denominadas Linguagem verbal e linguagem não-verbal. Na primeira, usa-se a fala e/ou a escrita como forma de estabelecer comunicação entre as pessoas. Entretanto, na segunda, tem-se os símbolos e as simbologias, logo, formas de expressões não escritas, tampouco faladas, porém, sentidas, insinuadas, demonstradas.

No contexto das não-verbalizadas tem-se as gestuais, especialmente a de sinais, denominadas LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais, utilizando-se sobretudo as mãos para estabelecer a comunicação entre duas ou mais pessoas. Por óbvio, que estas devem conhecer e saber se comunicar por meio das simbologias e/ou representações, expressões dos sinais conforme a cultura de cada povo ou grupo social.

E, não diferente da linguagem do corpo, já que este também se expressa. E como ocorre a comunicação corporal? Bem, esta se dá a partir da intimidade de cada indivíduo com o seu próprio corpo, afinal nessa linguagem não haverá gestos, mas sinais remetendo a possíveis irregularidades e/ou diagnósticos. A inobservância redundará em riscos desnecessários, portanto, indubitavelmente melhor será a prevenção, cuidado e/ou atenção devida aos casos.

Para estudiosos e especialistas, o corpo fala até depois de morto - e, não é ao acaso as investigações e exames específicos, sobretudo nos casos do óbito. As pessoas, pelos relacionamentos e interrelacionamentos, demonstram amor, carinho, ternura, ansiedade, angústia, raiva etc. O corpo dá indícios de doenças ou de algo anormal, exigindo maior percepção do indivíduo. As pessoas se tornam perspicazes a partir do autoconhecimento.

Não é à toa que se lida com ele desde sempre e há uma preocupação generalizada em interpretar a sua própria linguagem ou sintomas. De igual modo, aqueles estudados na escola, a partir dos componentes curriculares, especialmente os das ciências naturais, biológicas, químicas e físicas, e que em muito ajudarão ao melhor conhecimento, compreensão e funcionamento do corpo humano, reações e contextualização existencial.

O homem é a máquina mais perfeita, segundo a vontade do Criador, mas como as demais criadas pelo próprio homem, necessita também de atenção, manutenção, e até  reparos para que possa alcançar maior longevidade, qualidade e bom desempenho. De outra forma, será sucumbida pelo tempo.



Certa vez, uma reportagem, numa dessas páginas da Internet e/ou de redes sociais, estampava artigo scerca de alguns tipos de doenças facilmente detectáveis pelos seus sinais, a exemplo dos da gripe e/ou simples resfriado, problema renal ou de fígado, dentre tantos outros sinais pelos quais o corpo emite, porém, ignorados e/ou banalizados pelas pessoas em muitos deles.

O corpo fala...

e até reclama por melhores cuidados...

Seja observador(a). Preste mais atenção nos sinais do seu corpo, e dos outros também. Assim, melhor será a comunicação entre os pares, os relacionamentos, e, consequentemente, melhor qualidade de vida entre todos. Afinal, a vida é o bem mais precioso.

Então, sucesso...
E, percepção!!!



Saber mais:

A comunicação virou objeto de estudo

Um mundo de imagens para ler

A língua revela a sua saúde e estado mental

Como funciona o sistema braille?

Educação sexual

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A escola que queremos



Ao refletir sobre o tema, necessário se fazer algumas considerações, acerca da trajetória, evolução da escola e da educação do nosso pais em relação aos demais.

Torna-se mais comum, notícias de agressões no ambiente escolar, todavia; remontemos as histórias passadas. Você sabia que no passado, a única pessoa que recebia reverências do rei era o professor? Bem,  de lá para cá,  as coisas mudaram, e como mudaram. E as escolas do passado?  Bem, estas ao contrário das de hoje,  eram muito diferentes. 

Professores ministravam suas aulas como detentores do conhecimento, do saber. Verdadeiras autoridades - únicos - altivos e com poderes sobre tudo e todos em sala. Por outro lado alunos passivos, submissos, obedientes - não se sabe se por medo.  Ai de um que ousasse se insurgir contra o professor. Quando não era repreendido ou castigado, comumente, pela própria escola - época da palmatória e outros meios -  teria que enfrentar os pais quando voltasse para casa.

Bem, mas graças a Deus que isso é passado. Hoje, vive-se em outro contexto, ou seja, na democracia participativa de todos, alunos, pais e professores e/ou mestres, verdadeiros mediadores do conhecimento, (nossa! que bonito.) principalmente na "construção do conhecimento". É gente! o conhecimento é construído ao longo de nossas vidas.

Legal! Mas porquê com toda essa liberdade participativa, em que todos são, e devem se sentir responsáveis, a situação não melhorou? pelo contrário, piorou. E a todo instante se observa  violência na Escola - muitos brigam dentro dela, outros combinam de se agredirem depois da aula, uns até filmam as agressões, estimulando outros a brigarem e, pasmem! até pela Internet. E a escola? a formação, preparação,  intelectualização? Cada vez mais distante. E o que podemos  fazer? Como podemos modificar essa situação?

Afinal, dos idos passados até o presente, a sensação é a de uma  "involução"  do ser,  não acham?  Mas porquê? Certamente serão muitas indagações.

Sabe-se que no passado pais estavam mais presentes na vida dos seus filhos. E hoje não estão? Necessitam trabalhar mais e mais para proporcionar-lhes melhores condições - a toda família. Mas será que o provedor material substituiu o afetivo? Ou será que esqueceram seus filhos?  Será?  E a escola?  Ficou com o fardo, a responsabilidade de tudo e de todos ou transformou-se em depósito de alunos desinteressados? Como! E os professores? No passado, velhos mestres tiranos. É gente! Aqueles dos caroços de milho atrás da porta... ai!!! E hoje? democráticos? Vai saber! Porém, sabe-se que estes hoje, buscam o aperfeiçoamento, ampliam os conhecimentos, horizontes, dinamizam ou otimizam suas possibilidades e alternativas na medida do possível - até porque se não o fizer não terão melhorias no salário -  dentre os quais, com o objetivo de alcançar os alunos, apesar de, ainda, encontrar entraves burocráticos, administrativos, pedagógicos...e estruturais! Guerreiros?  Talvez!

E então, porquê não temos a escola dos nossos sonhos? Será pela conversa excessiva e o desinteresse generalizado, de agentes e/ou pacientes do segmento "educação", dentro ou fora da sala de aula?  É... mas a informação eletrônica, virtual, todos gostam e sabem muito bem como operar a Internet, download, upload, iPod, iPhone, celular e outras ferramentas tecnológicas, Aff!!! quanta tecnicidade, mas... e o pensar???

Manuseio do computador? imaginem! sabem operacionalizá-lo como ninguém, inclusive nos atalhos para facilitar, haja vista os poderes das teclas ctrl: ctrl t; ctrl c ctrl v. Mais... muito mais... que o digam seus operadores contumazes. Pensar? para quê? Ele faz quase tudo! E a proposta de pesquisa sugerida pelo professor? Como, ainda não fez? Porquê atrasam a sua entrega ou as vezes, nem entregam?  Uns preferem comprá-las, afinal,  não vão lê-las mesmos. O mercado paralelo está bem ai para isso!  E a escola dos sonhos? Ah! Essa pode ser adiada. Essa não atrai, tampouco mostra-se atraente aos alunos, está na contramão dos interesses destes, principalmente daqueles mais modernos, apesar de todos os dias lotarem as salas. Será porquê todos os dias comparecem às aulas?  Para conversar?  Ah! como conversam. Falam de tudo,  menos do estudar...

Ainda bem que para toda regra existe, uma ou mais exceção. Há os que servem de inspiração para a escola e para o professor. Os interessados! Cumpridores de suas tarefas, de suas obrigações. São poucos, mas felizmente,  ainda existem -  e fazem uma grande diferença!  E, QUANTA DIFERENÇA!

Solução!?!?

A solução está nas mãos de cada  um dos segmentos da Escola, da Educação, ou sejam, alunos no fiel cumprimento de suas obrigações (compromisso, participação inclusive nas atividades escolares), professores cada vez mais compromissados no bom desempenho e qualidade propostos em seu trabalho, pais acompanhando seus filhos, não só nas atividades escolares, ou presentes às reuniões,  mas, sobretudo, na vida destes, eis que os sentimentos que os unem (ou deveriam uni-los! ) falam mais que qualquer palavra ou bem material. Afinal,  se algo não estiver bem, o reflexo será na vida, desempenho, e consequentemente no rendimento escolar desses jovens. Todos, em prol de uma escola melhor.

A escola é para você!  Você faz a escola e esta faz você! Se você se contenta com uma escola pouco atraente ou sem nenhum atrativo, a mesma e seus profissionais não vão lhe proporcionar o retorno necessário e desejável por também considerá-lo pouco atraente, desinteressado.  Se mostre positivamente e terá condições de exigir.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Educação Básica


A educação é a base de um povo, de uma nação, por mais emergente que possa parecer. Não se pode desprezá-la, tampouco ignorá-la pelos seus índices. Estatísticas da Organização para Cooperação de Desenvolvimento Econômico apontam os melhores resultados no rancking da avaliação internacional de educação, ao mesmo tempo, e, paradoxalmente, no Brasil, a mídia e imprensa denunciam a falta de vontade governamental, ausência de políticas públicas básicas e até mesmo descasos pontuais. Notadamente por amostragem, já que não se pode generalizar tomando por base as encontradas nos Estados de Alagoas, Maranhão e Pernambuco. E, neste sentido, não se pode desconsiderar a educação como fator determinante de desenvolvimento, e consequentemente, de crescimento deste mesmo país.

A  Lei nº 9.394/96 de 20.11.1996 estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, porquanto princípio, dever e fim do Estado enquanto nação, e por meio da Lei nº 12.796/13, dentre outras complementares, amplia e efetiva níveis e modalidades da educação e ensino, bem como suas composições, aportes e garantias asseguradas aos brasileiros. Realidade ainda muito dura, sobretudo em relação a aplicabilidade e eficácia em consonância com os variados contextos sociais encontrados num único país.

Desta forma, sempre que se reporta ao ensino, necessário se fazer uma análise detalhada de como se desenvolve o processo educacional, e seus protagonistas, respeitando-se as fases de desenvolvimento físico, psiquico, mental e intelectual dos alunos, bem como habilidades e competências dos gestores. Afinal, ninguém nasce pronto, assim como a compreensão, aptidão e intelecção dos conhecimentos e capacidades ao longo da vida. O processo de ensino-aprendizagem deve ser seletivo, gradual, reiterado, contextualizado.

Nesta perspectiva tem-se o processo de alfabetização, em que o indivíduo apreende e aprende as primeiras informações necessárias a compreensão, e, consequente, o seu letramento. O conhecimento e reconhecimento das primeiras letras, palavras, frases, textos. O viver e interagir no grupo social, o saber lidar com as diferenças, o aprender a cuidar de si - para depois cuidar do outro! E, se sente realizado por ser ou estar sendo alfabetizado. Neste instante comum é a curiosidade sobre tudo. É o momento ideal para o mestre responder todas as suas dúvidas. Nesta fase é grande o interesse em aprender.

Entretanto, nos anos seguintes, tomando-se por base a alfabetização, acrescenta-se-á ao educando mais informações. São nas séries iniciais do ensino fundamental que se apropriam dos conhecimentos elementares que darão sustentação e condão para os anos posteriores. O estudar por área do conhecimento: Ciências Exatas e Humanas. Como o próprio nome traz consigo é de fundamental importância que não se perca o entusiasmo do educando. É nessa fase ou etapa que o indivíduo carece de especial atenção, e de acompanhamento nos estudos, porém, pouco se discuta a real importância. Sob esse aspecto, mister será observar o alvo, foco de todo objeto da apreciação, e acompanhá-lo, senão, os links à esclarecer:  
28.Biblioteca básica
29.Importância da biblioteca
30.Teste: Participação da família
31.Cursos extracurriculares
32.Formatura: Celebrações na vida escolar
33.Por dentro do IDEB
34.Guia da Prova Brasil
36.Por dentro da Prova Brasil
37. Passagem para o Ensino Médio: Tempo de mudança
38.Tudo sobre o ENEM
39.Mande bem na redação

De igual importância é o acompanhamento dos pais e/ou responsáveis em provas, trabalhos, pesquisas etc sobretudo, nas séries finais do ensino fundamental, base de tudo até mesmo pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, matrizes de referências, em que pese o enfrentamento subsequente, ou seja, a preparação para o Ensino Médio e com foco no vestibular, alvo da maioria discente. Neste sentido, necessário será a contextualização pelo somatário dos componentes/cátedras, a saber:
PortuguêsMatemáticaGeografiaCiênciasEducação FísicaInglêsArtesHistóriaFilosofia e a Sociologia em razão das interrelações dos grupos sociais e importância na formação da sociedade. Aliás, o educando carece também empenhar-se.

Não obstante a continuação do ensino-aprendizagem, torna-se de suma importância que o discente tenha efetiva conscientização da necessidade mínima dos conhecimentos à sua promoção, bem como a do aprendizado proposto e desejável no ensino fundamental e seu desenvolvimento teórico, crítico, intelectual, exigidos nos anos seguintes - Ensino Médio (humanas, exatas, biológicas, códigos e linguagens). Por óbvio, a competência cognitiva e habilidade, ao longo do processo de aprendizagem, locupletarão a formação acadêmica básica, e essencial, rumo ao patamar superior.                                      

Os segredos dos avanços/recuos: ChinaCingapuraFinlândiaCoréia do SulIrlanda, Japão, Brasil.

E, então, a comum indagação, sobretudo do adolescente.
Mas, e depois do Ensino Médio?

Bem, para muitos pais torna-se quase uma obrigação o filho passar no vestibular tão logo acaba o Ensino Médio, entretanto, nem sempre as coisas acontecem nesta sequência. Do mesmo modo, não prestar vestibular ou cursar faculdade não quer dizer o fim de tudo - talvez seja até necessário o momento para amadurecer os objetivos, analisar campos de atuação e saturações no mercado de trabalho etc. para depois fazer a escolha com maior assertividade do curso superior que deseja. Alguns até preferem um Curso Técnico que possam subsidiar a Faculdade já que nem sempre a Universidade Pública nem sempre é alcançada. O importante é não perder o foco.

Mas, calma!
Haverá tempo para tudo - até para contradita. Necessário resiliência, mas também persistência e determinação. Não confunda brincadeira com estudo ou seu contrário. Não vai dar certo!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Reconstrução


Um dos grandes desafios da humanidade é, sem dúvida, o saber lidar com as perdas, fracassos, frustrações. Do mesmo modo, saber administrar as questões ao desapego em detrimentos das possíveis desilusões, decepções ou de outros desgastes emocionais, eis que fazem parte parte do cotidiano humano, e naturalmente não diferente em meio as várias ações, atividades ou pertencimentos, relacionamentos interpessoais ou sociais.

Aliás, especialistas e estudiosos afirmam que as frustrações acontecem em decorrência do excesso de confiança depositada, sobretudo no (s) outro (s). Espera-se que o outro possa suprir (s) carência (s), deficiência (s) ou atender expectativas.

Desta firma, tem-se um grande contingente acreditando desnecessário empreender esforço e/ou dedicação senão o próprio histórico, experiências ou crença serão suficientes para o sucesso, a vitória ou bastantes a positivarem os desejos. E, nesses casos, o fracasso e a consequente frustração tornam-se latentes, patentes e de difícil reparação, remediação, recomposição, já que o estrago é muito grande. Diria-se, de marcas indeléveis.

Neste sentido, o advento da Copa do Mundo é um bom exemplo. Acreditou-se na possibilidade de o Brasil alcançar o título por todo o histórico de vitórias percorridas. Provavelmente, os membros da Comissão Técnica e/ou seus jogadores subestimaram a evolução do futebol adversário ou pelo menos não contavam com o excelente desempenho destes em campo. Resultado!? O gosto amargo da derrota brasileira, com goleada sem precedentes do adversário.

O professor e mestre em educação física, Wilton Santana, justifica os resultados de qualquer competição a partir da modalidade em epígrafe, asseverando: "O futebol é um jogo. Assim como na vida, o derrotado de hoje pode ser o vitorioso de amanhã".

                                                
                                                    Teste: Que tipo de torcedor é você?


Vale lembrar que não basta ser bom ou mesmo espetacular naquilo que faz, mas necessário constante planejamento, investimento, reciclagem, sobretudo com humildade e determinação - e nestes últimos, bastante presente a maioria dos competidores pela bela demonstração de garra com que buscavam os resultados eis que sabiam do potencial dos seus concorrentes. Assertivamente, exige-se um melhor preparo sem o que dificilmente chegar-se-á tão longe. E, então, remete-nos indubitalvelmente a canção e refrão do poeta pelo que se lê:

"Vivendo e aprendendo a jogar
Vivendo e aprendendo a jogar
Nem sempre ganhando
Nem sempre perdendo
Mas, aprendendo a jogar

Destarte os relacionamentos interpessoais e/ou sociais onde o comum é a conquista; uma vez satisfeita a necessidade observa-se, por via de regra e/ou excelência, o indubitável recuo - por acreditar nada mais a fazer - quando exatamente é o seu contrário. A partir dos investimentos na relação é que esta ganha contornos ao seu fortalecimento, estreitando os laços que unem pares desejosos e de modo a transpor os obstáculos. Aliás, em não havendo investimentos fatalmente estará fadada as decepções, frustrações, e, consequentemente, desilusões.

Assim, nunca se está suficientemente preparado para nada, mas em constante busca de aperfeiçoamento. Do mesmo modo acontece na vida pública, política, econômica, privada. Nos relacionamentos pessoais, interpessoais e sociais como dinâmica existencial entre seres desejosos do reconhecimento, sucesso, destaque, locupletação. Todavia, os desafios diários exigem movimentos contínuos; conquanto nem sempre repetitivos. Nada será tão fundamental se não houver determinação e preparo. Assim, mister será o zelo, cuidado, bem como saber tirar proveito das mazelas ou das situações mal elaboradas ou de difícil ingestão.

E então a pergunta: O que fazer na hora de lidar com a possibilidade de perda (s) ou fracasso (s)? Como lidar com a tentativa vã e a frustração da derrota? Certamente nem sempre se perde; tampouco, se ganha o tempo todo. Aliás a célebre expressão: "A vida é assim, às vezes a gente perde, às vezes a gente ganha". Nem todas as tentativas resultarão em derrotas, entretanto, imprescindível saber administrá-las da melhor forma possível. E, em caso de fracasso, já bem assevera disse Paulo Vanzolini  em seu refrão: "Reconhece a queda e não desanima. Levanta, sacode a poeira e dá volta por cima". Já no caso da frustração melhor será desapegar urgentemente do que ou de quem a rendeu ou resultou.

Afinal, alimentar frustração não será positivo em nada. Mas como fazer para se levantar ou se refazer depois de um "tombo"? Bem, em igual situação fundamental a desconstrução ou reconstrução de objetivos e/ou sonhos.  Remete-nos aquela propaganda de classificados eletrônicos, cujo slogan prenuncia: "desapega, desapega, desapega". Sim, desapegar de qualquer sentimento negativo em relação a situação, ora legitimada, mas que possa conduz aos de sentimentos de incapacidade ou de destruição. Na prática é vislumbrar novos horizontes e perspectivas, inclusive o da reinvenção, aproveitando-se das nefastas lições e /ou experiências desagradáveis de modo a não repeti-las noutros momentos e/ou situação.

Saber lidar com as perdas, fracassos, frustrações, exercitando desapegos, não somente materiais mas de sentimentos amargos, autodestrutivos, negativos, demonstará já nas primeiras atitudes a reconstrução de um novo ser mais amadurecido, e, consequentemente mais preparado para lidar com outras possibilidades eis que erros e intempéries fazem parte da vida. É este o curso normal que segue, ou seja, fazendo de um limão uma limonada, diuturnamente.

Cediço é, pois, o virar de página em qualquer situação que se mostrar contrária ao objetivado. Do mesmo modo, nada é tão ruim que não tenha algo a acrescentar. Num pensamento altruista certamente servirá como contínuo aprendizado, iminente amadurecimento e crescimento em meio aos novos cenários, contextos, delineações e/ou histórias.

E então, disposto a encarar o próximo jogo...
É, o da vida!?

Até o próximo!

Saber mais:

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Copa do Mundo no país do futebol

Quiz: Você é um craque das Copas?

Benefícios do esporte

O que aprender com a Copa do Mundo

Hino Nacional


O futebol indiscutivelmente consegue unificar nações senão o mundo. Aliás, dentre as modalidades de eventos esportivos, o espetáculo brasileiro desponta como o segundo maior, ficando atrás somente dos Jogos Olímpicos, e, pela segunda vez sediando uma Copa do Mundo, já que nunca ficou de fora de nenhuma na história do futebol.

O Brasil é mundialmente conhecido pelo belo e excelente espetáculo futebolístico que realiza. Aliás, o futebol como poucas coisas no país é motivo de orgulho para todos os brasileiros. E não é por acaso que ídolos do esporte se destacam no mundo inteiro, inclusive pelos nomes: Garrincha, Pelé, Sócrates, Zico, Ronaldo (s), Neymar, entre tantos outros, que o digam as Marias-chuteiras, pelo bom desempenho em campo ou fora dele, e, representantes esportivos do país ou fora dele.

Do mesmo modo dificuldades, contextos e/ou pretextos de se manter na liderança, mas o que se observa é a regra do profissionalismo destacam pelos nossos craques, e dos títulos conquistados, a servir de exemplos  para o restante do mundo.

Assim, não há quem não goste dessa modalidade de esporte, seja da mais simples nos campos improvisados - as famosas peladas! - ao lado das residências, mais organizadas em quadras destinadas ao fim, pelos denominados "atletas do fim do dia e/ou semana" ou daqueles profissionalmente falando, todos apreciam o esporte e até encontram motivos para risos e descontração.

Provavelmente é no futebol que os brasileiros conseguem esquecer as dificuldades diversas, e adversas, mas que os mantem firmes e esperançosos por dias melhores, já que pelo antagonismo da modalidade esportiva se destacar pelos índices de analfabetismo senão pela precária funcionalidade, fragilidades sociais e políticas, e, comumente lembrado pelos demais como o país do futebol, prostituição, corrupção; quiçá outras mazelas que o coloca numa posição pouco ou nada agradável diante de todos.

E neste momento, num único sentimento de amor, todos são técnicos, árbitros, bandeirinhas, jogadores ou simples torcedores, nem sempre ganhadores, tampouco representantes e/ou representados, adequadamente e/ou a contento, dentro e/ou fora das quatro linha do gramado nacional. Afinal, o desafio maior é o da sobrevivência mínima diária e igual, em regra, com trabalho, educação, saúde e segurança etc concomitantemente com lazer e diversão.

O professor e mestre em educação física, Wilton Santana, justifica os resultados de qualquer competição a partir da modalidade em epígrafe, asseverando: "O futebol é um jogo. Assim como na vida, o derrotado de hoje pode ser o vitorioso de amanhã".

Vale lembrar que nem sempre se perde; tampouco, se ganha tudo. Necessário será as inovações, reciclagens, ousadias. Se em determinado momento se ganha, nada será suficiente para que o talento do sucesso transforme tudo em vaidades, mas se em algum momento se perde; melhor repensar as estratégias. Assim é no futebol, assim é na vida.

Neste diapasão, que venha a Copa de 2014...
Então, Pra cima deles, Brasil!


Saber mais:

sábado, 7 de junho de 2014

Ágape!?

Amor Divino
espiritual
fraterno, universal ...
 Ágape!



Amor que se doa
sem exigências...
Incondicional!



sábado, 31 de maio de 2014

Igualdade entre os gêneros


Ao longo do processo histórico das convivências entre as pessoas, e seus pares, pelos relacionamentos, viver em grupo e/ou em sociedade não é nada fácil, sobretudo entre crianças e adolescentes em sala de aula. Os constantes desentendimentos, conflitos ou outras violências provocadas pelo "bullying", tornam verdadeiros desafios para os educadores ao seu combate.

A Constituição Federal, art. 5º, determina que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Diz, ainda, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e que a lei deve punir qualquer discriminação aos direitos e liberdades fundamentais - individual e coletiva.

E o poeta Nando Reis, cuja letra interpretada pela banda Jota Quest, descreve muito bem a situação fática, real pelas diferenças entre os gêneros, o grau de dificuldade e de reconhecimento de um pelo outro, mas de fundamental  importância a locupletação de ambos.

Eis a letra por análise:

"Faz muito tempo, mas eu me lembro você implicava comigo.
Mas hoje eu vejo que tanto tempo me deixou muito mais calmo.
O meu comportamento egoísta, seu temperamento difícil.
Você me achava meio esquisito, e eu te achava tão chata.


Mas tudo que acontece na vida tem um momento e um destino,

Viver é uma arte um oficio, só que precisa cuidado, pra perceber que olhar só pra dentro é o maior desperdício, o seu amor pode estar do seu lado.


O amor é o calor que aquece a alma.

O amor tem sabor pra quem bebe a sua água.

Eu hoje mesmo quase não lembro que já estive sozinho, que um dia seria seu marido seu príncipe encantado.
Ter filhos, nosso apartamento, fim de semana no sitio, ir ao cinema todo domingo só com você do meu lado" 

E sob este aspecto não haverá sequer nenhuma diferenciação, sobretudo na escola, palco da construção dos conhecimentos, habilidades, competências ... relacionamentos, apesar de entraves pontuais entre os gêneros em razão da idade, formação e locupletação, contudo, real do ser pelo ser.

Na verdade, estudiosos afirmam que, por regra, busca-se no outro o que não encontra-se em si nesmo.
Paradoxo,
dicotomia talvez! 


E mais: