segunda-feira, 22 de junho de 2015

Atitudes que aprovam

Avaliações requerem aprovações
Educação! 

Assunto sério que demanda socialização, integração e exige compromisso de todos, ou seja, dos segmentos que compõe a denominada comunidade escolar (pais, alunos, professores etc). Por muito tempo a escola pública serviu de referência, sobretudo na questão pedagógica, como lócus de extensão à formação dos indivíduos.

A educação, como bem asseveram os dicionaristas e especialistas é o processo de ensinar e aprender. Ensina-se e aprende-se o tempo todo, infinitamente. E como já dizia a nobre poeta, Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".  E neste diapasão, todos são alunos, professores, mestre na arte de ensinar.

Assim, na dialética da educação básica, a ausência de quaisquer dos elementos essenciais ao esperado na rotina diária à locupletação do ser pelo ser, sobretudo no segmento escolar, pode redundar em resultados poucos significativos ou mesmo desastrosos. E, na persecução de melhores resultados a sociedade ou grupo social espera alcançar.

A escola pública, diferente da particular, por muito tempo tempo destacou-se em razão dos melhores resultados. E, então, questiona-se: O que houve com o ensino público? Por que atualmente a escola pública não aufere mais bons resultados? Como melhorar e torná-la mais atraente? Quais os objetivos educacionais e sociais? Certamente, muitas perguntas e poucas respostas razoáveis eis que seus protagonistas ainda não encontraram equilíbrio lógico suficiente para responder a contento grande parte dos inúmeros questionamentos acerca do assunto.

Cediço, a educação é responsabilidade de todos. Estado, governantes, família, escola, discentes. Assim, como no efeito dominó. Se um desestabiliza coloca todo restante em vulnerabilidade na medida do pouco compromisso e responsabilização, Não se busca tão somente a excelência, mas o mínimo necessário e garantido, constitucionalmente.

Deste modo, comum é o negligenciamento, sobretudo da família, culminando no próprio desinteresse do aluno que, em razão da pouca idade e/ou imaturidade, não alcança resultados satisfatórios já nos primeiros bimestres do ano - quiçá nos últimos - já que inevitavelmente o conduzirá a recuperação (ões) ou amarga reprovação. É o denominado "bimestre do desespero" para alguns. 

Vale ressaltar que o ensino como exemplo é alcançado de modo gradativo, sequencial, contínuo, lógico, e em doses homeopáticas, e, portanto, deve ser ministrado de forma adequada, eficiente, contumaz e a tempo. Afinal, o aproveitamento educacional pode ser otimizado ao longo do período, minimizando-se as dificuldades encontradas ao seu real alcance.  

E, nesta expectativa, cabe ao Estado elaborar programas e diretrizes capazes de maximizar o ensino público brasileiro, governantes imbuidos de interesse social e com propostas de reestruturação, adequação e gestão pública como meio ao fim proposto, a escola engajada em resgatar os interesses da escola e do mesmo modo, pais e professores conscientes do seu papel na sociedade em geral.

A lição deve ser feita por todos, Afinal, somando e/ou dividindo responsabilidades e esforços certamente o sucesso será líquido e certo. É o mínimo que se espera de todos.

Assumir a responsabilidade já será o primeiro passo.
Acredite!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tipo assim...

Discute-se muito no mundo contemporâneo o conceito do que seria considerado "normal" ou "anormal" como parâmetro balizador das condutas ou comportamentos a nortear as pessoas dentro de cada grupo social, comunidade e/ou da sociedade em geral.

Especialistas e estudiosos afirmam que a expressão "normal" é muito subjetiva, e não seria  até "sui generis" em razão da cultura de um povo? De forma que algo ou alguém poderia ser considerado "normal" para uns, e,  "anormal" para outros ou vice-versa.

E alguém poderá se perguntar: Então o que seria "normal"? Como diferenciar o "normal" do "anormal"? Existe alguma lógica entre um e outro? Como devemos diferenciá-los? Será que existe um padrão?
 
Ao longo dos processos históricos as sociedades em geral estabelecem regras, inclusive as de convivência, a partir de parâmetros balizados em ideologias e, como tal obedecem regulamentos critérios e conformidade com aqueles dominantes no grupo social. Nesse caso, tem-se a inferência da (s) cultura (s) em que essas populações se encontram inseridas.

Na verdade, entre "normal" ou "anormal" deve prevalecer o equilíbrio. E este,  talvez seria a forma mais sensata, lógica, adequada e que deveria nortear os comportamentos humanos, principalmente ao se relacionarem objetivando  o  respeito e a equidade social. Senão, vejamos alguns exemplos:
      
Seria  considerado "normal" ou "anormal" alunos carregarem consigo e para dentro da escola e/ou sala de aula baralhos - o famoso, Uno - walkmans, Iphone, Ipod, Ipad, câmeras fotográficas, ioiôs, bate-bates, maquiagens, bonés, óculos de sol, entre outros objetos? Ou mesmo comportamentos ou manifestações de intolerância, preconceito e/ou de discriminação (bullying)? Muitos responderiam, sim! Outros certamente  responderiam,  não!
 
Então, indaga-se: Qual a utilidade desses objetos em sala de aula quando não solicitados? É possível atender diferentes apelos e/ou interesses individualizados? Provavelmente os mais afoitos já se manifestariam, mas o questionamento é tão somente para induzir à reflexão. Há, inclusive, Lei específica - em todos os níveis acadêmicos, e onde todos são informados, inclusive os pais - sobre o uso veementemente proibido de material eletro-eletrônico em sala de aula, Até mesmo pela pluralidade de interesses dos envolvidos no processo dialético social.
  
De certo, que essa situação cotidiana, corriqueira para alguns, sobretudo nas escolas e universidades públicas, eis que até banalizam atitudes do gênero, e até de outras mais esdrúxulas,  mas que também se manifestam e que se prefere não colocá-las na baila das discussões. Uma coisa é certa,  no mínimo, dispersa aquele (a) que faz uso nesta condição, e aqui descritos, reforçando o descumprimento das normas institucionais em detrimento de todos. Será sempre possível?

E mais: Se a Escola é o local de locupletar conhecimentos, vislumbrando a boa educação pressuposta, recebida e desejada inicialmente em casa, com e na figura dos pais, porquê teria-se de descredenciá-los justamente em suas dependências, adequações e normas? E,  então, qual seria o seus papéis e importândia na sociedade?

Certa vez, ouvi a seguinte frase: "Somos de uma geração que obedecíamos os nossos pais", hoje porém; a geração é a de  "pais que obedecem os seus filhos". Na mesma leva de raciocínio, no passado "os pais cobravam as notas dos seus filhos"; atualmente estes, "cobram-nas dos professores, destes". E não está em baila a defesa do cerceamento da expressão destes no processo dialético. O que se discute hoje, incansavelmente, é a inversão dos valores comportamentais nas sociedades, em especial no âmbito educacional.

É assim em qualquer situação ou em qualquer lugar. É só observar! Para uns até pode parecer estranho e/ou até esquisito determinados comportamentos, coisas ou situações. Para outros, normalíssimo!
 
E então, consegue perceber e diferenciar o "normal" do "anormal"? Afinal, não se encontra certas espécies em qualquer lugarou qualquer lugar para certas espécies, bem como determinados comportamentos são impróprios e/ou inadequados ao crescimento e desenvolvimento individual e de outros em detrimento de todos. Cada um na sua hora e local.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Um gesto de amor

O mundo caminha por vieses controversos que indubitavelmente redundam numa violência sem precedentes. Para tanto, basta consultar os noticiários impressos ou eletrônicos, já que induzem a inúmeras reflexões, acerca das dificuldades que o mundo atravessa, real impedimento ao alcance da Paz Mundial.

Neste contexto, exige cada vez mais tolerância, solidariedade, amor, sobretudo no seio familiar já que, como célula principal e lócus essencial ao desenvolvimento do indivíduo, reproduz os resultados, positivos ou negativos, em sociedade.

E não seria acaso a simples menção ao Texto Sagrado, pelos cristãos, segundo os Mandamentos bíblicos: "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças" e/ou "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Marcos 12:30-31).

Parafraseando as expressões, não existe qualquer outro mandamento maior do que amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Difícil é a prática diária, sobretudo num mundo capitalista, onde o individualismo impera. E, Thomas Hobbes apropriando-se do helenismo em tempos modernos, assim justificou: "O homem é lobo do homem".

No contexto ágape, aquele que procura pergui-los torna-se, em regra, diferente ou difrenciado na sociedade, simultaneamente objetos de abuso ou de exploração, E, então, a cada instante, o individuo se fecha em si mesmo, individualizando ou restrigindo os sentimentos de fraternidade, respeito e de amor pelo seu semelhante.

Aliás, em termos de amor universal, tem-se também o trabalho voluntariado de alguns em creches, asilos, albergues, orfanatos etc. Igualmente o de abrigar em seus lares, exemplificando a proteção sem medidas do ser pelo ser. E, então, constata-se adoções de todas as espécies.

E porque não falar de Ricardo e Ana Paulo, jovem casal que não se contentou em adotar apenas uma criança, recém-nascida, pele clara, olhos azuis/verdes, comumente escolhidos, mas, cinco. É, cinco crianças, crescidas, portadoras de necessidades especiais e necessidades várias. Do mesmo modo, Adriana e Eliel que adotaram tambem cinco crianças, porém, todos irmãos, entre tantos outros anônimos. Alguém consegue visualizar, e vislumbrar, incondicionalmente amor maior? Certamente que poucos teriam tamanha generosidade, e consequente abnegação.

Cediço é que amar o filho biológico, e sua bagagem, é de fácil compreensão. Afinal, a estrutura física, biológica, morfológica, faz parte do próprio DNA familiar, onde o sentimento flui, naturalmente. E quando isso não ocorre - e não se discute aqui as deformações de caráter, socialmente relevantes - a própria sociedade aponta, julga, condena, senão a própria vida e/ou a consciência tratará (ão) de tudo.

Destarte, remete também a tantos outros, inclusive de pessoas que albergam ou compartilham de atitudes a partir de experiências resilientes ou em socorro a outros menos favorecidos, e que mesmo a ausência do grau de parentesco não será capaz de impedir, mas tão somente fortalecer vínculo e amor ao próximo sem nada exigir - como os que ajudam moradores de rua. E, neste contexto só quem já passou pela experiência é capaz falar com propriedade.

Assim, simplesmente "Filhos do coração" como são comumente chamados, independente da idade, gênero, raça, características físicas ou necessidades. Assim, exemplo de amor maior não há pelo que o Criador pregou ensinando, e estampado na Bíblia: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16)

Aliás, amor ou amar, e ser amado, nunca é demais. E não haverá dia ou hora certa para experimentar tamanhos atos e sentimentos, Aliás, até pode parecer redundância, mas como bem disse o poeta em sua canção: "O que se leva da vida; é a vida que se leva".

Então, permita-se!



Saber mais:


sábado, 21 de março de 2015

Preconceito, discriminação, violência


Jesus não fez (a) acepção de pessoas

Ao questionar a publicação na revista Época (Edição 612/2010) sob o título  "O general e o armário"  um leitor, à época do editorial, manifestou-se a baila das discussões e acerca do assunto em comento, e indagou: "Se a lógica do citado general fosse seguida, com militares não aceitando ordens de gays, logo estudantes poderiam se recusar a aprender com professores gays, pacientes se recusariam  a ser tratados por médicos gays, revistas e jornais não confiariam  em jornalistas gays. Que profissão seria digna de um gay? Ser gay é a tal  ponto definidor da personalidade? Creio que não, e é em tal sentido que a sociedade avança e de continuar avançando".

A resposta veio de Brasília, na figura de outro leitor? Não se pode precisar! mas leiam a contradita: "O discurso do general apenas colocou à mostra o que acontece na prática nos quartéis de todo o Brasil. Isso não quer dizer que exista um clima de ojeriza ao homossexual dentro dos quartéis. Porém, existe a necessidade da separação do lado profissional da vida privada. Ressalta-se, inclusive, a norma contida no art.  nº 37 da Constitucional Federal e o principio da impessoalidade que deve nortear qualquer participação na administração pública. Não se deve fazer disso bandeira para que se diga que o preconceito é disseminado no meio militar, uma vez que tantos militares são gays".

Neste diapasão, o tema torna-se bastante latente, e oportuno. O destaque, contudo, remete-nos a reflexão em razão do processo da formação histórico-social do país, Instando, portanto, a própria miscigenação, a cultura agregada, a liberdade de escolhas - a não justificar qualquer tipo de discriminação, preconceito, apartação velada e/ou contundente segregação conferida na história de outros povos/países, a serviço da intolerância entre grupos ou etnias.   

Em que sentido o leitor contestante (por assim nominá-lo) quis dizer com "a necessidade de separação"? E ao invocar, o Princípio da Impessoalidade na Administração Pública, aplicar-se-ia ao caso em tela? Neste caso, desnecessária a medida, haja vista que tal princípio e tutela, tão somente, atenderia ao interesse da administração pública, e em se tratando de poder, o próprio sistema de governo já privilegia como coisa (res) pública, ou seja, "de todos", logo, não se pode falar sequer em discricionaridade, nexo, causalidade, mas simplesmente, paradoxal no Estado Democrático de Direito. Aliás, sequer a Administração Pública analisar, tampouco decidir, a opção (sexual) de seus servidores, ignorá-lo ou considerá-lo inapto a qualquer cargo ou hierarquização, abarcando tão somente na conduta particularizada, individual.

Recentemente, numa determinada rede social estampava o slogan acerca do preconceito, discriminação, violação de direitos, de grande extensão e valia reflexiva para aqueles que alimentam sentimentos escusos, mas de manifesta repulsa e abominação em sociedade.
Eis sua íntegra:

Você aprendeu na escola sobre respeitar os índios?
Sim?!
Virou índio?
Não?!
 ... Então por que diabos acha que ensinar seu filho a respeitar os homossexuais o faria a tornar um?

O que se observa na sociedade é a hipocrisia declarada e escancarada. Seja nos quartéis, ou em outros segmentos. Todos os dias observa-se a discriminação, preconceitos, verdadeira apartação, pelo simples fato de um indivíduo ter suas orientações, e não importam quais sejam, cerceadas, maculadas, desrespeitadas. Pessoas sendo atacadas nas ruas, assassinadas... crueldades de todas as formas.

Literalmente sem razão preconceitos, discriminações, violências, apologias lideradas por grupos, denominados iniciados por klux klans, skinheads, carecas, punks, white powers, black-blocs, neonazistas e/ou neofascistas, filhinhos de papai ou não, dentro e fora do país, seja pela intolerância a negros, judeus, nordestinos, religiões, prostitutas, gays ou  garotos de programas, classe social ou entre tantos outros, a cada dia e com vergonhosa frequência.
 
O ser humano está acima de quaisquer rótulo. Esquecem do ser, simplesmente por que não gostam, não vão com a cara, se acham melhores ou acima da lei, contudo, desprovidos de qualquer valor moral, ético, religioso ou fraternal. Não respeitam a liberdade de escolha, diversidade, seja esta qual  for.

Diga "Não"!
A qualquer tipo de violência.
O ser humano em primeiro lugar.

Saber mais:


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Trabalhos acadêmicos: Difícil!?

Leitura, intelecção e escrita

Aparentemente difícil, mas prazeirosa, arte da criação iniciada com planejamento, elaboração estrutural. desenvolvimento das ideias, e, por óbvio, conclusão da pesquisa objetivada. Cognição intelectual e/ou gradação seletiva do conhecimento elaborado.


Teste: Você sabe orientar seu filho 
a tirar proveito da internet na hora de estudar?

Ler e escrever!

O ato de ler - e de escrever - talvez tenha sido um dos maiores desafios para o indivíduo. Desde os primeiros anos da escola, identificando o alfabeto, sílabas, frases, sintaxe, morfologicamente lógicas, contextualizadas ao desenvolvimento intelectual e/ou de raciocínio, fazendo do hábito diário uma prática exigida para toda vida.

Grande tem sido as dificuldades com recorrentes frustrações de alguns estudantes, e seus diferentes níveis de instrução e/ou graduação ao realizarem pesquisas e consequentes trabalhos acadêmicos, sem a inevitável interferência, influência e/ou mesmo identificação com as dos autores e fontes por ocasião de uma pesquisa científica.

E, então, as ideias parecem não fluir, contextualizar, locupletar - e não raro, o desespero à necessária elaboração, e própria autoria. O desejo recorrente de copiar algum trecho, ideia, descrição, ponto de vista, já elaborado por outrem, porém, apresentadas como de imediata solução, faz-nos esquecer do próprio potencial de intelecção e de trabalho acerca de determinado tema. Neste momento, o hábito da leitura faz a grande diferença entre o saber e o fazer.

Neste diapasão, insta ressaltar que plágio, cópia de texto original, - total ou parcialmente, é proibido, inclusive passível da responsabilização civil e criminal. Neste sentido, ao fazer qualquer referência intelectual deve-se mencionar os créditos a fonte e/ou autor. Mister, então, observar as previsões legais estampadas pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. 

O importante é saber extrair o próprio entendimento sobre o que se deseja discorrer, discutir, analisar probabilidades e execuções, segundo o planejado, elaborado, pesquisado. Conquanto pareça dificil; não é, suficientemente, impossível.

Assim, siga os passos abaixo, realize sua pesquisa, e, consequentemente, elabore o texto de acordo com sua interpretação, vocabulário, conhecimento acerca do assunto ou tema, realizando assim um excelente trabalho acadêmico.  

Pesquisar não é copiar da Internet! Logo, perceber que copiar não é bom.
Passo 1.

Quem tem pressa, come cru! Logo, entender o que está sendo pedido.
Passo 2.

A organização é a alma do negócio! Logo, organizar o que está sendo procurado.
Passo 3.

Saber não ocupa lugar! Logo, pesquisar em mais de uma fonte.
Passo 4.

Nem tudo que reluz é ouro! Logo, localizar fontes confiáveis.
Passo 5.

Ao infinito e além! Logo, ir além do que já está pronto.
Passo 6.

Feito por mim! Logo, produzir dados próprios.
Passo 7.

Trabalho sem estrutura não para em pé! Logo, estruturar o trabalho.
Passo 8.

Quem cola, só enrola! Logo, ensinar a criar e a copiar.
Passo 9.

O que você aprendeu com isso? Logo, redigir a Conclusão.
Passo 10.

Sobre o ombro de gigantes! Logo, incluir as Referências.
Passo 11.

Mas, era feito com muito esmero... Logo, fazer Sumário e Capa.
Passo 12.

Desta forma, torna-se de fácil compreensão sobre o papel e importância da escola, estudar, saber ler e escrever, sobretudo sabendo interpretar o mundo. Afinal, tudo é uma questão de exercício. Uma, duas, três ... várias vezes, e você será capaz de desenvolver muitos textos e contextos. E o mais importante: Sob sua ótica, compreensão, ponto de vista. Tudo, pormenorizado, sintetizado, particularizado.

E, não esqueça da célebre frase de Jean Cocteau:
"Não sabendo que era impossível ele foi lá e fez".
Parafraseando o autor pela frase: O dificil sai agora. O impossível demora um pouco!

Mãos à obra...
ou melhor, a produção acadêmica.
E, boa sorte!


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

No mundo das HQs

Quem não se lembra da infância e das belas histórias infanto-juvenis?
Muitas até permanecem na memória ao longo da vida!
Imaginárias, fantasiosas, contadas e encantadas, recheadas de mistérios, dramas, romances
e aventuras...
Certamente, nunca esquecidas!
 Histórias de príncipes, princesas, heróis, vilões, mocinhos, bandidos e tantos outros...
Denotadas viagens e/ou legados infantis!

E as em quadrinhos?

Você gosta de histórias em quadrinhos?

Então, escolha a sua pela faixa etária AQUI e boa leitura!

O incrível poder das Histórias em quadrinhos



Quadrinhos que viraram Filmes

Fonte de leitura: Já sei ler gibi

Recursos/Aprendizados: Gibi em sala

Estímulos/desafios: Aulas que estão no gibi

Responda!
Quem você seria no mundo das histórias em quadrinhos.



E mais:


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Educação: Estímulos e desafios

Historicamente, o papel do professor sempre foi de grande relevância na sociedade, sobretudo no Velho Continente, e que só era possível pelas famílias mais abastadas, a contratar seus serviços eis que a educação não estava ao real alcance de todos. Era um prestigio de poucos. No Brasil Colonial, as famílias que possuíam essas condições, ofertavam aos seus filhos os ensinamentos e conhecimentos dos mestres, diretamente em suas residências. Prestigio esse que faz-nos relembrar de D. Pedro II, imperador Brasil, pela expressão: "Se não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro", deferimento e reconhecimento a arte e/ou tarefa de ensinar - Dizem que ele só se curvava para o professor! Posteriormente, os afortunados eram reconduzidos aos colégios e universidades da Europa para receber os títulos advindos do letramento inicial, e outras especialidades etc.

De lá para cá, mudanças ocorreram e a educação deixou de ser um privilégio de alguns e passou a ser direito de todos. A Constituição Federal de 1988 em seu art. 205 assegura: "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho". Destaque e grifo nosso. Podendo-se extrair que a educação é um direito de todos; um dever do Estado, da família e da sociedade ao pleno desenvolvimento do indivíduo, inclusive na conquista do trabalho, e consequentemente na independência, liberdade e cidadania, ou seja, uma educação que prepara e liberta, contrária da que aparta, discrimina e escraviza.

Destarte, tem-se original, e constitucionalmente, que educação é um dever de todos com determinação, participação e responsabilização de todos, inclusive com implantação de regras e limites, senão, dar-se-ia outro nome, porquanto ideal da Nação. É sempre oportuno lembrar que Educação não se traduz só com o professor; tampouco, somente a ele, imbricar responsabilidades, razão pelo qual muitos não queiram abraçar tamanho desafio. Mister será outras considerações, ponderações, e, colaborações.

Hodiernamente, o que se constata é o descompasso entre o razoável e o minimamente possível, oferecido pelo Estado. A sociedade sucumbe nos seus ideais quando não alcança o meio ou adequação ao fim proposto e desejado por todos, gerando grande insatisfação social. E neste descompasso, encontra-se o profissional da educação brasileira, inclusive exaurindo-se físico e emocionalmente pela falta do reconhecimento laboral ou na própria desvalorização diária da profissão como o que se lê in verbis.

          "Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”. É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS  razões que  geram este panorama desalentador.

          Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas  para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza  trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos  em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.
            Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida. Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e ...disciplina.
             Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos,  há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores? E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria...Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência. Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
            Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),  levam alunos à biblioteca e outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até à passeios interessantes, planejados,  minuciosamente, como ir ao Beto Carrero. E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes” elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
             Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10m. de intervalo, onde tem que se escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.    Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que  esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave. Temos notícias, dia-a-dia,  até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
           Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite. E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
         Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é  porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se.
         Em vez de cronômetros precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade. Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
            Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim ouve-se falar em cronômetros. Francamente!!!
         Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores  até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e  “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO. Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas". Desabafo de uma professora do Colégio Estadual Júlio Mesquita, em resposta à Revista Veja, e a jornalista, Roberta Abreu, Edição 2170/10, "Aula Cronometrada". 

Paradoxalmente, notório e sabido é a importância desses profissionais pelo sucesso no desempenho de suas atividades e/ou especializações, sobretudo na Rede Pública de Ensino, haja visto os parcos recursos, desvios de interesses e ausência de vontade política a excelência, e mesmo não tendo reconhecimento de alguns segmentos da sociedade, dentre os quais parte da mídia e imprensa brasileira, continuam fazendo o grande diferencial pelo país.

Assim, da teoria à prática, dos estímulos e desafios ao desempenho diário e rotina profissional, tem-se, nossos educadores, e, portanto, berdadeiros guerreiros na luta por uma educação de qualidade, afinal, parafraseando o poeta, "Se cuidarmos da educação não carecemos construir cárceres".

Aliás, pelo relato, lamentável, Infelizmente, com o passar dos anos, e pela inércia do Estado, tenha-se que ler e/ou ouvir desabafos como o dessa educadora. Melhor será a observação, e laboratório in loco, a real análise de casos. Apesar dos "muros" a porta está aberta!

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