segunda-feira, 20 de julho de 2015

Amigos

Jóias raras, inesquecíveis... 
Simplesmente,  amigos!

O prólogo em destaque é tão somente para homenagear os amigos!

Qual melhor definição para o substantivo "Amigo"? Os dicionaristas certamente o definiriam em diferentes formas, já que apresenta-se adjetivado. Mas como descrever uma amizade? Amigo é para sempre. Acredita-se que essa seja a melhor definição. Ao contrário de qualquer outra,  por melhor que seja. Diferente de colega, cuja definição vem de algo passageiro, temporário, efêmero, as vezes, solidário; porém, não com a mesma intensidade, extensão, doação incondicional; reciprocidade, cujo laço e significação transcende até mesmo os de parentesco.

Amigos são poucos, conta-se nos dedos. Diferente de colegas. Já dizia Aristóteles: "O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos". É muito bom tê-los sempre por perto. Nem sempre é possível, porém, a distância não será o bastante para separá-los, afinal é a amizade que os unem.

Amigo não é aquele que só concorda ou sempre acata o que o outro fala ou quer, mas sobretudo aquele que mostra erros, faz critica, propõe mudanças - as vezes até, comportamental - sugere, acompanha a evolução do outro, compartilha coisas boas e más, se solidariza com o outro, ajudando-o, encorajando-o. Irradia sentimentos altruístas em relação ao outro, quer seu crescimento, sob qualquer outro pretexto.

Não necessariamente se veem com a frequência necessária ou como gostariam, mas sabem o que os une: A amizade sincera. E o poeta, acrescentou: 


"Amigo é coisa pra se guardar
Debaixo de sete chaves
Do lado esquerdo do peito
Dentro do coração
 ... 
Mesmo que o tempo e a distância
Digam "não"
 ...

Se você o encontrar, guarde-o na mais nobre ala do seu coração, conserve-o para sempre eis que encontrou um verdadeiro tesouro, portanto, és um privilegiado. Tens um amigo! A verdadeira amizade nem o tempo a  destrói. Tudo passa, ela é fiel, contínua, duradoura.

Entre amigos não existe traição. Feliz é aquele que tem um amigo e o privilégio de chamá-lo assim:  Meu amigo! Pois bem sabe, ele é especial. E já diz o velho provérbio popular: "Mas vale um amigo na praça que muito dinheiro em caixa".

Amigos são solidários até quando permanecem em silêncio -  e como sabem escutar - e se silencia, o outro sabe que mesmo assim ele estará por perto, disposto a estender-lhe as mãos, os braços e tudo que puder. As vezes até discutem, mas a verdadeira amizade permanece indiscutivelmente ao longo do tempo.

Você tem um?
Eu sim, muitos, e, excelentes ...
Até servem de inspiração.
Ah, verdadeiras fontes de inspiração!

Obrigada, amigos!
Que o Senhor, em sua infinita bondade, os cubram com o seu Sagrado Manto, e que possamos continuar sendo sempre bons amigos, uns para com outros, sem nenhuma restrição ou impedimento por muitos e muitos anos.

Afinal, serei sempre
Amiga!


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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Atitudes que aprovam

Avaliações requerem aprovações
Educação! 

Assunto sério que demanda socialização, integração e exige compromisso de todos, ou seja, dos segmentos que compõe a denominada comunidade escolar (pais, alunos, professores etc). Por muito tempo a escola pública serviu de referência, sobretudo na questão pedagógica, como lócus de extensão à formação dos indivíduos.

A educação, como bem asseveram os dicionaristas e especialistas é o processo de ensinar e aprender. Ensina-se e aprende-se o tempo todo, infinitamente. E como já dizia a nobre poeta, Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".  E neste diapasão, todos são alunos, professores, mestre na arte de ensinar.

Assim, na dialética da educação básica, a ausência de quaisquer dos elementos essenciais ao esperado na rotina diária à locupletação do ser pelo ser, sobretudo no segmento escolar, pode redundar em resultados poucos significativos ou mesmo desastrosos. E, na persecução de melhores resultados a sociedade ou grupo social espera alcançar.

A escola pública, diferente da particular, por muito tempo tempo destacou-se em razão dos melhores resultados. E, então, questiona-se: O que houve com o ensino público? Por que atualmente a escola pública não aufere mais bons resultados? Como melhorar e torná-la mais atraente? Quais os objetivos educacionais e sociais? Certamente, muitas perguntas e poucas respostas razoáveis eis que seus protagonistas ainda não encontraram equilíbrio lógico suficiente para responder a contento grande parte dos inúmeros questionamentos acerca do assunto.

Cediço, a educação é responsabilidade de todos. Estado, governantes, família, escola, discentes. Assim, como no efeito dominó. Se um desestabiliza coloca todo restante em vulnerabilidade na medida do pouco compromisso e responsabilização, Não se busca tão somente a excelência, mas o mínimo necessário e garantido, constitucionalmente.

Deste modo, comum é o negligenciamento, sobretudo da família, culminando no próprio desinteresse do aluno que, em razão da pouca idade e/ou imaturidade, não alcança resultados satisfatórios já nos primeiros bimestres do ano - quiçá nos últimos - já que inevitavelmente o conduzirá a recuperação (ões) ou amarga reprovação. É o denominado "bimestre do desespero" para alguns. 

Vale ressaltar que o ensino como exemplo é alcançado de modo gradativo, sequencial, contínuo, lógico, e em doses homeopáticas, e, portanto, deve ser ministrado de forma adequada, eficiente, contumaz e a tempo. Afinal, o aproveitamento educacional pode ser otimizado ao longo do período, minimizando-se as dificuldades encontradas ao seu real alcance.  

E, nesta expectativa, cabe ao Estado elaborar programas e diretrizes capazes de maximizar o ensino público brasileiro, governantes imbuidos de interesse social e com propostas de reestruturação, adequação e gestão pública como meio ao fim proposto, a escola engajada em resgatar os interesses da escola e do mesmo modo, pais e professores conscientes do seu papel na sociedade em geral.

A lição deve ser feita por todos, Afinal, somando e/ou dividindo responsabilidades e esforços certamente o sucesso será líquido e certo. É o mínimo que se espera de todos.

Assumir a responsabilidade já será o primeiro passo.
Acredite!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tipo assim...

Discute-se muito no mundo contemporâneo o conceito do que seria considerado "normal" ou "anormal" como parâmetro balizador das condutas ou comportamentos a nortear as pessoas dentro de cada grupo social, comunidade e/ou da sociedade em geral.

Especialistas e estudiosos afirmam que a expressão "normal" é muito subjetiva, e não seria  até "sui generis" em razão da cultura de um povo? De forma que algo ou alguém poderia ser considerado "normal" para uns, e,  "anormal" para outros ou vice-versa.

E alguém poderá se perguntar: Então o que seria "normal"? Como diferenciar o "normal" do "anormal"? Existe alguma lógica entre um e outro? Como devemos diferenciá-los? Será que existe um padrão?
 
Ao longo dos processos históricos as sociedades em geral estabelecem regras, inclusive as de convivência, a partir de parâmetros balizados em ideologias e, como tal obedecem regulamentos critérios e conformidade com aqueles dominantes no grupo social. Nesse caso, tem-se a inferência da (s) cultura (s) em que essas populações se encontram inseridas.

Na verdade, entre "normal" ou "anormal" deve prevalecer o equilíbrio. E este,  talvez seria a forma mais sensata, lógica, adequada e que deveria nortear os comportamentos humanos, principalmente ao se relacionarem objetivando  o  respeito e a equidade social. Senão, vejamos alguns exemplos:
      
Seria  considerado "normal" ou "anormal" alunos carregarem consigo e para dentro da escola e/ou sala de aula baralhos - o famoso, Uno - walkmans, Iphone, Ipod, Ipad, câmeras fotográficas, ioiôs, bate-bates, maquiagens, bonés, óculos de sol, entre outros objetos? Ou mesmo comportamentos ou manifestações de intolerância, preconceito e/ou de discriminação (bullying)? Muitos responderiam, sim! Outros certamente  responderiam,  não!
 
Então, indaga-se: Qual a utilidade desses objetos em sala de aula quando não solicitados? É possível atender diferentes apelos e/ou interesses individualizados? Provavelmente os mais afoitos já se manifestariam, mas o questionamento é tão somente para induzir à reflexão. Há, inclusive, Lei específica - em todos os níveis acadêmicos, e onde todos são informados, inclusive os pais - sobre o uso veementemente proibido de material eletro-eletrônico em sala de aula, Até mesmo pela pluralidade de interesses dos envolvidos no processo dialético social.
  
De certo, que essa situação cotidiana, corriqueira para alguns, sobretudo nas escolas e universidades públicas, eis que até banalizam atitudes do gênero, e até de outras mais esdrúxulas,  mas que também se manifestam e que se prefere não colocá-las na baila das discussões. Uma coisa é certa,  no mínimo, dispersa aquele (a) que faz uso nesta condição, e aqui descritos, reforçando o descumprimento das normas institucionais em detrimento de todos. Será sempre possível?

E mais: Se a Escola é o local de locupletar conhecimentos, vislumbrando a boa educação pressuposta, recebida e desejada inicialmente em casa, com e na figura dos pais, porquê teria-se de descredenciá-los justamente em suas dependências, adequações e normas? E,  então, qual seria o seus papéis e importândia na sociedade?

Certa vez, ouvi a seguinte frase: "Somos de uma geração que obedecíamos os nossos pais", hoje porém; a geração é a de  "pais que obedecem os seus filhos". Na mesma leva de raciocínio, no passado "os pais cobravam as notas dos seus filhos"; atualmente estes, "cobram-nas dos professores, destes". E não está em baila a defesa do cerceamento da expressão destes no processo dialético. O que se discute hoje, incansavelmente, é a inversão dos valores comportamentais nas sociedades, em especial no âmbito educacional.

É assim em qualquer situação ou em qualquer lugar. É só observar! Para uns até pode parecer estranho e/ou até esquisito determinados comportamentos, coisas ou situações. Para outros, normalíssimo!
 
E então, consegue perceber e diferenciar o "normal" do "anormal"? Afinal, não se encontra certas espécies em qualquer lugarou qualquer lugar para certas espécies, bem como determinados comportamentos são impróprios e/ou inadequados ao crescimento e desenvolvimento individual e de outros em detrimento de todos. Cada um na sua hora e local.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Um gesto de amor

O mundo caminha por vieses controversos que indubitavelmente redundam numa violência sem precedentes. Para tanto, basta consultar os noticiários impressos ou eletrônicos, já que induzem a inúmeras reflexões, acerca das dificuldades que o mundo atravessa, real impedimento ao alcance da Paz Mundial.

Neste contexto, exige cada vez mais tolerância, solidariedade, amor, sobretudo no seio familiar já que, como célula principal e lócus essencial ao desenvolvimento do indivíduo, reproduz os resultados, positivos ou negativos, em sociedade.

E não seria acaso a simples menção ao Texto Sagrado, pelos cristãos, segundo os Mandamentos bíblicos: "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças" e/ou "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Marcos 12:30-31).

Parafraseando as expressões, não existe qualquer outro mandamento maior do que amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. Difícil é a prática diária, sobretudo num mundo capitalista, onde o individualismo impera. E, Thomas Hobbes apropriando-se do helenismo em tempos modernos, assim justificou: "O homem é lobo do homem".

No contexto ágape, aquele que procura pergui-los torna-se, em regra, diferente ou difrenciado na sociedade, simultaneamente objetos de abuso ou de exploração, E, então, a cada instante, o individuo se fecha em si mesmo, individualizando ou restrigindo os sentimentos de fraternidade, respeito e de amor pelo seu semelhante.

Aliás, em termos de amor universal, tem-se também o trabalho voluntariado de alguns em creches, asilos, albergues, orfanatos etc. Igualmente o de abrigar em seus lares, exemplificando a proteção sem medidas do ser pelo ser. E, então, constata-se adoções de todas as espécies.

E porque não falar de Ricardo e Ana Paulo, jovem casal que não se contentou em adotar apenas uma criança, recém-nascida, pele clara, olhos azuis/verdes, comumente escolhidos, mas, cinco. É, cinco crianças, crescidas, portadoras de necessidades especiais e necessidades várias. Do mesmo modo, Adriana e Eliel que adotaram tambem cinco crianças, porém, todos irmãos, entre tantos outros anônimos. Alguém consegue visualizar, e vislumbrar, incondicionalmente amor maior? Certamente que poucos teriam tamanha generosidade, e consequente abnegação.

Cediço é que amar o filho biológico, e sua bagagem, é de fácil compreensão. Afinal, a estrutura física, biológica, morfológica, faz parte do próprio DNA familiar, onde o sentimento flui, naturalmente. E quando isso não ocorre - e não se discute aqui as deformações de caráter, socialmente relevantes - a própria sociedade aponta, julga, condena, senão a própria vida e/ou a consciência tratará (ão) de tudo.

Destarte, remete também a tantos outros, inclusive de pessoas que albergam ou compartilham de atitudes a partir de experiências resilientes ou em socorro a outros menos favorecidos, e que mesmo a ausência do grau de parentesco não será capaz de impedir, mas tão somente fortalecer vínculo e amor ao próximo sem nada exigir - como os que ajudam moradores de rua. E, neste contexto só quem já passou pela experiência é capaz falar com propriedade.

Assim, simplesmente "Filhos do coração" como são comumente chamados, independente da idade, gênero, raça, características físicas ou necessidades. Assim, exemplo de amor maior não há pelo que o Criador pregou ensinando, e estampado na Bíblia: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3:16)

Aliás, amor ou amar, e ser amado, nunca é demais. E não haverá dia ou hora certa para experimentar tamanhos atos e sentimentos, Aliás, até pode parecer redundância, mas como bem disse o poeta em sua canção: "O que se leva da vida; é a vida que se leva".

Então, permita-se!



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sábado, 21 de março de 2015

Preconceito, discriminação, violência


Jesus não fez (a) acepção de pessoas

Ao questionar a publicação na revista Época (Edição 612/2010) sob o título  "O general e o armário"  um leitor, à época do editorial, manifestou-se a baila das discussões e acerca do assunto em comento, e indagou: "Se a lógica do citado general fosse seguida, com militares não aceitando ordens de gays, logo estudantes poderiam se recusar a aprender com professores gays, pacientes se recusariam  a ser tratados por médicos gays, revistas e jornais não confiariam  em jornalistas gays. Que profissão seria digna de um gay? Ser gay é a tal  ponto definidor da personalidade? Creio que não, e é em tal sentido que a sociedade avança e de continuar avançando".

A resposta veio de Brasília, na figura de outro leitor? Não se pode precisar! mas leiam a contradita: "O discurso do general apenas colocou à mostra o que acontece na prática nos quartéis de todo o Brasil. Isso não quer dizer que exista um clima de ojeriza ao homossexual dentro dos quartéis. Porém, existe a necessidade da separação do lado profissional da vida privada. Ressalta-se, inclusive, a norma contida no art.  nº 37 da Constitucional Federal e o principio da impessoalidade que deve nortear qualquer participação na administração pública. Não se deve fazer disso bandeira para que se diga que o preconceito é disseminado no meio militar, uma vez que tantos militares são gays".

Neste diapasão, o tema torna-se bastante latente, e oportuno. O destaque, contudo, remete-nos a reflexão em razão do processo da formação histórico-social do país, Instando, portanto, a própria miscigenação, a cultura agregada, a liberdade de escolhas - a não justificar qualquer tipo de discriminação, preconceito, apartação velada e/ou contundente segregação conferida na história de outros povos/países, a serviço da intolerância entre grupos ou etnias.   

Em que sentido o leitor contestante (por assim nominá-lo) quis dizer com "a necessidade de separação"? E ao invocar, o Princípio da Impessoalidade na Administração Pública, aplicar-se-ia ao caso em tela? Neste caso, desnecessária a medida, haja vista que tal princípio e tutela, tão somente, atenderia ao interesse da administração pública, e em se tratando de poder, o próprio sistema de governo já privilegia como coisa (res) pública, ou seja, "de todos", logo, não se pode falar sequer em discricionaridade, nexo, causalidade, mas simplesmente, paradoxal no Estado Democrático de Direito. Aliás, sequer a Administração Pública analisar, tampouco decidir, a opção (sexual) de seus servidores, ignorá-lo ou considerá-lo inapto a qualquer cargo ou hierarquização, abarcando tão somente na conduta particularizada, individual.

Recentemente, numa determinada rede social estampava o slogan acerca do preconceito, discriminação, violação de direitos, de grande extensão e valia reflexiva para aqueles que alimentam sentimentos escusos, mas de manifesta repulsa e abominação em sociedade.
Eis sua íntegra:

Você aprendeu na escola sobre respeitar os índios?
Sim?!
Virou índio?
Não?!
 ... Então por que diabos acha que ensinar seu filho a respeitar os homossexuais o faria a tornar um?

O que se observa na sociedade é a hipocrisia declarada e escancarada. Seja nos quartéis, ou em outros segmentos. Todos os dias observa-se a discriminação, preconceitos, verdadeira apartação, pelo simples fato de um indivíduo ter suas orientações, e não importam quais sejam, cerceadas, maculadas, desrespeitadas. Pessoas sendo atacadas nas ruas, assassinadas... crueldades de todas as formas.

Literalmente sem razão preconceitos, discriminações, violências, apologias lideradas por grupos, denominados iniciados por klux klans, skinheads, carecas, punks, white powers, black-blocs, neonazistas e/ou neofascistas, filhinhos de papai ou não, dentro e fora do país, seja pela intolerância a negros, judeus, nordestinos, religiões, prostitutas, gays ou  garotos de programas, classe social ou entre tantos outros, a cada dia e com vergonhosa frequência.
 
O ser humano está acima de quaisquer rótulo. Esquecem do ser, simplesmente por que não gostam, não vão com a cara, se acham melhores ou acima da lei, contudo, desprovidos de qualquer valor moral, ético, religioso ou fraternal. Não respeitam a liberdade de escolha, diversidade, seja esta qual  for.

Diga "Não"!
A qualquer tipo de violência.
O ser humano em primeiro lugar.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Trabalhos acadêmicos: Difícil!?

Leitura, intelecção e escrita

Aparentemente difícil, mas prazeirosa, arte da criação iniciada com planejamento, elaboração estrutural. desenvolvimento das ideias, e, por óbvio, conclusão da pesquisa objetivada. Cognição intelectual e/ou gradação seletiva do conhecimento elaborado.


Teste: Você sabe orientar seu filho 
a tirar proveito da internet na hora de estudar?

Ler e escrever!

O ato de ler - e de escrever - talvez tenha sido um dos maiores desafios para o indivíduo. Desde os primeiros anos da escola, identificando o alfabeto, sílabas, frases, sintaxe, morfologicamente lógicas, contextualizadas ao desenvolvimento intelectual e/ou de raciocínio, fazendo do hábito diário uma prática exigida para toda vida.

Grande tem sido as dificuldades com recorrentes frustrações de alguns estudantes, e seus diferentes níveis de instrução e/ou graduação ao realizarem pesquisas e consequentes trabalhos acadêmicos, sem a inevitável interferência, influência e/ou mesmo identificação com as dos autores e fontes por ocasião de uma pesquisa científica.

E, então, as ideias parecem não fluir, contextualizar, locupletar - e não raro, o desespero à necessária elaboração, e própria autoria. O desejo recorrente de copiar algum trecho, ideia, descrição, ponto de vista, já elaborado por outrem, porém, apresentadas como de imediata solução, faz-nos esquecer do próprio potencial de intelecção e de trabalho acerca de determinado tema. Neste momento, o hábito da leitura faz a grande diferença entre o saber e o fazer.

Neste diapasão, insta ressaltar que plágio, cópia de texto original, - total ou parcialmente, é proibido, inclusive passível da responsabilização civil e criminal. Neste sentido, ao fazer qualquer referência intelectual deve-se mencionar os créditos a fonte e/ou autor. Mister, então, observar as previsões legais estampadas pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. 

O importante é saber extrair o próprio entendimento sobre o que se deseja discorrer, discutir, analisar probabilidades e execuções, segundo o planejado, elaborado, pesquisado. Conquanto pareça dificil; não é, suficientemente, impossível.

Assim, siga os passos abaixo, realize sua pesquisa, e, consequentemente, elabore o texto de acordo com sua interpretação, vocabulário, conhecimento acerca do assunto ou tema, realizando assim um excelente trabalho acadêmico.  

Pesquisar não é copiar da Internet! Logo, perceber que copiar não é bom.
Passo 1.

Quem tem pressa, come cru! Logo, entender o que está sendo pedido.
Passo 2.

A organização é a alma do negócio! Logo, organizar o que está sendo procurado.
Passo 3.

Saber não ocupa lugar! Logo, pesquisar em mais de uma fonte.
Passo 4.

Nem tudo que reluz é ouro! Logo, localizar fontes confiáveis.
Passo 5.

Ao infinito e além! Logo, ir além do que já está pronto.
Passo 6.

Feito por mim! Logo, produzir dados próprios.
Passo 7.

Trabalho sem estrutura não para em pé! Logo, estruturar o trabalho.
Passo 8.

Quem cola, só enrola! Logo, ensinar a criar e a copiar.
Passo 9.

O que você aprendeu com isso? Logo, redigir a Conclusão.
Passo 10.

Sobre o ombro de gigantes! Logo, incluir as Referências.
Passo 11.

Mas, era feito com muito esmero... Logo, fazer Sumário e Capa.
Passo 12.

Desta forma, torna-se de fácil compreensão sobre o papel e importância da escola, estudar, saber ler e escrever, sobretudo sabendo interpretar o mundo. Afinal, tudo é uma questão de exercício. Uma, duas, três ... várias vezes, e você será capaz de desenvolver muitos textos e contextos. E o mais importante: Sob sua ótica, compreensão, ponto de vista. Tudo, pormenorizado, sintetizado, particularizado.

E, não esqueça da célebre frase de Jean Cocteau:
"Não sabendo que era impossível ele foi lá e fez".
Parafraseando o autor pela frase: O dificil sai agora. O impossível demora um pouco!

Mãos à obra...
ou melhor, a produção acadêmica.
E, boa sorte!


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

No mundo das HQs

Quem não se lembra da infância e das belas histórias infanto-juvenis?
Muitas até permanecem na memória ao longo da vida!
Imaginárias, fantasiosas, contadas e encantadas, recheadas de mistérios, dramas, romances
e aventuras...
Certamente, nunca esquecidas!
 Histórias de príncipes, princesas, heróis, vilões, mocinhos, bandidos e tantos outros...
Denotadas viagens e/ou legados infantis!

E as em quadrinhos?

Você gosta de histórias em quadrinhos?

Então, escolha a sua pela faixa etária AQUI e boa leitura!

O incrível poder das Histórias em quadrinhos



Quadrinhos que viraram Filmes

Fonte de leitura: Já sei ler gibi

Recursos/Aprendizados: Gibi em sala

Estímulos/desafios: Aulas que estão no gibi

Responda!
Quem você seria no mundo das histórias em quadrinhos.



E mais: