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terça-feira, 25 de junho de 2013

Intolerância

Fonte: Google Imagens

Intolerância: s.f. característica de quem é intolerante ou repugnância. Falta de tolerância ou compreensão. Comportamento, atitude odiosa e agressiva, de caráter político ou religioso, daqueles que possuem diferentes opiniões. Intransigência. Etimologia do latim; intolerantia.

Sob a ótica da historiografia, o termo epigrafado vai aquém das já conhecidas definições pelos vernáculos. Provavelmente, tenha-se que recorrer a outros insertos e/ou ciências para melhor compreender a sua extensão.

A teoria criacionista, pela explicação do surgimento do homem, deixa indícios de que Adão e Eva já teriam praticado a intolerância em razão da desobediência de ambos ao que lhes foram "proibido". E muitos até diriam: Simbologia, curiosidade, pecado original. Seria? talvez! As próprias "guerras religiosas" em todos os tempos e lugares denotam também exemplos. Tudo em nome da fé. E aqui não se discute as do reino irracional, pela sobrevivência, já que serviriam de muitas ilações.

De modo que se constata a intolerância entre os pares, individualmente na e em família, grupo social frequentado, trabalho, interesse e ideologia ou em filas, atendimentos, lugares, privilégios etc. Partindo dessa premissa, torna-se compreensível, porém, não aceitável, a derivação das ações, senão vejamos o legado histórico a que se tem conhecimento.

Insta ressaltar a intolerância pela discriminação, preconceito, apartação, desigualdade. Aliás, grupos como ku klux klan, skinheads, punks ou carecas, iniciados na América do Norte, homens-bomba ou kamikazes suicidas foram se espalhando pelo mundo e deixando rastros de destruição, violência e terror. Hodiernamente, outros grupos se insurgem contra nordestinos, gordos, magros, seja pelo bullying e sua abrangência, black blocs ou outras formas. Novas roupagens, todavia, mesma significação e prejuízo.

A Guerra de Secessão e a beligerância interna americana - Estados do Norte contra os do Sul por uma ideologia dominante/predominante. A Guerra do Paraguai, idealizada, instruída e monitorada pela Inglaterra, envolvendo outros países dentre os quais, o Brasil. Os dois grandes conflitos mundiais, tendo o último, balizado a perseguição e holocausto de judeus, ciganos, homossexuais, dentre tantos outros.

Os conflitos armados entre Israel e Palestina, e longevidade com que datam, em razão de interesses vários, dentre os quais, a própria ocupação territorial e a faixa de Gaza, conquanto lastreado na religião ou religiosidade de um povo - céticos, talvez! -  mas visíveis até nos dias atuais.

A África e o Apartheid, onde negros e brancos se dividiram racial, e socialmente, já que não compartilhavam quase nada uns com outros. O massacre genocida em Ruanda, por grupos extremistas em decorrência de uma sangrenta guerra civil. A divisão e separação entre curdos e turcos-iraquianos no próprio território, dentre tantos outros exemplos.

Vale lembrar que a construção do Muro de Berlim, também conhecido como o "Muro da Vergonha", dividia a Alemanha Oriental (socialista) da Alemanha Ocidental (capitalista) com e nas figuras protagonistas da antiga URSS e EUA na disputa pela hegemonia mundial e a prevalência de seus respectivos sistemas  por meio da denominada Guerra Fria. Felizmente, com o fim da  animosidade, derrubaram-no.

Numa história mais recente, o ataque as Torres Gêmeas (EUA) por grupo árabe muçulmano, designando mais uma vez a intolerância humana, numa demonstração de intransigência e desatino, sucumbindo milhares de pessoas inocentes. Reiterados sentimentos separatistas instigam estados, países, nações quando ao mesmo tempo, e de forma contraditória, pugna-se pela globalização. E então a pergunta: Na atual conjuntura, será possível?

No Brasil, a partir do processo de colonização, exploração, escravidão, os próprios Anos de Chumbo que mancharam as páginas da história brasileira ou pelos insistentes focos registrados nos dão conta de velada intolerância, contudo, objeto de reflexões e de contínuas lutas à repaginação da sociedade, enquanto Nação.

Certa vez ouvi a frase: "Quando eu conheço; eu passo a respeitar".
O que está faltando para a humanidade: Conhecimento, discernimento, tolerância?

Ícone da resistência contra a intolerância de um povo: Nelson Mandela
Vale repensar!



sexta-feira, 14 de junho de 2013

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segunda-feira, 10 de junho de 2013