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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Educação: Regras, limites e responsabilidades

Regras, limites, responsabilidades...

Um dos grandes desafios da escola, sobretudo nos primeiros anos escolares, se estendendo um pouco mais no ensino fundamental e médio, é a escola e a família conseguirem juntas parâmetros, formas, adequações sistematizadas na busca de melhores resultados com os jovens e suas prementes necessidades e/ou satisfações.

Nesta perspectiva, torna-se comum os papeis serem confundidos, senão invertidos, entre o dispensável e o fundamental e razoável, quando a questão maior envolve a Educação e Aprendizado. São intrínsecos, porém, muito se precisa saber de um e outro. Desde tenra idade se aufere rendimentos escolares e domésticos, interesses individuais e sociais, limites e cobranças. èquenas responsabilidades daqueles que estão em fase de locupletação são indispensáveis. E muitos dos educadores, senão pais, não conseguem estabelecer regras e/ou eficazes, sobretudo sozinhos.

De outro modo, mister será compreender que os primeiros ensinamentos advém do seio familiar, e neste aspecto muitos pais são permissivos ou não conseguem estabelecer regras pelo simples receio de dizer "Não" ao filho. Certamente que a negativa nem sempre é bem aceita, entretanto, necessária senão fundamental ao equilíbrio das relações em geral. A criança, assim como o adolescente, necessita conviver com normas, limites, responsabilidades, bem como distingui-las, respeitando-as. O indivíduo que durante a infância ou adolescência não consegue difenciá-las fatalmente será um adulto com problemas e reparações.

A vida nem sempre oferece tudo. Então, estabelecer as primeiras responsabilidades, tais como realizar as atividades da escola, cuidar dos objetos e da própria higiene ou mesmo ajudar em pequenas tarefas domésticas certamente vão corroborar para que o indivíduo seja preparado, inclusive para comandar. E muitos conhecem a frase: "Como vai mandar se não aprendeu a fazer".

A escola, como continuação dos primeiros ensinamentos, tem encontrado grande dificuldade, e verdadeiro desafio, para repassar ou mesmo estimular a cognição, meios adequados e respaldo na aplicação do ensino-aprendizagem, exatamente pela falta de limite e responsabilização dos indivíduos. Comum é o professor aplicar a tarefa e não vê-la resolvida - sala ou de casa. E neste aspecto, implica na participação de todos - professores, alunos, pais.

O sistema educacional brasileiro é considerado perverso porque direta ou indiretamente permite que seus segmentos resolvam todos os problemas sociais. E neste âmbito, ganhou-se habilidades e competências aquém das especificidades. O segmento escolar funciona com atividades que demandam o envolvimento de outros ramos do conhecimento e especialidades. Comum são os casos para a psicologia, assistência social, medicina, quiçá outros e suas emergências. Os problemas sociais desembocam nela e sem o devido atendimento paralelo e mediador; não há como se falar em aprendizagem.

De igual modo, patrocinar a promoção do aluno sob a alegação de combater a evasão escolar, falta de estimulo ou contumaz reprovação não resolve a situação. Ora, não se combate uma disfunção com outro procedimento igual ou mais nocivo, vez que o patrocinio sem o mínimo exigido para tal, vai torná-lo de igual modo insatisfeito. Não estará preparado para o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e concorrencial. Será possível o sucesso sem o esforço necessário? Certamente que não. E sob esta ótica, necessário o controle desde os primeiros anos de vida do indivíduo.

Aliás, a questão da Evasão Escolar atribui-se exatamente a falta de limite e consequente responsabilização de todos, inclusive da família. Deste modo, há que se ressaltar o problema social de muitos, porém, a sociedade carece estabelecer regras e cobrá-las. A tríade da educação não pode deixar recuos, falhas, perspectivas sem soluções, tampouco, funcionar sem o lócus essencial à formação do indivíduo, sua independência e consequente cidadania.

Assim, a família pode perfeitamente substituir a escola e seus ensinamentos, entretanto, o contrário nem sempre haverá a mesma reciprocidade, quando muito estimulá-los na persecução dos objetivos e sonhos. Aliás, viabilizações estas, subjetivamente. Vai depender muito das escolhas e caminhos percorridos, especialmente com e no seio familiar.



Desta forma, resume-se Educação na frase do ilustre educador Rubens Alves "A aprendizagem e o ensino são um empreendimento comunitário, uma expressão de solidariedade. Mais que aprender saberes, as crianças estão aprendendo valores".

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Educação Básica: Infantil, Fundamental e Médio


Boa educação, excelente conhecimento...
Binômio que traduz, em regra, sucesso!

Dizem as velhas máximas e/ou sabedorias: "O maior legado que um pai pode deixar para o filho" ou "O conhecimento é a única riqueza que não se perde; tampouco, usurpa-se". Etapas importantes, individual e/ou em concomitância, totalidade. Respeitando-se, reforçando os ensino-aprendizagens na formação intelectual, laboral, interrelacionamentos sociais, políticos, econômicos para o desenvolvimento do país. Afinal, o crescimento de um depende da do outro na justaposição de ambos.

Veja-a por níveis, e, as melhores formas de intelecção e de acompanhamento:

Educação Infantil


Ensino Fundamental 1: A base de tudo

Ensino Fundamental 2: A busca pela autonomia

Ensino Médio: A etapa final da formação básica

Afinal, país desenvolvido; povo educado.
Fica à dica!