A História em video

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Uma lição de afeto

Ao escolher uma profissão necessário questionar se se possui os requisitos necessários ao seu desempenho, sobretudo na reflexão a denominada "vocação" ou "chamamento" para o que se quer, deseja ou for realizar e, em especial,  na responsabilização diante da escolha.

O mínimo que se espera do profissional, em razão da sua escolha, é de que a exerça com profusão, dedicação e zelo, independente de ser esta ou aquela,  todas,  indistintamente, carecem da aptidão ao seu  exercício, excelência e práxis cotidiana.

O que, comumente, se observa é o indivíduo no lugar errado, exercendo uma profissão pouco ou quase nada condizente com a real aptidão e, consequentemente, desenvolvendo atividade pouco prazeirosa e/ou sem nenhuma satisfação em detrimento de todos.

E nesta lógica de raciocínio tem-se,  o Magistério. De acordo com as Teorias de Piaget, Wallon, Vygotsky, Paulo Freire e tantos outros, o Magistério além de exigir os requisitos mínimos, e necessários! Mister em qualquer profissão, carece ser exercido com carinho, dedicação e afeto. Não se busca tão somente o papel do professor repetidor de ideias e/ou mediador, mas sobretudo do mestre na arte de formar pessoas, cidadãos,  inserções várias no futuro.

Conceba-se um profissional da educação sem a proficiência necessária ao trato que a questão requer - e todos os dias, tem-se profissionais estressados, insatisfeitos, cobrados, criticados e responsabilizados!  Não é tarefa fácil a de se tornar um docente, professor. Muitos deles até preferem não se envolver nas questões individualizadas, cotidianas e/ou particulares, contudo, trata-se das relações humanas e sociais e, portanto, imensuráveis quando o assunto é a formação do ser pelo ser e os seus reflexos dentro da sociedade. Veja o que já dizia no século XIX, o então Imperador,  D. Pedro II,  sobre o assunto: " Se eu não fosse imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro!".


Isso faz lembrar daquela professora. É, aquela que parecia um sargento do conhecimento, exigente, aulas chatas pela pouca permissividade ao interesse do aluno, mas que desempenhava o seu papel com dignidade, sobretudo com afeto. E aqui não se fala de afeto e do  tratar bem tão somente aquele que se quer bem, senão, nossos pais seriam sempre bonzinhos conosco, e não são raras as vezes em que nos punem para que tornemos pessoas melhores.

Certa vez, num dia desses especiais como o Dia das Mães, o aluno ao ser indagado pela mestre (a) sobre a mensagem a ser criada em alusão aquela data, ouviu deste o seguinte: Eu não tenho mãe! Aquilo a tocou muito. Como alguém não teria mãe? Num primeiro momento, imaginara que sua mãe teria falecido ou que ele teria sido criado por outra pessoa. Bem, a segunda hipótese foi a constatada, posteriormente. Aquele aluno estava sendo criado por outros parentes. Mas enfim, a partir de então, um nó de afeto foi estreitando o vínculo entre aluno e professora. Talvez muito maior que o de mãe e filho, parentesco ou outro qualquer, pareceu destino - vai saber! E alguém deve se perguntar, como assim? Então, consegue perceber a diferença entre a escolha da profissão almejada daquela "adequada" segundo o critério do melhor numerário ao final do mês? Não?!

A partir de então, tornaram amigos! Sempre que ele não tinha aula em sua sala, ou com outro professor, se dirigia a sala daquela professora. E lá, esta o acolhia, e claro, sob a ameaça de que caso não se comportasse o mandaria embora. Talvez se viam mesmo como mãe e filho! Mal sabiam que um dia essa amizade seria posta em xeque.

Anos depois, quando já não mais compartilhavam a mesma sala e/ou aulas, aquela professora ficou sabendo que aquele aluno estava numa situação muito difícil. Muito difícil mesmo! e precisando muito de sua ajuda. Ela, não mediu esforços e se dispôs em seu socorro. Notadamente sabia do caráter daquele "seu" ex-aluno do contrário não se arriscaria tanto, literalmente.

Aquela professora, em primeira análise, teria sido mal interpretada pela maioria, eis que não é comum alguém se dispor daquela maneira a ajudar alguém. Muitos dos seus colegas de profissão, e até outros alunos, provavelmente a teriam criticado, porém, a sua abnegação foi maior, inclusive até mais do que poderiam imaginar, acerca dos fatos, mas que mutuamente ao final, se ajudaram. Digo, mutuamente, porque a ajuda não beneficia só para quem dela precisa, mas significativamente para quem presta também, transformando-os em seres melhores.

E então? Captou a diferença entre fazer aquilo que se gosta? Ainda não?

Aquele professora ensinou,  ajudou, acompanhou, aconselhou, defendeu aquele aluno por muito tempo,  até que ele se tornasse adulto e dono do seu próprio destino. Ajudou no momento de angústia, sofrimento, desespero, constrangimento, humilhação, quiçá outros... Tornaram amigos, inclusive dos seus familiares, demonstrando o belo exemplo da amizade sincera, pautada no respeito e no afeto que devem nortear não só educadores e educandos,  dentro ou fora de sala de aula, mas em qualquer segmento da sociedade, e assim a experiência impar do compartilhar ao proveito de todos.

Aquele aluno e  sua família carregarão consigo a certeza da diferença que fez aquela professora em suas vidas, e lhes serão gratos. Provavelmente não esquecerão a aula de cidadania, respeito, solidariedade, fraternidade desprendida por aquela profissional, sobretudo  na diferença que se pode fazer no trato com outras pessoas.

Possivelmente, nunca a esquecerão e  lembrarão desta quando sobrevierem os filhos,  sobrinhos,  netos... E, esta, seguirá a sua vida, procurando fazer a diferença na vida de mais alguém...

Alunos?
Talvez... o tempo dirá.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

(Re) Aprendendo

Aquele ambiente de colegas
mais parece uma família
E, como tantas, também tem suas diferenças
De ciúmes, brigas ou intrigas
Ninguém escapa das desavenças.

Mas, como numa família que briga,
No final vem o perdão.
De forma que todos se ajudam,
Inclusive com alimentação.

Dizem até que tem ratos,
Ou ratazanas quem sabe
Ninguém me chame pra provar
Pois quero ficar de fora
Quando a bomba estourar
Pois dizem que até câmaras
Estão a fiscalizar.

De igual modo se juntam
Para com o colega lanchar,
Contudo, tem sempre um esperto
Que se mostra a usurpar.

No lanche ou nas refeições,
Como também no particular
Não adianta sequer guardar
O grande esperto oculto,
Aproveita o momento para furtar.

Vítimas voltam correndo
para seu alimento salvar
Contudo, o esperto do ratinho
mais rápido se põe a furtar.

Assim, de queijo, doce ou presunto
ovos ou frutos do mar
Noutro dia até o camarão sumiu
ninguém soube aonde foi parar
Contudo, os mais nervosos querem,
inclusive, o rato matar.

O danado do ratinho demonstra ter bom apetite
E até gosta de bebidas
refrigerantes, sucos ou vinho
sequer dispensa todinhos, iogurte ...
Porém, não quer saber de chocolates
deve ser pra não ficar gordinho.
  
Assim, caros colegas, 
jamais pensem em vingança,
tampouco passar em branco,
A ele declararemos guerra
nem que seja por instantes.

A partir desse momento todos firmes,
pois, mais vale uma consciência tranquila
ao instinto de onça.

Então, ao desavisado somente
um lembrete podemos deixar:
“Não furte o que não é seu
Eis que pode se encrencar”.

E muitos colegas questionam:
Porquê você não faz parte do grupo?
E aqui quero esclarecer:
No grupo sempre estive,
porém, nunca fui bobo
de alimento guardar,
Pois, quem guarda com forme;
alguém come em seu lugar!

E dizem que em família que briga,
também tem espaço ao perdão
De forma que todos se ajudam, 
inclusive ao ladrão
Que te tanta vergonha,
nunca mais furtou, então.

Assim vou me despedindo,
com forte abraço em todos
especialmente, e com carinho
aos que brincam de investigadores.

By Lu Magalhães


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Diga, Não!

Evolução humana
A Pré-História nos faz refletir sobre a evolução do homem no tempo e no espaço. Período em que se caracteriza pela ausência ou latente indício de evolução - desejável, sob a ótica contemporânea -sobretudo no que tange as emoções, sentimentos, o saber lidar nos relacionamentos ou no administrar das relações sociais, em especial com o (os) par (es) - se é que existia par naquela época. Então se observa por exemplo que quando o indivíduo escolhia a companheira, puxava-lhe pelos cabelos (neste sentido macho e fêmea, e se contemporizar ao estágio evolutivo) conquanto, já denotava evidente violência, selvageria.

Após, milênios, séculos, tantos anos se passaram... e, depara-se com o homem moderno, contemporâneo, evoluído, tecnológico, conhecedor das ciências, detentor do conhecimento. Transformador sapiens, sapiens. Enfim, século XXI, eis que se faz perceber, e, então, pergunta-se: E ele, a que evolução se insere? Que estágio alcançou? Quem será este homem? Certamente, buscou-se identificação pelo crescimento e contexto histório e longevo. Afinal, qual seria melhor significação ou  conceito de Evoluir, evolução?

Veja: Abusos sofridos pela mulher ao redor do mundo
 
É... gente! Este homem é o mesmo da época das cavernas; porém, já "evoluído", mas com comportamentos não tão diferentes,  distantes, longínquos ou pré-históricos. Dos idos tempos das cavernas! Homem com reações contraditórias; porém sistemicas, e de dificil compreensão.

O homem contemporâneo, moderno, atual, que aprendeu a lidar com seus sentimentos, e espera-se que sejam os melhores! É, mas o que se observa é o homem com semelhantes características comportamentais daqueles dos primórdios - e precisamos de tão pouco para sermos felizes! - ao surgimento da humanidade, época das cavernas, pedra lascada, trevas da ignorância, eis que continua sem saber lidar, principalmente em relação ao seu par, sua companheira, esposa, mãe da sua prole. Prole! Quê prole? Muitos nem reconhecem a sua! as vezes são "obrigados"  a reconhecê-las forçosamente, quando deveria ser minimamente latente, natural, normal. Isso faz lembrar a célebre frase de Friedrich Nietzsche "O homem é definido como um ser que evolui como o animal; é imaturo por excelência".

Em pleno século XXI, homens violentam mulheres, Puxam-nas pelos cabelos, estupram, ferem, humilham... Aff! ainda bem que existem homens diferentes. Na justa posição e de gêrneros, a mulher consciênte, laboral e disposta a não aceitar tamanha dicotomia em sociedade igualitária e participante.

E para coibir, ou pelo menos minimizar  a situação, o Estado careceu elaborar Lei específica para as mulheres, e na qual visa tutelar, amparar e proteger estas, contra os maus-tratos destes "homens" - a famosa Lei Maria da Penha (11.340/06), cuja autora também foi vítima, mas sobrevivente, do seu algoz "esposo" e que nem sempre conferida por outras, ou seja, a sobrevivência mínima, eis que pouco ou quase nada lhes restam, senão a vida.

Fonte: Google Imagens
Ah! mas há um próverbio popular: "Em briga de marido e mulher não se mete a colher". Balela!  É!... não se mete só a colher,  mas todas as ferramentas de mesa ou de qualquer outro instrumento permitido, porém, necessários, até mesmo as do Estado, in casu, a polícia.

E ai? não me diga que você não vai querer se indispor com ninguém, que o problema não é seu, que não vai arranjar confusão ou algo do tipo. Neste caso, você estará se omitindo - cometendo o crime de omissão, previsto em lei. Hoje é na casa da vizinha, o problema é dela. Amanhã poderá ser na sua. É, amigo(a) na sua família, com sua mãe, sua tia, sua irmã.

Sabe-se que milhares de mulheres batalham, inclusive com jornada dupla - dentro e fora de casa - para o sustento e manutenção de sua família, guerreiras, economistas e administradoras do lar que vivem e sobrevivem com muito pouco, as que amam demais em detrimento de si própria, as que cuidam da educação dos filhos, as que sustentam o próprio marido!  Mas, também, as que não querem denunciar os seus companheiros, maridos, namorados etc por várias outras motivos: amor, dependência econômica, criação dos filhos! Para essas, restam a conscientização. E a pergunta que não quer calar: O que você quer para a sua vida? Até os negros escravos e/ou escravizados tentaram e conseguiram evadir-se da situação em que viviam. E eles, os negros, daquela época não tinham perspectiva alguma. Acorde, enquanto é tempo. Liberte-se das amarras que lhe aprisiona!

A denúncia não fica restrita somente aos casos de violência contra a mulher, mas, na recorrente violência em família, entre muros, domesticação generalizada, e neste caso, inclui-se as contra a contra crianças, velhos, doentes, limitados, incapacitados, temporários ou não, e aqui denominados de fragilizados pelas circunstâncias da vida.

A denúncia pode ser em qualquer número: 100, 147, 180, 181, 190, 192, 193 ...
Não importa!
A palavra de ordem é Socorrer!!! 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Águia ou galinha?


Ao fazer inferência a indagação sugerida pelo título,  faz-me lembrar daquele aluno, pelo seu espanto, quando da frase pronunciada por aquela professora, em sala de aula: "Desejo que todos vocês sejam sempre Águias na vida" ,e, para desalento da mestre (a), ao ouvir lá do fundinho da sala: "Eu não sou bicho", obrigando-a desprezar o que estava fazendo para explicar qual o significado da expressão, contextualizando-a com a conotação dada pelo título do vídeo "águias e galinhas".

A você,  que até então não sabia diferenciá-las, mas agora pode compreender melhor, aquela educadora e os desejos mais futuristas - vislumbrar, senão almejar -  desta ou daqueles que amam a EDUCAÇÃO e que, modestamente, desempenham suas atividades pautados principalmente na Sabedoria da Vida...Eis, a resposta!

Alunos,  aproveitem e explorem - no bom sentido! - o conhecimento dos seus mestres!
Acreditem no seu potencial, capacidade e  inteligência, individual,  na construção do bem comum. Voem o mais alto que puderem. Assim, como verdadeiras Águias!

Acredite!

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Jogo: Festival da M P B

Aprenda sobre a história da nossa música
Dia Nacional da MPB


Se jogue na M P B 

E veja quantos pontos consegue fazer no jogo da
"Música Popular Brasileira"

                                             ♪♫                           
      Como nossos pais/Elis Regina                                                                                                                                                                                                                                 Maria Bethânia♫          
         Por isso cuidado, meu bem                           
             Há perigo na esquina                                                    ♪                
             Eles venceram e o sinal
             Está fechado pra nós                                                                                   Roberto                                    Que somos jovens  ♫                                                                                      Carlos                                                                                                                                                             
              
                                                                           ♫  Alegria, Alegria  
                                                                                     Caetano Veloso    
    ♪  Gal Costa 
                                                                                                                                            
                ♫ Caminhando contra o vento           
     Sem lenço e sem documento
    No sol de quase dezembro
                                             Eu vou ... ♫                                                        XVI
XVIIIXIX

♫♫♫ Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único                                                               Anos 60
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas                           Anos 70                ♫    ♫              Anos 80               
Tijolo com tijolo num desenho mágico ...♫♫♫

Construção/Chico Buarque                                                  Prá voce guardei o amor  
                                                                                              Que nunca soube dar
              ♫                                                                                    O amor que tive e vi sem me deixar                                                                                                              Sentir sem conseguir prova
Maluco beleza                                                                         Sem entregar 
Raul  Seixas                                                                             E repartir ... ♫    -   Nando Reis
                                                 Marisa Monte 
 ♫Enquanto você                                             
Se esforça pra ser                                      
Um sujeito normal                                                    Elba Ramalho  
E fazer tudo igual ...          
....................                                                                                               Antonio Carlos Jobim 
Vou ficar                                         Lulu Santos                      
Ficar com certeza
Maluco beleza                                                                       Milton Nascimento 
Eu vou ficar                          
Ficar com certeza                                       
Maluco beleza ...♫                                            Secos e Molhados                                 Djavan
                                         
                                          Gilberto Gil                                           

♪♫           ♫♪          E tantos outros...!!!             ♪♫           ♫♪    
                          
  ♪♫                                  ♫♪
Saiba mais:

Livros sobre a MPB                                                                                   Luiz Gonzaga
Música: Ensino obrigatório nas escolas                                                  "Saudade, o meu
Educação musical, leitura e escrita                                                          remédio é cantar"  
Dicas de Educação musical                                                                                 
Livros infantis sobre música             
Benefícios da música                                                                                13.12.1912                       Literatura infanto-musical                                                                         02.08.1989                    
Música da semana
Música da semana II                                                                                                                                                                                                      ♫      ♫     ♫            ♫ 
                                                                                                                                                                                                                                                ♪♫                                     
                   ♫♪                               ♫♪

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Os desafios da ciência


Na história da humanidade a ciência sempre buscou responder,  minimizar ou solucionar as mais complexas indagações do homem, acerca de tudo que o aflige, principalmente em se tratando das doenças, seja pela sua origem, destino, acontecimento, curas - só não se conseguiu a cura para os males da alma,  as dores de amores,  como já dizia o poeta.

E, nessa perspectiva, registrou-se ao longo da história, comunidades sendo dizimadas por males desconhecidos, incuráveis ou pelo menos sem o antídoto necessário ao seu controle, levando populações a desaparecerem do Planeta, ou sequer vislumbrarem possibilidades minimamente de sobrevivência ou com a qualidade desejada. Um exemplo histórico foi a Peste Negra, onde 1/3 da população européia desapareceu.

Atualmente, o grande desafio, entre tantos, é a cura das várias doenças, oriundas da AIDS, Alzheimer,  Parkinson, os vários tipos de Câncer, entre outras.

Ressalta-se ainda, e não menos importante, aquelas aqui denominadas "transitórias" ou sejam, adquiridas em uma determinada época do ano, a exemplo a hantavirose, a dengue, leptospirose, proliferação de bactérias, entre ou outras, pelas faltas de saneamento básico, conscientização da população ou mesmo políticas públicas voltadas para o seu fim, levando inclusive ao óbito.

De forma, que a ciência procura andar passo a passo - ou descompasso, em razão dos vários interesses dos laboratórios? - com o indivíduo, dando ou procurando dar respostas, porém, nem sempre satisfatória ou pelo menos a contento do se espera dessa comunidade.

Estudos buscam explicações para a origem da vida. Biólogos, físicos, químicos e médicos se lançam numa mesma corrida para que esta seja prolongada ao máximo. Nos laboratórios, a ciência como chave ideal que possa impulsionar e destrancar a sua origem ou reconstruí-la em seus vários aspectos, aliando-se sempre as outras possibilidades num único objetivo, o seu prolongamento e sua qualidade.

Surgem novos experimentos e/ou tecnologias investigativas - robóticas - ou seja, através das tecnologias, os conhecimentos se interagem  em auxilio a capacidade intelectual do homem na conquista de melhores resultados, inclusive, pacificando-se até mesmo exo corpóreo,  qual sejam,  in vitro.

Um dos principais desafios da ciência é encontrar sua fórmula - mágica !? -  ou do como bem vivê-la pela qualidade ou longevidade, eis que para cada século existem novas doenças correspondentes, numa regra desigual, desproporcional aos apelos das populações. Novos desafios a se vencer. E sob esse aspecto, médicos já admitem a cura pela positividade e fé do paciente ao seu restabelecimento. Aspectos estes, há bem pouco tempo, ignorado pela comunidade científica.
 
Assim, buscam soluções para os vários males físicos que acometem jovens, velhos, ricos, pobres, negros, brancos. É! porque só nesse momento é que todos se igualam. Não existe somente uma pessoa, da raça tal, da condição tal... todos são vulneráveis, a exemplo do que se tem observado, diuturnamente. E muitos perguntam, porquê comigo? Na verdade, nesse momento não há distinção. Nem beleza, juventude, classe social, dinheiro... materialmente falando, capaz de se  restituir a saúde de alguém numa condição de perecimento. E então, todos devem se unir numa mesma perspectiva, ou seja,  a  Vida na Terra!

Várias doenças físicas, psíquicas, emocionais, psicossomáticas, degenerativas, virais... e/ou sob várias denominações e origens, num verdadeiro desafio para a ciência. Descobrir as curas e/ou os males que acometem a humanidade tornou-se a grande  "Cruzada"  do terceiro milênio.

Esperança é o seu nome!


Saber mais:

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Estado, menor!?

Grande tem sido a perplexidade dos cidadãos em face do fenômeno população de jovens menores em situação de risco.

A Lei nº 8.069/90 buscou combater práticas anacrônicas recepcionadas pelo Código de Menores a partir da concepção e locupletação do indivíduo, credor de direitos, porém, muito se discute a sua real eficácia, já que se observa dicotomias conjunturais e/ou estruturais do Estado quanto à aplicabilidade e eficácia.

Neste sentido, apesar de a lei estabelecer a proteção integral a criança e ao adolescente, comum é vê-los à margem, e, em completa dissonância com o estampando normativo, já que comum é a falta da assistência devida a estes, sobretudo no que tange aos riscos e vunerabilidades a que estão expostos - e a que expõem toda sociedade. Por outro lado, a família, escola e outros segmentos sociais demandados não são suficientemente empenhados e/ou devidamente acompanhados de modo a efetivar satisfatoriamente as previsões do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Assim, vive-se no famoso mundo do "Faz de conta",  do "Finjo que faço" ou do "Pouco se faz, porém, nada se cobra". A ausência de vontade política ou social banaliza a violência a partir da semente pouco cultivada ou mesmo sucumbida pela erva daninha da postergação. E a situação emerge e caminha ao caos social.

Aliás, na sociedade marginalizada e violenta, o individuo maior utiliza-se do menor para a prática delituosa, exatamente porque sabe da condição "privilegiada" daquele que a vida e o Estado negou-lhe todas as oportunidades, inclusive a própria dignidade, já que este não possui o mínimo à sobrevivência - E aqui não se discute o que seria considerado "mínimo" constitucionalmente garantido ao cidadão brasileiro. A linha é bastante tênue entre a vida e um tênis de marca - ou falsificado, vai saber!

E isso tudo nos remete as várias situações. A condição negada ou frustrada do indivíduo, família desestrutura, educação inaadequada, ausência de valores morais e éticos, ingerência e/ou paternalismo do Estado, já que oferece, mas não fiscaliza, cobra ou responsabiliza corroboram para filas se intensifiquem. E isso faz lembrar casos recentes:

E a frase já pronta ecoa: "Sou de menor!" (sic) como se fosse uma autorização para delinquir, matar. A advogada Renata, pediu calma, rapaz atira e leva o carro, diz a prima Carolina. 2 menores e um maior - adolescente conta como escolheram o carro, detalhadamente, confirma que se aproximou pronto para atirar e empolgação, vi que era "duas muiér" "desce do carro!!!. Atirei, não sabia que tinha acertado. Fui para casa dormir". Já tinha passagens por roubos a pedestres boyzinhos mas que roubos a carros era um dos primeiros. Velho conhecido da polícia. Tinha sido recolhido (apreendido, eis que não cometem crime) e liberado, e após 4 dias matou a advogada. O impacto da tragédia na sociedade, e na família da vítima, a própria filmagem mostrando que o jovem já estava com o revólver engatilhado e não deu a chance dela sair do carro.O único assaltante maior de idade se apresentou depois. O menor, encaminhado para a Fundação casa, passará 3 anos e sairá com a ficha limpa.

Isso faz lembrar daquele sujeito pai de família, empresário, trabalhador, que contribui para o crescimento e desenvolvimento do país, então, abordado em plena luz do dia por mais um sequestro relâmpago, sob a mira de uma arma engatilhada, teve seus bens/pertences subtraídos. E mais uma vez, a presença do menor, e do maior. O mais interessante é que podem votar, fazer escolhas - boas e más - dirigir veículos roubados , furtados, entre outros atos infracionais- e fazem isso com tamanha propriedade e desenvoltura, melhor que qualquer outro cidadão, mas não podem assumir seus atos. O manto da impunidade os protege. Ao cidadão honesto, participante e contribuinte resta-lhe o medo de se tornar a próxima vítima. A este, glorifica-se por sair vivo!

Contudo, opiniões divergem a maioria, inclusive especialistas. As questões sociais e a garantia da proteção integral - por regra, paradoxais. Jovens que sem acompanhamento adequado enveredam para o lado do crime desde muito cedo. Armados, realizam roubos, latrocínios, homicídios, traficam, aterrorizam. A falta ou descontrole da família, estado, legislação frágil. A utilização cada vez mais, do menor pelo maior, desafiam a eficácia das leis. A educação como prevenção, homens de bom-senso, leis mais severas...

Precisamos fazer algo!

Será que o Estatuto da Criança e do Adolescente será mais uma das denominadas "letras mortas" elaborada pelo Estado em que pese sua abrangência e real alcance normativo? Construir cárcere, e ainda mais sem capacidade e competência ou cotas sob várias denominações, nunca foi ou será a solução. Será que estamos pensando pouco, menor ou deficiente? Certamente, quando não se investe em educação, logo, o caos se instala. Hoje, se discute a Lei da Palmada. Será inversão dos valores ou a derrocada social?

A pior falha é não admitir as fragilidades ...
e/ou simplesmente não desejar corrigi-las,
o fim justificará os meios!


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Amigos

Jóias raras, inesquecíveis... 
Simplesmente,  amigos!

O prólogo em destaque é tão somente para homenagear os amigos!

Qual melhor definição para o substantivo "Amigo"? Os dicionaristas certamente o definiriam em diferentes formas, já que apresenta-se adjetivado. Mas como descrever uma amizade? Amigo é para sempre. Acredita-se que essa seja a melhor definição. Ao contrário de qualquer outra,  por melhor que seja. Diferente de colega, cuja definição vem de algo passageiro, temporário, efêmero, as vezes, solidário; porém, não com a mesma intensidade, extensão, doação incondicional; reciprocidade, cujo laço e significação transcende até mesmo os de parentesco.

Amigos são poucos, conta-se nos dedos. Diferente de colegas. Já dizia Aristóteles: "O que é um amigo? Uma única alma habitando dois corpos". É muito bom tê-los sempre por perto. Nem sempre é possível, porém, a distância não será o bastante para separá-los, afinal é a amizade que os unem.

Amigo não é aquele que só concorda ou sempre acata o que o outro fala ou quer, mas sobretudo aquele que mostra erros, faz critica, propõe mudanças - as vezes até, comportamental - sugere, acompanha a evolução do outro, compartilha coisas boas e más, se solidariza com o outro, ajudando-o, encorajando-o. Irradia sentimentos altruístas em relação ao outro, quer seu crescimento, sob qualquer outro pretexto.

Não necessariamente se veem com a frequência necessária ou como gostariam, mas sabem o que os une: A amizade sincera. E o poeta, acrescentou: 


"Amigo é coisa pra se guardar
Debaixo de sete chaves
Do lado esquerdo do peito
Dentro do coração
 ... 
Mesmo que o tempo e a distância
Digam "não"
 ...

Se você o encontrar, guarde-o na mais nobre ala do seu coração, conserve-o para sempre eis que encontrou um verdadeiro tesouro, portanto, és um privilegiado. Tens um amigo! A verdadeira amizade nem o tempo a  destrói. Tudo passa, ela é fiel, contínua, duradoura.

Entre amigos não existe traição. Feliz é aquele que tem um amigo e o privilégio de chamá-lo assim:  Meu amigo! Pois bem sabe, ele é especial. E já diz o velho provérbio popular: "Mas vale um amigo na praça que muito dinheiro em caixa".

Amigos são solidários até quando permanecem em silêncio -  e como sabem escutar - e se silencia, o outro sabe que mesmo assim ele estará por perto, disposto a estender-lhe as mãos, os braços e tudo que puder. As vezes até discutem, mas a verdadeira amizade permanece indiscutivelmente ao longo do tempo.

Você tem um?
Eu sim, muitos, e, excelentes ...
Até servem de inspiração.
Ah, verdadeiras fontes de inspiração!

Obrigada, amigos!
Que o Senhor, em sua infinita bondade, os cubram com o seu Sagrado Manto, e que possamos continuar sendo sempre bons amigos, uns para com outros, sem nenhuma restrição ou impedimento por muitos e muitos anos.

Afinal, serei sempre
Amiga!


Saber mais:

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Atitudes que aprovam

Avaliações requerem aprovações
Educação! 

Assunto sério que demanda socialização, integração e exige compromisso de todos, ou seja, dos segmentos que compõe a denominada comunidade escolar (pais, alunos, professores etc). Por muito tempo a escola pública serviu de referência, sobretudo na questão pedagógica, como lócus de extensão à formação dos indivíduos.

A educação, como bem asseveram os dicionaristas e especialistas é o processo de ensinar e aprender. Ensina-se e aprende-se o tempo todo, infinitamente. E como já dizia a nobre poeta, Cora Coralina: "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".  E neste diapasão, todos são alunos, professores, mestre na arte de ensinar.

Assim, na dialética da educação básica, a ausência de quaisquer dos elementos essenciais ao esperado na rotina diária à locupletação do ser pelo ser, sobretudo no segmento escolar, pode redundar em resultados poucos significativos ou mesmo desastrosos. E, na persecução de melhores resultados a sociedade ou grupo social espera alcançar.

A escola pública, diferente da particular, por muito tempo tempo destacou-se em razão dos melhores resultados. E, então, questiona-se: O que houve com o ensino público? Por que atualmente a escola pública não aufere mais bons resultados? Como melhorar e torná-la mais atraente? Quais os objetivos educacionais e sociais? Certamente, muitas perguntas e poucas respostas razoáveis eis que seus protagonistas ainda não encontraram equilíbrio lógico suficiente para responder a contento grande parte dos inúmeros questionamentos acerca do assunto.

Cediço, a educação é responsabilidade de todos. Estado, governantes, família, escola, discentes. Assim, como no efeito dominó. Se um desestabiliza coloca todo restante em vulnerabilidade na medida do pouco compromisso e responsabilização, Não se busca tão somente a excelência, mas o mínimo necessário e garantido, constitucionalmente.

Deste modo, comum é o negligenciamento, sobretudo da família, culminando no próprio desinteresse do aluno que, em razão da pouca idade e/ou imaturidade, não alcança resultados satisfatórios já nos primeiros bimestres do ano - quiçá nos últimos - já que inevitavelmente o conduzirá a recuperação (ões) ou amarga reprovação. É o denominado "bimestre do desespero" para alguns. 

Vale ressaltar que o ensino como exemplo é alcançado de modo gradativo, sequencial, contínuo, lógico, e em doses homeopáticas, e, portanto, deve ser ministrado de forma adequada, eficiente, contumaz e a tempo. Afinal, o aproveitamento educacional pode ser otimizado ao longo do período, minimizando-se as dificuldades encontradas ao seu real alcance.  

E, nesta expectativa, cabe ao Estado elaborar programas e diretrizes capazes de maximizar o ensino público brasileiro, governantes imbuidos de interesse social e com propostas de reestruturação, adequação e gestão pública como meio ao fim proposto, a escola engajada em resgatar os interesses da escola e do mesmo modo, pais e professores conscientes do seu papel na sociedade em geral.

A lição deve ser feita por todos, Afinal, somando e/ou dividindo responsabilidades e esforços certamente o sucesso será líquido e certo. É o mínimo que se espera de todos.

Assumir a responsabilidade já será o primeiro passo.
Acredite!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tipo assim...

Discute-se muito no mundo contemporâneo o conceito do que seria considerado "normal" ou "anormal" como parâmetro balizador das condutas ou comportamentos a nortear as pessoas dentro de cada grupo social, comunidade e/ou da sociedade em geral.

Especialistas e estudiosos afirmam que a expressão "normal" é muito subjetiva, e não seria  até "sui generis" em razão da cultura de um povo? De forma que algo ou alguém poderia ser considerado "normal" para uns, e,  "anormal" para outros ou vice-versa.

E alguém poderá se perguntar: Então o que seria "normal"? Como diferenciar o "normal" do "anormal"? Existe alguma lógica entre um e outro? Como devemos diferenciá-los? Será que existe um padrão?
 
Ao longo dos processos históricos as sociedades em geral estabelecem regras, inclusive as de convivência, a partir de parâmetros balizados em ideologias e, como tal obedecem regulamentos critérios e conformidade com aqueles dominantes no grupo social. Nesse caso, tem-se a inferência da (s) cultura (s) em que essas populações se encontram inseridas.

Na verdade, entre "normal" ou "anormal" deve prevalecer o equilíbrio. E este,  talvez seria a forma mais sensata, lógica, adequada e que deveria nortear os comportamentos humanos, principalmente ao se relacionarem objetivando  o  respeito e a equidade social. Senão, vejamos alguns exemplos:
      
Seria  considerado "normal" ou "anormal" alunos carregarem consigo e para dentro da escola e/ou sala de aula baralhos - o famoso, Uno - walkmans, Iphone, Ipod, Ipad, câmeras fotográficas, ioiôs, bate-bates, maquiagens, bonés, óculos de sol, entre outros objetos? Ou mesmo comportamentos ou manifestações de intolerância, preconceito e/ou de discriminação (bullying)? Muitos responderiam, sim! Outros certamente  responderiam,  não!
 
Então, indaga-se: Qual a utilidade desses objetos em sala de aula quando não solicitados? É possível atender diferentes apelos e/ou interesses individualizados? Provavelmente os mais afoitos já se manifestariam, mas o questionamento é tão somente para induzir à reflexão. Há, inclusive, Lei específica - em todos os níveis acadêmicos, e onde todos são informados, inclusive os pais - sobre o uso veementemente proibido de material eletro-eletrônico em sala de aula, Até mesmo pela pluralidade de interesses dos envolvidos no processo dialético social.
  
De certo, que essa situação cotidiana, corriqueira para alguns, sobretudo nas escolas e universidades públicas, eis que até banalizam atitudes do gênero, e até de outras mais esdrúxulas,  mas que também se manifestam e que se prefere não colocá-las na baila das discussões. Uma coisa é certa,  no mínimo, dispersa aquele (a) que faz uso nesta condição, e aqui descritos, reforçando o descumprimento das normas institucionais em detrimento de todos. Será sempre possível?

E mais: Se a Escola é o local de locupletar conhecimentos, vislumbrando a boa educação pressuposta, recebida e desejada inicialmente em casa, com e na figura dos pais, porquê teria-se de descredenciá-los justamente em suas dependências, adequações e normas? E,  então, qual seria o seus papéis e importândia na sociedade?

Certa vez, ouvi a seguinte frase: "Somos de uma geração que obedecíamos os nossos pais", hoje porém; a geração é a de  "pais que obedecem os seus filhos". Na mesma leva de raciocínio, no passado "os pais cobravam as notas dos seus filhos"; atualmente estes, "cobram-nas dos professores, destes". E não está em baila a defesa do cerceamento da expressão destes no processo dialético. O que se discute hoje, incansavelmente, é a inversão dos valores comportamentais nas sociedades, em especial no âmbito educacional.

É assim em qualquer situação ou em qualquer lugar. É só observar! Para uns até pode parecer estranho e/ou até esquisito determinados comportamentos, coisas ou situações. Para outros, normalíssimo!
 
E então, consegue perceber e diferenciar o "normal" do "anormal"? Afinal, não se encontra certas espécies em qualquer lugarou qualquer lugar para certas espécies, bem como determinados comportamentos são impróprios e/ou inadequados ao crescimento e desenvolvimento individual e de outros em detrimento de todos. Cada um na sua hora e local.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Colar é ...

O termo aqui empregado tem, obviamente por analogia, significação ao empregado pelos dicionaristas no sentido da união, junção de partes, interesses como resultado e/ou único objetivo - consenso entre partes.

Conquanto não se estabeleça como regra, tem-se a expressão: "Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço". Provavelmente esta seja a frase mais apropriada para justificar, senão descrever, as atitudes pelos objetivos entre individuos de modo a explicar os fins pelos meios empregados sem o mínimo de esforço ou dedicação de um em detrimento dos demais.

Teste: Seu filho está estudando direito para as provas?
Teste: Você dedica o tempo necessário a seu filho?
Teste: Você ensina seu filho a gostar de ler?
Afinal, a sociedade vive julgando e criticando tudo. O país pela falta de estrutura, organização e seriedade, ingerência de governantes, corrupções, desvios, ausência ou precariedades de políticas públicas, assistencialismos utópicos, paternalismos eleitoreiros, condutas tacanhas ou omissas de colegas, vizinhos, enfim...

E não para por ai. Reclama-se do trabalho ou da sua falta, ausência ou precariedade de atendimento nos hospitais, transporte, salário, amigo, pais, filhos, vizinho. Se faz sol ou vai chover; se está frio ou calor. Meras intolerâncias? talvez!

Sempre reclamando segue-se em sociedade. - provavelmente, e/ou eternamente, insatisfeito. A resposta está dentro de cada um; seja pelas boas ou más escolhas a partir dos próprios comportamentos. Uma Nação reflete simplesmente a cultura de um povo.

O fato é que o indivíduo, via de regra, transfere para o (s) outro (s) expectativas, esperanças e/ou adequações, sobretudo responsabilizando-os pelas próprias negações, frustrações, atribuindo-lhes inclusive as próprias decepções e/ou infelicidades.

E como se torna difícil a introspecção, autocrítica, reexame de posturas - as vezes tem-se que recorrer a algumas especialidades para melhor visualização dos próprios comportamentos e/ou recomposições. O convite a se olhar no outro, a visitar o lugar do outro para melhor cognição e compreensão do processo.

Provavelmente ampliando ângulos e visões na (re) formulação de novas ideias, reflexões, conceitos, ou mesmo na mudança de paradigmas e possível inferência in casu tornar-se-ia a melhor solução. E, neste aspecto, desde muito cedo já se aprende no seio familiar, e na escola, os mais elementares valores morais, espirituais, éticos.

Nesta  expectativa, a escola e seus profissionais da educação, possuem mecanismos que envolvem o processo de locupletação do indivíduo pelo indivíduo e muito tem a oferecer. Contudo, como compreender as reais necessidades de um e de outro diante de tantas informações, tecnologias, grupos e interesses sociais? Como compreender as regras que determinam a normalidade ou anormalidade dos comportamentos a partir de conceitos formulados ou apropriados e suas aplicações?

 As respostas demandam análises e discussões.

Certamente a avaliação e o resultado não serão os mesmos daquele que se mostra interessado, participativo logo, bastante consciente e aplicado - denominado por muitos de cdf - em comparação aquele que pauta pelo velho jargão do "quem não cola não sai da escola" ou mesmo o que se imagina nunca precisar dos "supostos conhecimentos sacais" da escola e/ou da família. A este último, restará a frustração e o desvio de tudo e de todos.

Do mesmo modo, insta análisar o comportamento daquela profissional, enquanto aluna de graduação, segundo seu próprio relato: "naquele dia todos do grupo estavam dispostos a colar, e, numa dispersão da mestre aquela ponta de papel chegou as minhas mãos, contudo, sequer conseguia abri-la, eis que surpreendentemente fui acometida de uma crise de riso, e as lágrimas escorriam pela minha face em razão do meu pseudo-envolvimento".

Segundo a experiência narrada, a aluna sentiu-se "rídicula" com o comportamento, visto que causou-lhe a sensação de que todos da sala de aula estavam olhando-a, e logicamente censurando-a. Por outro lado, professora e colegas perplexos eis que não estavam entendendo nada. Mas, ela sabia, e se cobrava, intimamente. Acertadamente, optou por não colar. E como era boa em redação, desprezou a famigerada cola, e de imediato, redigiu seu próprio entendimento acerca do assunto, obtendo nota superior para surpresa de todos.

Assim, os valores agregados ao longo da vida daquela aluna fizeram a diferença entre a mediocridade e a determinação, foco e persecução. Certamente trocaria o termo inicial do "quem não cola não sai da escola" pelo "quem cola deveria permanecer na escola". Afinal, o fato de não saber a lição e optar pela cola não garantirá o mínimo necessário à sobrevivência social ou tornando-o refém de sistemas e manobras ou satisfazer vaidades e ilações várias do outro, comumente observados.

Desta forma, será possível compreender muita coisa em sociedade. Não saber é um processo normal. Aprender também. A diferença entre ambos consiste na vontade de transformar aquilo que se deseja; naquilo que se quer, porque neste diapasão não há qualquer distanciamento a não ser o próprio esforço empregado para realizá-los. Afinal, querer é poder.

Colar é...
Botar nas mãos do outro a sua própria sorte.
A transformação deve vir de dentro para fora. O contrário será sempre um risco; uma ameaça em qualquer segmento.

A sociedade reflete a imagem de seus indivíduos.
Não adianta reclamar sem fazer a sua tarefa.
Simples assim!


Motivos para ler
A importância da leitura
O desafio: Ler e escrever
A avaliação como ensino-aprendizagem
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Sem que meu pai soubesse, eu gostaria...
A avaliação deve orientar a aprendizagem