A História em video

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Jogo dos mistérios em série



Prove que você é um bom detetive ... 


Descubra no castelo do Mago Karajan pistas e segredos sobre as séries mais divertidas da literatura infanto-juvenil
 Então, corra!  

Mas não demore, senão ele transforma você em 
ou seria em ...




Afinal...
material de vetor preto cabeça
Nem todos os dias são de investigações, segredos, mistérios, sextas-feiras 13, tampouco, animais são sinônimos de presságios, agouros, predestinações!



                                          Teste: Que estilo de série literária seria você?


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

África do Sul: Apartheid

"Não importa o quão estreito seja o portão e quão repleta de castigos seja a sentença, eu sou o dono do meu destino, eu sou o capitão da minha alma" 
1948 - 1994
“Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes. Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta. Nos perguntamos: "Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível? "Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?… Bancar o pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você. E à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo.” Nelson Mandela, em seu discurso de posse, presidência da África do Sul, 1994.


"A morte é algo inevitável. Quando um homem já fez o que ele considera ser seu dever perante suas pessoas e seu país, ele pode descansar em paz."

"Eu me retiro com a consciência tranquila, sentindo que cumpri meu dever, de alguma forma, com meu povo e meu país."

RIP/Nelson Mandela
18.07.1918  - 05.12. 2013

sábado, 16 de novembro de 2013

Simbolo da sabedoria

A CORUJA ...
História, característica, particularidade e peculiaridade...
Simbologia

O termo coruja é a designação comum às aves estrigiformes, das famílias dos titonídeos e estrigídeos. Tais aves possuem hábitos crepusculares e noturnos e vôo silencioso devido à estrutura das penas, alimentando-se de pequenos mamíferos, sobretudo de roedores, insetos e aranhas. Engolem suas refeições por inteiro, para depois vomitarem pelotas com pêlos e fragmentos de ossos.

Em relação as especulações sobre os seus ataques, simplesmente reagem como qualquer outro animal quando se sentem ameaçados. Moram em ninhos que ficam em cima de árvores. Apesar de também pertencerem a categoria das "aves de rapina" em razão do bico curvo e unhas fortes, seus filhotes podem ser vítimas de outros predadores assemelhados como por exemplo, o gavião.

A coruja é a ave soberana da noite. Para muitos povos a coruja significa mistério, inteligência, sabedoria e conhecimento. Ela tem a capacidade de enxergar através da escuridão, conseguindo ver o que os outros não vêem. Simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo. Talvez por isso tenha sido escolhida como mascote dos escoteiros e dos cursos universitários de Filosofia, Pedagogia e Letras.

Na mitologia grega, Athena, a deusa da sabedoria, tinha a coruja como símbolo. Os gregos consideravam a noite o momento propício para o pensamento filosófico. Pela sua característica de animal notívago (noturno), era vista pelos gregos como símbolo da busca pelo conhecimento. Havia uma tradição que dizia que quem come carne de coruja adquire seus dons de previsão e clarividências, mostrando poderes divinatórios.

A superstição popular traduz que essas aves prenunciam a morte com o seu piar e/ou esvoaçar. Julgava-se também que por visitarem as igrejas durante a noite, onde comumente existiam lamparinas de azeite acesas, estas, teriam passado a apreciá-lo. Contudo, apenas procuravam os insetos atraídos pela luz.

A grande particularidade dessa ave é conseguir girar o pescoço por aproximadamente 270º em torno de si e/ou 180° para cima e para baixo para observar algo ao seu redor, permanecendo com o resto do corpo sem o menor movimento. A grande capacidade de visão e audição as tornam exímias caçadoras. Enquanto todos dormem ela permanece acordada, com os olhos arregalados, vigilante e atenta aos barulhos da noite. Por isso, representa para muitas culturas uma poderosa e profunda conhecedora do oculto.

O termo "coruja" geralmente é aplicado aos pais e/ou as mães que ressaltam com grandes exageros as qualidades dos filhos. É extensivo a outros familiares como tios, avós e outros.

Pela a história, característica, particularidade e peculiaridade acerca desta ave de rapina, envolvida em muitas lendas e mistérios, fruto da imaginação do homem e de cunho meramente cultural, conquanto, apenas a trajetória de uma das tantas espécies de aves existentes no meio-ambiente. Pela ave exótica que demonstra ser e pela simbologia ...

Melhor será admirá-la!


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Jogo: Sem erros ...

Fonte: Google Imagens
Brinque neste jogo e evite os erros mais comuns em português

Teste seus conhecimentos, agora!

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E, ao final, preencha o seu Certificado Digital 

Publique-o, se for o caso!

sábado, 2 de novembro de 2013

Holocausto à brasileira

Em nome da Razão
 Um filme sobre os porões da loucura num manicômio de Barbacena, Minas Gerais

A câmera penetra em todos os ambientes do hospital - pavilhões de velhos, aleijados, crianças, homens e mulheres. As sequências são interligadas pela imagem de um longo e escuro corredor do hospício e uma "louca" que canta uma música. Texto narrado em off propõe uma reflexão sobre a função social do manicômio a quem servem os hospitais psiquiátricos, quem são as pessoas enviadas para lá, qual o processo de "cura" e recuperação a que são submetidos. O filme encerra com depoimentos da família de um paciente.

Na mesma proposição de reflexão, também disponível em Obra literária, sob o título Holocausto brasileiro - Vida, Genocídio e 60 Mil Mortes No Maior Hospício do Brasil,  ARBEX, Daniela,  Editora Geração Editorial, e sinopse esposada pelo que se ler.
Holocausto Brasileiro

"Neste livro-reportagem fundamental, a premiada jornalista Daniela Arbex resgata do esquecimento um dos capítulos mais macabros da nossa história: a barbárie e a desumanidade praticadas, durante a maior parte do século XX, no maior hospício do Brasil, conhecido por Colônia, situado na cidade mineira de Barbacena. Ao fazê-lo, a autora traz à luz um genocídio cometido, sistematicamente, pelo Estado brasileiro, com a conivência de médicos, funcionários e também da população, pois nenhuma violação dos direitos humanos mais básicos se sustenta por tanto tempo sem a omissão da sociedade.

Pelo menos 60 mil pessoas morreram entre os muros da Colônia. Em sua maioria, haviam sido internadas à força. Cerca de 70% não tinham diagnóstico de doença mental. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou que se tornara incômoda para alguém com mais poder. Eram meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que o marido pudesse morar com a amante, filhas de fazendeiros que perderam a virgindade antes do casamento, homens e mulheres que haviam extraviado seus documentos. Alguns eram apenas tímidos. Pelo menos 33 eram crianças".

Se se abomina as crueldades das guerras, especialmente as da Segunda Guerra Mundial, pelo holocausto instalado nos campos de concentração, em que inocentes foram perseguidos e mortos, a exemplo de judeus, homossexuais, ciganos, eslavos, inclusive doentes mentais etc. Concomitantemente igual abominação, ter-se-á pela inércia do Estado, enquanto estrutura democrática de direitos, e da Comissão de Direitos Humanos e por assim tornarem omissos, porquanto, presentes os deveres In vigilandiratione loci e/ou Intuito personae que lhes são inerentes, ao não cumprimento da obrigação de fiscalizarem as instituições e suas estruturas pelas quais abrigam pacientes hipossuficientes, doentes, bem como aqueles que os assistem nas debilidades físicas, psicológicas ou mentais, todavia, passíveis de descasos, segregações, humilhações, alijando-os do mínimo direito e dignidade, bem como outros invariavelmente não cumpridos em detrimento do cidadão fragilizado ou vulnerabilizado, sobretudo crianças, idosos, aleijados, incapazes etc. de modo a envergonhar o país por estampar negativamente as páginas da história brasileira.

Aliás, cabe ao Estado, por meio dos seus representantes legais, ou por delegação destes, o patrocínio e a administração do bem social da Nação e sua subsistência - E, nesse caso, a vida é o bem maior a ser tutelado. De outro modo, não haverá a necessidade de falácias, ilações, senão, devaneios sobre desenvolvimento social, função social deste; daquele ou algo do gênero, se o povo sucumbe no caos pela falta de políticas públicas voltadas para o fim  a que se propõem.

A pior guerra é a civil porque nela; mata-se aos poucos, isso se considerar pouco, sessenta mil, em relação a guerra, propriamente dita, porém, torna-se tão igual pela forma velada, contumaz e consumativa com que se concretiza. De igual importância também, quando se nega ou negligencia a saúde como prioridade, a educação, a segurança, a moradia, a alimentação, o lazer, conquanto, constitucionalmente garantidos pelo Estado. Entretanto, visivelmente postergados até nos dias atuais. Fácil detectar, difícil é aceitar.

Resta-nos refletir sobre a função social do manicômio, das instituições legalmente constituídas, do Estado, enquanto Nação...
E, lamentar!

Saber mais:

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Consulta Virtual

Saiba mais e/ou tire suas dúvidas sobre as várias matérias acadêmicas, sobretudo no campo da História Geral e do Brasil, e pelas quais são envolvidas, sob o título Educação.  CLIQUE AQUI. E, sucesso em sua pesquisa!

E mais, acessando o Conhecimentos Gerais, confira AQUI, você terá a oportunidade de saber um pouco mais sobre vários outros temas e/ou assuntos diversos no mundo literal da informação, agregando e incrementando palestras, participações e interações entre pessoas ou grupos sociais, ampliando horizontes, relacionamentos interpessoais, profissionais, sociais.

Afinal, o mais importante é ficar abastado de acontecimentos e de informações, fazendo a grande diferença entre os demais. Não esqueça de consultar outras possibilidades, inclusive inserindo também a leitura diária e sistemática de livros, jornais e revistas ou outras nomenclaturas disponíveis ao bom leitor. Mas, lembre-se, uma das características mais importante de um cientista é a sua curiosidade. Logo, o despertar do conhecimento e suas possibilidades, e, consequentemente, o aprendizado!

Saia na frente, e,
Bons estudos!



domingo, 27 de outubro de 2013

Quebrando a cabeça ou Rachando a Cuca?

Fonte: Google Imagens


RACHA CUCA ou QUEBRA-CABEÇA?

CLIQUE AQUI e, Confira!

Mais: Não QUEBRE A CABEÇA,  RACHE A CUCA CLIQUE AQUI, e divirta-se!

sábado, 21 de setembro de 2013

Deficiente?!

O Estado cria e recria termos, conceitos, classes e categorias na sociedade para designar suas prioridades, seus atendimentos, suas finalidades, habilidades, especificidades, especializações e demandas, bem como diretrizes e objetivos para protagonizá-los, oferecendo os serviços (saúde, educação, moradia, lazer, dentre outros) e utilizando-se de parâmetros que vão sendo ajustados e/ou melhor definidos a sua estrutura. Assim, novos termos e necessidades vão surgindo a devida (re)composição ou adequação social, segundo rótulos de convivência, ou simplesmente release de discurso falacioso, então, apresentados.

Hodiernamente, discute-se o termo "Deficiência" - e por derivação, deficiente - cuja definição, pelos dicionaristas, denota como sendo a ausência ou disfunção de uma estrutura normal e/ou estruturalmente biológica. E, então, se questiona: o que é considerado normal na sociedade? Certamente, a definição vai diferenciar de um grupo para outro ou de uma pessoa para outra. Assim, por se tratar de um padrão definido pela e na sociedade, conclui-se que todos têm, de alguma forma, uma deficiência - até o Estado, enquanto Nação! - e esta se amplia na medida em que não se alcança o escore idealizado, objetivado e/ou a nota convencionada socialmente, seja no físico, psíquico, intelectual ou mesmo âmbito político, econômico, social, funcional etc.   

O termo deficiência/deficiente tem sido bastante rejeitado por especialistas pela sua carga negativa, discriminatória, preconceituosa, e até pejorativa, sobre pessoas com grau de dificuldade física, psíquica, intelectual, limitação temporária ou definitiva, severa ou não - e até mesmo pela utilização de forma inadequada. Conceito este criado pela OMS - Organização Mundial de Saúde, que inicialmente abarcava qualquer indivíduo na condição especificada e sob uma legislação, entretanto, bastante abrangente em suas derivações.

Aliás, e em razão da negativa conotação, adotou-se, em substituição ao anterior, o termo Portadores de Necessidades Especiais como sendo o mais apropriado, já que alguém está e requer uma condição diferenciada pela atipicidade, temporalidade, especificidade e carecedor da atenção ou do atendimento especial, inserção ou reinserção social, visando o seu desenvolvimento e, portanto, credor de direitos e não de segregação ou apartação social.

Observa-se a preocupação do Estado, enquanto sociedade, para encontrar termos e conceitos que possam minimizar o impacto, sobretudo no individuo, que possa causar no portador de uma necessidade especial, quiçá no grupo social a que pertença, entretanto, muito há que se fazer para facilitar essa sobrevivência, já que estes encontram dificuldades nos mais variados aspectos. E, neste aspecto, conta-se com o apoio e a solidariedade dos pares e seus segmentos.

Tomando como exemplo o atendimento as crianças especiais, observa-se casos em própria família não está preparada para lidar com o seu ente, seja pela negação ou própria aceitação sem preparo. No que tange ao ensino, a escola não se preparou para acolher este aluno; eis que da sua chegada em sala de aula até o seu ensino-aprendizagem há um grande distanciamento entre os envolvidos. Os profissionais ainda não minimamente instruídos, preparados para lidar com os casos que lhes são apresentados no "sistema inclusivo" - certamente de inclusivo não tem nada! Visível é a falta de estrutura. Espaços comuns, lazer, as salas sequer possuem rampas de acesso aos cadeirantes ou mesmo recursos áudio-visuais, ensino em libras, braile etc que venham facilitar o aprendizado, quiçá a preparação emocional dos profissionais, já que muitos não foram licenciados para este fim - alunos especiais, professores qualificados para ensino especial e/ou suas exceções.

Eis, novamente, a interrogação: E não há salas especiais com recursos e profissionais adequados para este fim? Sim, porém, com o sistema inclusivo, estas salas estão sendo desativadas pelo Estado. Logicamente, não estão considerando as atipicidades e adequações. E, então, a "deficiência" inicialmente discutida não fica somente no campo biológico, mas também no social, procedimental, estrutural, estatal e sua burocracia.

Neste diapasão, elenca-se os dispositivos da Lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente) em consonância com o art. 227, Caput, da Constituição Federal e o princípio da cooperação entre Estado, sociedade e família, quando se observa o muito que se tem por fazer, já que nem o mínimo previsto na legislação vigente tem sido ofertado ao seu público-alvo pela falta de mínima razoabilidade, e, sequer atendendo aos princípios da igualdade, solidariedade, fraternidade, mas descortinada na célebre frase de Rui Barbosa, in verbis:

"A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é a que se acha a verdadeira lei da igualdade...Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real".

Historicamente, procurou-se corrigir distorções existentes, porém, os indivíduos continuam sendo alijados ou preteridos do processo da inserção social, sobretudo os brasileiros, portadores de necessidades especiais. Sob este aspecto, o esforço desses guerreiros não se pode desconsiderar. Muito se tem a refletir. Pouco se tem a comemorar!

Deficiente. Diferente. Portadores de necessidades especiais. Todos somos, em algum momento ou aspecto!
Diferentes e iguais...
Gente!

Pense nisso!
Saber mais:

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Abdicação de D. Pedro

In verbis:

"Usando do direito que a Constituição me concede, declaro que tenho muito voluntariamente abdicado na pessoa do meu muito amado e prezado filho, o Senhor D. Pedro de Alcântara. Boa Vista, 7 de abril de mil oitocentos e trinta e um, décimo da Independência e do império".
Pedro.
Ficheiro:Abdicação de Pedro I.png



Carta da despedida de D. Pedro I ao filho D. Pedro II

In verbis:

"Meu querido filho, e meu imperador: Muito lhe agradeço a carta que me escreveu, eu mal a pude ler, pois que as lágrimas eram tantas que me impediam a ver; agora que me acho, apesar de tudo, um pouco mais descansado, faço esta para lhe agradecer a sua, e para certificar-lhe que enquanto vida tiver as saudades jamais se extinguirão em meu dilacerado coração.

Deixar filhos, pátria e amigos, não pode haver maior sacrifício; mas levar a honra ilibada, não pode haver maior glória. Lembre-se sempre de seu pai, ame a sua mãe, e a minha pátria, siga os conselhos que lhes derem aqueles que cuidarem na sua educação, e conte que o mundo o há de admirar, e que hei de encher de ufania por ter um filho digno da pátria.

Eu me retiro para a Europa: assim é necessário para que o Brasil sossegue, o que Deus permita, e possa para o futuro chegar àquele grau de prosperidade de que é capaz.

Adeus, meu amado filho, receba a bênção de seu pai que se retira saudoso e sem mais esperanças de o ver".

D. Pedro de Alcântara
Bordo da Nau Warspite
12 de abril de 1831


terça-feira, 27 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Quizzes - História Geral e do Brasil




Teste seus conhecimentos

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Caça-palavras

Divirta-se  CLIQUE AQUI

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Tributação estatal

Fonte: Google Imagens
Historicamente, a tributação, bem como a capacidade contributiva do indivíduo, precede ao surgimento de Grécia e Roma, berço da civilização humana, sobretudo no Mundo Ocidental, e, portanto, evidenciada a partir das várias oferendas para o líder da tribo como sinônimo de agradecimento e proteção. A palavra tributo vem do latim, "tributum", e significa dividir, repartir entre ou com a tribo. 

Assim, do sistema feudal europeu e servidão ao colonialismo americano, exploração, escravidão ou até mesmo no de povoamento, verificou-se a cobrança de tributos, seja pela fixação do homem à terra e o que dela possa extrair ou pela sua simples ocupação. Tributo, imposto, contribuição, tarifa, entre outros, e sob várias denominações, mas que no caso brasileiro, iniciou-se com o Quinto, ou seja, a quinta parte de tudo que era extraído das minas era recolhida aos cofres da administração da colônia, tributando-se posteriormente os demais produtos, bens e serviços.

Hodiernamente, a capacidade de tributar e arrecadar do Estado, bem como a de contribuir de cada indivíduo de acordo com a renda auferida - níveis ou faixas de enquadramento - seja por meio do salário, produção diversificada, comércio e derivação, serviços prestados ou até mesmo nos ganhos de capital, dentre outros, tem aumentado significativamente os ativos do governo. Nesta lavra, tem-se a regra do quem ganha mais; contribui mais, quem ganha menos; obviamente, paga menos, porém, em tese, todos participam, socializando-se os recursos arrecadados ao franco desenvolvimento do país. 

E, então, a velha máxima, e refrão, do poeta: "Tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer [..] verdadeiramente se fundamenta. Nos mais variados momentos da vida de cada indivíduo a tributação do Estado se faz presente, inclusive com aparato próprio e fiscalizador. Sabe-se até de um Estado "leão", ou seja, o poder da sua mordida (tributação) e na obrigação de todos para com este.

Pesquisas revelam que o Brasil aparece entre os 30 países do mundo que mais cobram tributos e/ou impostos, e o que menos oferece qualidade nos serviços públicos prestados à população. Assim, tem-se a saúde ofertada pelo Estado; porém, a necessidade da adesão a outro plano de saúde, sob pena de não realizando-o, sucumbir sem o atendimento eficaz, aposentadoria garantida, mas a necessidade da recomposição complementar com outro tipo de pecúlio, educação pública como dever do Estado, conquanto, a particular como solução e qualidade, segurança deficitária, descaso e inaplicabilidade de políticas públicas em todos os sentidos.

Nesta diapasão, a carga tributária - 63 tipos de tributos, segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - é tão grande que muitos preferem viver na informalidade. As mesmas pesquisas apontam um aumento progressivo a cada ano. A arrecadação, pela quantidade de impostos cobrados, teria sido extraordinariamente relevante, porém, assustadora.
Fonte: Google Imagens
Não obstante a carga tributária, sobretudo a trabalhista, é sabido que muitos empresários e/ou empregadores, para fugirem do "Estado Leão", pagam seus funcionários com salário bipartido, ou seja, de duas formas: uma parte oficial e o restante, extraoficial, "por fora", burlando a norma majorante, autorizativa e da fiscalização estatal. Do mesmo modo, o comerciante que vende o produto, sem a nota fiscal, sonegando assim o imposto incidente sobre a venda, apesar dos riscos decorrentes da conduta. O denominado "caixa dois" de algumas empresas, pelas quais justificam suas ações como meio de sobreviverem a carga excessiva de impostos.

Por seu turno, o que se verifica no Brasil, em média, é o indivíduo trabalhar nos primeiros cinco meses do ano somente para pagar impostos, e o restante para suprir as deficiências ensejadas pelo descumprimento dos serviços ofertados pelo Estado. Na Argentina e nos Estados Unidos são equivalentes, em média, a três meses de desembolso. Vale lembrar que neste último, o tributo é único para todos os produtos e serviços.

Ademais, observa-se a má gestão, desproporcional e decepcionante, pelo pouco retorno em benefícios torna-se inócua eis que concomitantemente se constata diuturnamente desvios da finalidade proposta. Ao mesmo tempo em que se tributa mais, arrecada-se mais, contudo, se oferece menos a população, sem elencar as corrupções e evasões, objeto para outras reflexões.

Ora, cediço é que instituído o tributo, cabe ao Estado gestar, administrar a arrecadação de modo a que se propõe, advinda do e para o indivíduo, grupo ou sociedade na justa medida e equidade, não se obstando a contrapartida de todos em relação a todos. Deste modo, o exemplo a seguir.  

E aprendeu-se que o Estado é a união de todos nós, igualmente...
Será?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Exercitando a cuca

Você tem dificuldade para compreender..., Lógica?
Teste-a!!!

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terça-feira, 25 de junho de 2013

Intolerância

Fonte: Google Imagens

Intolerância: s.f. característica de quem é intolerante ou repugnância. Falta de tolerância ou compreensão. Comportamento, atitude odiosa e agressiva, de caráter político ou religioso, daqueles que possuem diferentes opiniões. Intransigência. Etimologia do latim; intolerantia.

Sob a ótica da historiografia, o termo epigrafado vai aquém das já conhecidas definições pelos vernáculos. Provavelmente, tenha-se que recorrer a outros insertos e/ou ciências para melhor compreender a sua extensão.

A teoria criacionista, pela explicação do surgimento do homem, deixa indícios de que Adão e Eva já teriam praticado a intolerância em razão da desobediência de ambos ao que lhes foram "proibido". E muitos até diriam: Simbologia, curiosidade, pecado original. Seria? talvez! As próprias "guerras religiosas" em todos os tempos e lugares denotam também exemplos. Tudo em nome da fé. E aqui não se discute as do reino irracional, pela sobrevivência, já que serviriam de muitas ilações.

De modo que se constata a intolerância entre os pares, individualmente na e em família, grupo social frequentado, trabalho, interesse e ideologia ou em filas, atendimentos, lugares, privilégios etc. Partindo dessa premissa, torna-se compreensível, porém, não aceitável, a derivação das ações, senão vejamos o legado histórico a que se tem conhecimento.

Insta ressaltar a intolerância pela discriminação, preconceito, apartação, desigualdade. Aliás, grupos como ku klux klan, skinheads, punks ou carecas, iniciados na América do Norte, homens-bomba ou kamikazes suicidas foram se espalhando pelo mundo e deixando rastros de destruição, violência e terror. Hodiernamente, outros grupos se insurgem contra nordestinos, gordos, magros, seja pelo bullying e sua abrangência, black blocs ou outras formas. Novas roupagens, todavia, mesma significação e prejuízo.

A Guerra de Secessão e a beligerância interna americana - Estados do Norte contra os do Sul por uma ideologia dominante/predominante. A Guerra do Paraguai, idealizada, instruída e monitorada pela Inglaterra, envolvendo outros países dentre os quais, o Brasil. Os dois grandes conflitos mundiais, tendo o último, balizado a perseguição e holocausto de judeus, ciganos, homossexuais, dentre tantos outros.

Os conflitos armados entre Israel e Palestina, e longevidade com que datam, em razão de interesses vários, dentre os quais, a própria ocupação territorial e a faixa de Gaza, conquanto lastreado na religião ou religiosidade de um povo - céticos, talvez! -  mas visíveis até nos dias atuais.

A África e o Apartheid, onde negros e brancos se dividiram racial, e socialmente, já que não compartilhavam quase nada uns com outros. O massacre genocida em Ruanda, por grupos extremistas em decorrência de uma sangrenta guerra civil. A divisão e separação entre curdos e turcos-iraquianos no próprio território, dentre tantos outros exemplos.

Vale lembrar que a construção do Muro de Berlim, também conhecido como o "Muro da Vergonha", dividia a Alemanha Oriental (socialista) da Alemanha Ocidental (capitalista) com e nas figuras protagonistas da antiga URSS e EUA na disputa pela hegemonia mundial e a prevalência de seus respectivos sistemas  por meio da denominada Guerra Fria. Felizmente, com o fim da  animosidade, derrubaram-no.

Numa história mais recente, o ataque as Torres Gêmeas (EUA) por grupo árabe muçulmano, designando mais uma vez a intolerância humana, numa demonstração de intransigência e desatino, sucumbindo milhares de pessoas inocentes. Reiterados sentimentos separatistas instigam estados, países, nações quando ao mesmo tempo, e de forma contraditória, pugna-se pela globalização. E então a pergunta: Na atual conjuntura, será possível?

No Brasil, a partir do processo de colonização, exploração, escravidão, os próprios Anos de Chumbo que mancharam as páginas da história brasileira ou pelos insistentes focos registrados nos dão conta de velada intolerância, contudo, objeto de reflexões e de contínuas lutas à repaginação da sociedade, enquanto Nação.

Certa vez ouvi a frase: "Quando eu conheço; eu passo a respeitar".
O que está faltando para a humanidade: Conhecimento, discernimento, tolerância?

Ícone da resistência contra a intolerância de um povo: Nelson Mandela
Vale repensar!



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dicas: Antes, durante e depois da prova

Veja as dicas, e, acompanhe seu filho...
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Jogo: Brincando e aprendendo

Palavras quebradas

Fonte: Google Imagens


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Quebra-cabeça
Fonte: Google Imagens

E mais:  Gostou das Palavras quebradas e do Quebra-cabeça?

Então, tente também o Cubo Vermelho
Fonte: Google Imagens
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terça-feira, 7 de maio de 2013

Aula de História

A história no cinema

Foto: Cena do filme Lincoln, protagonizado por Daniel Day-Lewis (esq.), vencedor do prêmio de Melhor Ator no Oscar 2013
Fonte: Educarparacrescrescer.abril.com.br


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Jogo da memória

Concentre-se, teste a sua memória

domingo, 31 de março de 2013

Uma questão de interpretação


Certamente, a atividade do docente não é nada fácil, principalmente quando se lida com adolescentes e suas efervescências, próprias da idade. Atualmente já não basta o amor a profissão, mas sobretudo paciência e muita disposição para o trato que a questão requer, sempre e sob iminente estresse, verificados diuturnamente, onde o ambiente escolar tornou-se, via de regra, um "barril de pólvora" e/ou "bomba-relógio". Necessário, pois, reflexões acerca de inusitados contextos.

Isso faz relembrar algumas histórias!

Numa dessas acaloradas aulas, uma turma resolveu boicotar a aula daquela professora - provavelmente pouco interessante aos olhos de alguns jovens - impedindo-a de ministrar a tão planejada revisão para a prova, cuja atividade anterior poucos responderam, portanto, sem o resultado desejado, deixando desde logo a mestre bastante desapontada, senão, indignada. 

Do mesmo modo, naquele dia ao ser impedida de entrar, noutra sala - ou seria sair de sala? - na troca de horário, professor e componente curricular, alunos aglomerados na porta, fora de sala, e, via de regra, comum é vê-los chutando qualquer coisa, e/ou pelas brincadeiras indesejáveis ou pouco recomendáveis, instantes em que uma lata de refrigerante, com substância duvidosa, concomitantemente com uma bola, oriunda sabe-se lá de onde, atravessou-lhe o caminho, acertando-a em cheio a sua cabeça, fazendo-a girar. Isso faz lembrar da professora Maria de Fátima Costa dos Santos, Franco da Rocha, São Paulo, que quase ficou cega, após ser atingida com lata de lixo, após o corte de energia e arrastões em sala de aula.

Ainda muito irritada, procura a Direção e Conselheiro da turma, sugere apuração e devida medida punitiva, a quais seriam pela retenção de carteirinhas, cancelamento do passeio anteriormente programado, chamamento dos pais e/ou responsáveis para ciência, eis que se tratava do último bimestre,  apurado e do conhecimento de todos, pelo menos dos envolvidos, remetendo-os provavelmente a uma reprovação generalizada.

Tumulto contido, eis que ao adentrar em outra sala, ela, descobre de onde partira a bola. É, aquela! que lhe atravessara o caminho anteriormente, e ouvir em tom de zombaria, qual o proprietário, o responsável pelo chute certeiro, e demais concorrentes da latinha de refrigerante ao passe facilitador que a colocara,  no mínimo, em situação vexatória ou ridicularizada diante todos.

E, sem pensar, disparou: Vocês conhecem as regras da boa convivência, mas preferem ignorá-las. Alguns insistem em agir como filho de chocadeira! Como???? Momento em que alguém retruca: Filho de chocadeira? É, ela ratificou: Sim, filho de chocadeira, porque muitos não sabem o significado da palavra família. Aprendizado e educação pressupõem-se começar, iniciar-se em casa com a família, a partir de regras, limites, compromissos, exemplos e espelhos, eis que a conotação dada a expressão "Filho de chocadeira" remete-nos para aquele que foi ou está sendo criado fora da mãe, sem sentimento de amor universal, respeito pelo outro, sem o mínimo de princípios, e do contrário, saberia distinguir os valores morais, espirituais, éticos, cidadãos, bom comportamento social, e que devem a todos nortear, sobretudo no ambiente escolar.

Porém, o que deveria ser algo razoável, sanável e positivado ao crescimento de todos, tornou-se objeto de ilações, controvérsias e desentendimentos, eis que depois da chamada "pagação de sapos" pela professora alguns teriam entendido a seu modo e valor - imaginara esta ter alcançado o objetivo pelo ensinamento daquela estressada aula  - e alguém se insurgiu, alegando em nome próprio -  e alheio! - ofensa e humilhação nas palavras proferidas por ela, apesar de não ter sido dirigida individualmente a ninguém.

No dia seguinte, reunião com a turma, pais e/ou responsáveis, Direção e demais professores. É, aquela, inicialmente do tumulto, depois da retenção das carteirinhas e na qual, alguns alunos atribuíram aos professores, conduta diversa de desrespeito também para com eles, inclusive com algumas citações e ilações ocorridas,  em outras turmas, mas que eles, em sua defesa se apropriaram. Certamente para desviar ou desvincular qualquer punição que os detivesse, eximisse ou retirasse os benefícios, inclusive o passeio preparado pela escola.

E, então, o que era para se apurar com aquela reunião,  inverteu-se pela ordem ou reconvenção. Ou seja, o comparecimento dos pais naquela escola foi tão somente para saber porque aquela (es) professora (o) (s) havia se excedido, contudo, não verificou-se nenhuma preocupação já que a turma apresentava vários problemas de indisciplina, baixo desempenho e notas irregulares. Sequer quiseram ouvir o real acorrido naquela fatídica manhã.

Fato análogo foi veiculado, envolvendo o Colégio Estadual Piratini em Porto Alegre (RS), onde uma aluna que falava ao telefone em sala de aula, teria sido convidada a desligar e/ou guardar o aparelho celular - sob pena de ter que sair da aula haja visto estar atrapalhando a ministração - sentiu-se constrangida com a atitude do professor. Posteriormente, seus pais teriam representado judicialmente em face do mestre, alegando "constrangimento" da filha, momento em que foi contestado pelo cumprimento da norma institucional pelo profissional da educação.

Insta salientar, que o uso de telefones celulares em sala de aula, apesar da restrição inclusive por parte de universidades e faculdades em todo o país - Lei estadual -  tornou-se quase que regra pelos alunos, assim como as cartinhas e/ou baralhos e afins, de modo que sempre exemplificam conflitos entre escolas, alunos e professores, sobretudo em instituições públicos pelos vários conceitos e permissividades de algumas pessoas acerca da deturpação entre o verdadeiro sentido da "res publica" e suas responsabilizações.

E muitos até diriam: "Impressionante! como o adolescente manipula as coisas ao seu favor" ou algo como "Bobo é quem pensa que eles são ingênuos! Em nenhum momento, apesar do contexto, a (o) (s) docente (s) se dirigiu aquela turma, mas aqueles jovens se apropriaram do acontecido em outra turma para se resguardar de possível punição de seus pais, acusando-a (o) (s). Se alguém tinha de reclamar não seria esta, mas sim a outra. Até porque o discurso da docente foi genérico  ou ofensa individualizada.

Vale ressaltar que os próprios pais, em vários momentos da convivência familiar, perdem a paciência com seus filhos, recorrem as punições e cerceamentos vários no sentido de melhor educá-los. O professor não pode, bem como o direito de perder a paciência, inclusive quando é ofendido ou agredido - e, neste caso, em local impróprio, o corredor. A ele é cobrado tudo, mas negado o direito de agir, contraditoriamente. A ele será sempre cobrado coerência, bom-senso, cautela, mas sobretudo sabedoria, em detrimento de qualquer sentimento ou reação inesperada, indesejada ou esdrúxula como possa apresentar.

Assim, ao analisar de forma igual e justaposta, conquanto pouco indigesta, e se colocar no lugar do outro, indaga-se: E se fosse o contrário? Sim, como no caso daquela professora que quase perdeu a visão. Teria sido ela a cortar a energia elétrica da sala e iniciado o arrastão? Quem arcará com os danos ocorridos em razão da agressão sofrida por ela? A quem caberá a responsabilização: O Estado, aluno (s) ou a (s)  família (s) dos infratores? Bem, o inverso pouco importa, diria alguns! O ser humano, profissional, pessoa, eis que todos podem falham, inclusive os professores, inclusive dificuldades em administrar jovens rebeldes, sem objetivos concretos, certamente em razão da idade, salas lotadas, contextos e/ou parâmetros sociais e  familiares diversos.

E muitos até arriscariam pronunciar: "Coitados, ainda, são jovens e pouco sabem da vida"! mas sabem perfeitamente o que fazer para conquistar seus objetivos. Ensinar para educar. E não se mostram tão inocentes em outros aspectos da vida e baila das discussões.

Afinal, o que queremos reproduzir na sociedade?

Pense nisso!

Saber mais: 

domingo, 24 de março de 2013

Educação: Ensinando a ensinar

Educação é coisa séria...

Forma pessoas em cidadãos questionadores, críticos, mas, sobretudo participativos, transformadores!

Saber mais:
Habilidadades e Competências
Frases de Paulo Freire
Cantigas de roda ...
Para ensinar, não é necessário reprovar, reprovar e reprovar

quarta-feira, 20 de março de 2013

Imagens e reflexos!

Ao analisar determinados comportamentos reproduzidos na sociedade em geral, a partir dos pilares balizadores dos aprendizados pelos ensinamentos na busca da melhor qualidade social, intelectual e da participação dos seus indivíduos, em especial no campo da educação como locupletação do homem, tem-se uma grande diversidade de exemplos - boas e ruins - mas, consequentemente com reflexos paradoxais que nos induz a repensar, inferir ou  mediar  na busca de soluções.

Desta forma, tem-se os valores sociais, morais, espirituais, éticos, entre outros, contudo, a cada momento uns ou outros se destoam como se não estivessem intrinsecamente ligados por padrões, modelos ou regras a serem seguidos ou que pelo menos deveriam servir de parâmetros norteadores de uma sociedade em prol de melhor qualidade de vida.

Vale ressaltar que, via de regra, os pais ensinam e/ou repassam aos seus filhos os valores pelos quais eles acreditam  e aqui não se discute grau ou juízo de valor em que pese o conceito de certo ou errado, mas tão somente o que cada um quer para seu filho como por exemplo na defesa da verdade, ou seja, o de procurar nunca mentir, respeitar, não  iludir, persuadir, enganar, dentre tantas outras condutas sociais reprováveis aos olhos da lei e da sociedade, todavia observa-se diuturnamente, atitudes antagônicas, contrárias e negativas, mas que facilmente assimiladas, sobretudo quando em tenra idade, e, fatalmente, reproduzidas mais tarde.

Mas como ensinar uma coisa e fazer outra, completamente diferente? Será que o provérbio  "Faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço" estaria coerente e adequado? Certamente, não! Ao mínimo poderia reforçá-lo negativamente, senão, vejamos alguns exemplos acerca do assunto.

Para Bruna Menegueço, então, jornalista da Revista Crescer: "Mentir para o seu filho parece inofensivo, mas dessa forma, a criança não aprende". Você sabe que mentir é errado e se esforça para ensinar isso ao seu filho. Quando percebe que ele contou uma mentira, conversa, ensina, explica e até perde o sono quando pensa onde pode ter errado. Mas dias depois, durante um passeio ao shopping, seu filho pede um brinquedo novo. Você prontamente responde: "Eu não tenho dinheiro". Alguns minutos depois, entra na próxima loja  e compra um perfume, por exemplo.

É fácil cair na tentação da mentira para tentar uma discussão ou que seu filho se frustre por um motivo banal. Mas esses são marcos importantes do desenvolvimento infantil. Uma mentira aqui, outra ali, e quando você percebe, ela já faz parte do repertório da criança, que passa a acreditar que  aquilo é comum e pode ser feito. E ai, não adianta conversar, explicar, ensinar, se o exemplo - que é sempre uma das melhores lições - for diferente.

Conforme o posicionamento da jornalista, balizado por Ana Lúcia Gomes Castello, psicóloga do Hospital Infantil Sabará (SP), confira as 6 mentiras mais comuns que os pais contam aos seus filhos e, da próxima vez que pensar em contar uma "mentirinha" para evitar uma conversa com seu filho, respire fundo, fale a verdade e explique. Logo, você vai perceber que o esforço vale - muito - a pena.

Eu volto logo!

A cena é clássica. Você tem que sair para trabalhar e seu filho começa a chorar, agarra a sua perna, pede que fique. O coração fica despedaçado, é verdade. Para amenizar, ao menos, um pouquinho esse sofrimento, você diz: "Eu já volto, não vou demorar". Logo, seu filho vai perceber a verdade e pode não acreditar mais em você.

Não tenho dinheiro!

Basta um passeio pelo shopping ou até mesmo pelo supermercado para começar a ouvir os pedidos. Pode ser brinquedos, jogos e até um doce daqueles bem coloridos. A resposta já está pronta: "Não tenho dinheiro". Alguns passos adiante e você entra em uma loja para comprar um presente para alguém. E o dinheiro, afinal, de onde brotou? Não vai demorar muito e a criança vai começar argumentar. É melhor explicar que você não vai comprar aquele presente e que ele pode pedir de aniversário ou de natal. 

Estou prestando atenção!

Enquanto seu filho imita um super-herói com direito ma efeitos sonoros e desempenho cheio de energia, você aproveita para assistir alguns minutos de um programa na televisão. Quando ele nota que você  não reparou em um movimento diferente, logo pergunta se está prestando atenção: "Estou vendo, filho". Aqui, a melhor saída é reservar a atenção exclusiva para a criança e evitar a resposta mentirosa.

Está fechado!

Parque, sorveteria, loja de brinquedos, restaurante, fast food, shopping... A lista dos estabelecimentos que você diz estarem "fechados" quando seu filho pede alguma coisa é enorme. Melhor aproveitar a chance e fazê-lo entender que não é a hora de brincar, comer, correr etc. Lembre-se que lidar com a frustração e, sim, importante para o desenvolvimento dele.

Que desenho lindo!

Nesse caso, o mais importante é elogiar a iniciativa de desenhar, aproveitar aquele momento. Ninguém espera que uma criança desenhe perfeitamente, mas se perceber que seu filho se esforço pouco desta vez, você pode comparar com outros que ele já tenha feito e incentivá-lo a caprichar mais no próximo. Além disso dizer "que legal" pode ser uma saída melhor.

A cegonha traz os bebês!

Falar de sexo com o seu filho é difícil mesmo. Quando bem pequeno, ele não precisa saber exatamente como os bebês nascem, mas evite usar a velha história da cegonha. Explique apenas que eles são frutos do amor do casal e pronto. Não precisa ir além da pergunta dele naquele momento. Aos poucos, ele vai entender a verdade.

Assim, torna compreensível alguns desvios, atitudes, comportamentos diante do semelhante e na sociedade quando em muito, poderiam ser evitados.

E, então, inevitáveis, os questionamentos: O que queremos da sociedade? O que fazemos por ela? O que desejamos para todos, em especial, para os nossos filhos?

Pense nisso!