A História em video

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sábado, 5 de novembro de 2011

Senso, dissenso, consenso, bom-senso

Ao discorrer, primeiramente, necessário se fazer a desmistificação entre os termos em epígrafe. O nosso velho, excelente e inseparável Aurélio Buarque de Holanda, também conhecido com o jargão de "o pai dos burros" tece significações, conceitos e diferenciações entre as palavras, e aqui não vamos discuti-las, mas utilizá-las sutilmente,  parafraseando-as, no discurso.

Então, significados a parte,  passemos ao fito das significações e contextualizações no mundo prático, real, como já dizia Nelson Falcão Rodrigues, dramaturgo, jornalista, escritor, entre tantas outras qualificações e grande visualizador do homem pelo homem.

Aprendeu-se pela História, a despeito da Escravidão e como esta se desenvolveu, ideias, ideologias, personagens e o próprio sentido evolutivo do Estado, bem como o processo na Servidão que, sob mesma nuance e/ou ótica nos remete as diferenciações e semelhanças entre um e outro.

Atualmente, discute-se a Globalização. Simplesmente "Processos" por que passam um povo, um Estado, uma Nação, e como tantos outros pelos quais o mundo atravessou, atravessa ou atravessará, mas que atualmente se apresenta buscando equiparação, igualdade e contextualização por acreditar que, conquanto necessita de ajustes, se mostra como o ideal para todos em razão do  próprio nome - GLOBALIZAÇÃO - e aqui não se está discutindo se todos estão em pé (povo, país) de igualdade a ponto de se englobarem como num passe de mágica - "Todos" - num único objetivo - Crescer com qualidade - mas tão somente, na  preparação do povo e/ou país no que tange a Educação, eis que não se acredita algo maior fora dela.

Processo este que nos remete a reflexão: Se todos necessitam estar em sintonia com o mundo, porquê vê-se tantas discrepâncias de procedimentos no âmbito mundial? Como Nações segregadas como a África e/ou países latino-americanos com fragilidades, vulnerabilidades, dificuldades, poderão competir com os demais, denominados  "Primeiro mundo " sem uma preparação devida,  efetiva e responsável?
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Analisemos!

Recentemente, o MEC - Ministério da Educação e Cultura - Inep* por meio de uma nota técnica expedida, e na qual,  reformula os instrumentos de avaliação dos cursos de graduação da educação superior para operacionalização do Sinaes*** em que consiste na criação do curso de Direito a distância; retirada da exigência de Doutorado e Mestrado em Direito para coordenador de cursos;  previsão da existência de docentes apenas graduados; regressão  no conceito de trabalho de conclusão de curso (TCC), ou seja, baseando-se pela Mediocridade! Enquanto outros - países! - estão buscando a Excelência.

Na mesma leva de raciocínio, semana passada (26.10.11) salvo engano, o STF - Supremo Tribunal Federal, Corte máxima do País,  e na figura de seus Ministros, julgou procedente, ou seja, Constitucional, o Exame da OAB - Ordem dos Advogados do Brasil,  e lá  o então Relator, sua Excelência o Ministro Marco Aurélio de Mello, conduta ilibada e notório saber jurídico, ao fundamentar o seu voto, discorreu: " [...] a permissividade com que se consegue abrir os cursos de Direito de baixo custo, porquanto restritos a "a cuspe e giz" [...]" em outras palavras,  faculdades baratas e/ou universidades cada vez mais despreparadas [...] grifo nosso. Contudo, faculdades autorizadas e fiscalizadas pelo próprio MEC e demais instituições interessadas, em tese, pela qualidade, a exemplo dos cursos de Direito pela OAB, em que esta mesma fiscaliza a estrutura, o currículo, os núcleos de práticas, as qualificações dos docentes... As Faculdades de Direito! e considerá-la apta ou inapta ao seu crivo de reconhecimento, muito embora depois, lançarem ilações, devaneios e/ou aparatos para coibi-los - instituições e instituídos.  Faculdades essas que, pelo próprio nome e essência são oferecidas aos milhões de brasileiros, trabalhadores assalariados ou não  sedentos de conhecimentos, e de mudanças! Mas, que não estão em condição privilegiada de tantos outros  mais  "abastados" e/ou que ainda não conseguiram, visualizar ou analisar a dubiedade no binômio "quanto mais, melhor x quanto menos, melhor" ou da regra matemática (dos sinais) do mais e do menos:  mais com menos, menos com menos,  mais com mais, condição essa inversa, perversa e não raras, desproporcionais. Repita-se "Autorizadas" pelo Estado. Estado este, que deseja competir em e com qualidade  com o denominado Grupo dos 7, 8, ... maiores países do mundo... Globalização meu povo!
 
E, muitos estão indagando: Porquê não estudam nas Universidades Públicas (Federais)? Porque não tem competência para nelas, ingressarem? Não seriam estes os seus principais alvos? E a resposta aparece simplista demais. As universidades brasileiras, em regra, funcionam no mesmo horário em que o trabalhador tenta sobreviver. Mas aqui, obsta-se de maiores comentários, objeto de outras reflexões e possíveis inferências.

Ressalta-se que não é só com o curso de Direito. Há muito tempo sucatearam outros cursos - inclusive outros níveis, a exemplo, o Básico - como os de Licenciatura. É, exatamente os cursos voltados para preparar professores, médicos... Há muito tempo que professor já não tem, sequer, a Identidade/Carteira Funcional, prerrogativa de todo profissional que se gradua em nível superior - e toda vez que ele, professor, necessita comprovar, tem de levar consigo, o Diploma/Certificado de conclusão debaixo do braço, como se isso lhe facilitasse a vida. Sem contar na diminuição da carga horária dos currículos de vários e vários cursos e que aqui,  não estão em baila.

E então, devem estar se perguntando:  O que tudo isso tem a ver comigo? Quem!? É, você! do Ensino Fundamental, Médio, Universitário, Cidadão brasileiro. E, então,  respondo: Tudo! Por que são esses profissionais que vão lhe atender nas escolas, nos  hospitais, que vão construir os prédios ... E não venha dizer que a  cuspe e giz ou que não sabia que era assim. Por outro lado é você que está se preparando - ou não! -  para ser um destes,  um dia. E então, as estruturas e seus gestores balbuciam: "Coitadinhos"!!! Vamos ajudá-los! São tão carentes, não vão conseguir! Não tem dinheiro, emprego, moram na periferia, não estudaram... deem-lhes bolsas, cotas,  comida, descontos etc. Mas em contrapartida não oferecem dignidade. É isso: Dignidade, Igualdade, Condição, Oportunidade! É gente, porque de Fraternidade, o inferno está cheio. E vamos parar de hipocrisia e ficar imaginando que Todos tem pena de todos. Isso não é verdade.  O homem é por excelência egoísta, eis que em regra,  nasce só!
  
Acorda Brasil!!!

E o discurso é o mesmo: "Ensinar os contextos, dentro dos contextos", individualizado ou coletivo? O homem é um ser social,  e não venha com o discurso de que ele pode viver só - o próprio poeta diz que é impossível ser feliz sozinho!  E a realidade do aluno? Qual? Esta!!! - a dele, a sua, a nossa - o grupo social em que vive, sua realidade ou aquela  a que comunga, compartilha, divide espaço e que precisa fazer a diferença na e para a sociedade, senão será triturado na mesma proporção ou até mais.

Faz-se necessário o conhecimento das palavras, assim como dos seus significados,  e muito mais, o emprego de suas significações no mundo que diz buscar a contextualização e/ou se diz,  contextualizado.

As velhas estruturas se foram, mas continuam tão presentes como antes. Se bobear... Falar de anos, séculos, milênios já não parecem tão distantes... É assim com a História dos "outros" povos passados -  e presentes! -  se você acha que isso não lhe interessa ou que não tem nada a ver com tudo isso.

As "estruturas poderosas" um lembrete histórico: os negros escravos ou mesmo os servos não se deixaram sucumbir, não se calaram mesmos com castigos vários. As ideias e ideais iluministas propagadas ao mundo e suas consequentes transformações, inevitavelmente, ocorreram.

Hoje pode-se substituir o giz, o quadro, faltar cuspe ou mesmo o interesse de alguns. Os pensamentos tacanhos, frutos de uma estrutura podre e corroída do ter em detrimento do ser ou mesmo não estando presentes todos os requisitos necessários à mudança. Nada a impedirá, eis que também já existe outras linguagens, inclusive a de sinais, e assim novas ferramentas sempre surgirão a difusão das ideias e dos ideais, que continuarão e se propagarão da mesma forma. A menos que novamente coloquem seus protagonistas em troncos, grilhões,  mordaças,  os calem ou os levem a termo: com a morte!

A mesma mão que dá, afaga, protege ...  É a mesma que exclui, segrega, sucumbe... aprisionando o povo, com maior ou menor intensidade, sutilmente, sem que este perceba - como o  lançar do bote da serpente e/ou do predador a sua presa!
 
E mais uma vez,  repita-se:  A maior prisão do homem é o aprisionamento de sua MENTE.
Quisera o povo poder fazer diferente. A História está a mostrar. É só pensar,  refletir, analisar.

Post Scriptum:
* INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.
** Post/ Portal Exame de Ordem, sob o título: MEC prepara o desmonte do ensino jurídico Brasileiro.
*** SINAES - Sistema Nacional de Educação Superior.

Acórdão/IÍntegra do Voto do Min. Marco Aurélio a Constitucionalidade do Exame OAB exarado na sequência das páginas.

O erro não é de quem confia, e sim de quem mente

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Um certo estagiário

Fonte: Google Imagens
Certa vez ouvi a seguinte assertiva: Só há um consenso entre os historiadores! O de que tudo é história. E como tal, a afirmativa plenamente aceita. E, dentro dessa visão discute-se aqui,  e sob a luz da historiografia, acerca de mais um fato histórico interessante.

Sempre que se assiste a algum filme, notadamente drama policial, observa-se que em relação a determinado culpado, a suspeita primeiramente recai sobre a figura do Mordomo.

Na mesma linha de raciocínio, estudos revelam que, possivelmente, a causa da morte do Imperador francês Napoleão Bonaparte, preso e exilado na Ilha de Santa Helena, numa espécie de mansão-prisão inglesa, após perder a Batalha de Waterloo, Bélgica, em 18 de junho de 1815 para a Inglaterra, teria sido por envenenamento.

Peritos e estudiosos, constataram grande concentração de arsênico (veneno letal/mortal igual ao chumbinho ou similar, atualmente), substância largamente utilizada em pinturas da época, e detectada em fios de cabelos examinados e ditos como do famoso imperador, conduzindo inicialmente a um suspeito, o seu mordomo - e aqui não se discute a grave doença que ele sofria, razão de sua postura, suprimindo sempre o estômago. Pesquisas afirmam que sentia muitas dores, provavelmente por causa de um câncer.

Caso semelhante, porém, muito interessante. Ouve-se falar e já tornou-se motivo de brincadeiras é a de que no escritório de advocacia, qualquer erro, vacilo a qualquer pretexto, atribui-se as falhas a quem? Ao estagiário!

De forma que já se tornou comum entre amigos, colegas de trabalho ou de convivência, galhofas e risos a qualquer pretexto, não importando o segmento social em que surge o fato, atribuir-se-á o fato danoso, fortuito ou de embaraço ao mordomo e ao estagiário.

Obviamente que isso necessariamente não é de todo real, visto que erros e enganos não proveem somente destes ou daqueles. Todos, e em qualquer lugar, são vulneráveis, conquanto estes se tornaram "vítimas" tanto quanto os portugueses pelas piadas envolvendo-os.

Diferentemente daquele estagiário que estivera naquela escola. Sujeito jovem, bonito, carismático e com grande conhecimento de causa, digo, da matéria por ele recepcionada, e que de pronto conquistou a maioria dos alunos, sobretudo a professora regente/titular que via naquele jovem a energia que o tempo - e os alunos! - lhe furtara ou que insistia em mina-la com o passar dos anos de magistério.

Estagiário este, que utilizava de vários recursos para apreender a atenção dos alunos, onde muitos ainda resistiam em não lhe guardar ouvidos, o que para tanto até gritava palavras de ordem, próprias da sua juventude, arroubos e pueril experiência, diferentemente daquela professora que o próprio tempo e seus alunos a ensinaram ser metódica, cautelosa,  receosa e aulas pouco agradáveis,  talvez! 

Reflexões a parte, eis que o comportamento daquele jovem estagiário provavelmente não teria também agradado também alguns alunos, e aqui não se discute os reais motivos,  eis que todos - professores, alunos, cidadãos - são livres para se manifestarem acerca de tudo e, neste sentido também podem preferir aquela (professora) a este (estagiário).

De forma que, diante de comportamentos paradoxais ou de paradigmas diferentes - não em relação a matéria ministrada, base comum entre ambos - vem em baila a indagação e consequente reflexão:  Existe um modelo ideal, uma receita para se ministrar aulas interessantes? Como lidar com os adolescentes e suas vontades?

O que se pode concluir é que: É impossível agradar a todos, o tempo todo. Nem Cristo agradou! O importante é discutirmos os fatos, e assim construirmos conhecimentos, reflexões, possíveis inferências e transformações na sociedade.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Educação: Uma responsabilidade de todos


Em recente matéria publicada (10.07.2011) intitulada Precisamos de educação diferente de acordo com a classe social assinada pelo jornalista Gustavo Ioschpe da Revista VEJA, o referido jornalista disparou: [...] No fim do artigo do mês passado, lancei aos nossos congressistas uma sugestão: que façam uma lei determinando que toda escola pública coloque uma placa de boa visibilidade na entrada principal com o seu  *Ideb. A lógica é simples. Em primeiro lugar, todo cidadão tem o direito de saber a qualidade da escola que seu filho frequenta [...].

Sob esta ótica, realmente, os pais carecem saber do desempenho da escola em que o seu filho frequenta/estuda, sobretudo, no amplo acompanhamento, eis que é também é parte.

A escola, por si só, não poderá ser responsabilizada pelo mal desempenho de um em detrimento de todos os segmentos que fazem a educação e, sobremaneira, o que mais aflige a Escola Pública, são os problemas sociais que desembocam dentro dela, bem como os parâmetros para aferição pelo Ideb, eis que não considera problemas familiares, emocionais, afetivos, orgânicos e/ou psicológicos, entre outros, por que passam muitos jovens brasileiros e que são sublimados pela falta de interesse, desobediência, agressividade, violência,  indisciplina,  principalmente pela maioria, constatado quase que diariamente pelos noticiários,  e estes,  ofuscados pela própria sociedade dificultando, sobretudo,  o  aproveitamento e/ou rendimento escolar e estatístico dos alunos.

O discurso nos remete a reflexão: educação diferente porque os contextos são diferentes? Educação diferenciada que exclui? O mundo globalizado é competitivo para quem? A quem interessa a educação paternalista e excludente? Dentro do processo de globalização que mão-de-obra deve-se preparar? Tratar os iguais com igualdade e os desiguais na medida em que se desigualam é um princípio da isonomia do direito para todos, e sua exceção é tão somente para indicar uma deficiência e não com o fito de negá-la.

A escola é reflexo dos seus agentes, pacientes e terceiros interessados em implementar uma boa educação, com qualidade, equidade e de forma a preparar cidadãos conscientes e, consequentemente,  participativos e livres.

A escola que queremos deve preparar indivíduos de forma igualitária,  independente da condição social, ou qualquer outra por mais privilegiada que seja, sob pena de se resvalar na discriminação e na desigualdade que impede de todos ascenderem socialmente. Imaginar que o jovem da periferia não possui condições de suplantar as dificuldades e alcançar patamares superiores já o empurra para a margem.

Educação não se faz de "Gabinete", tampouco comentário sem conhecimento de causa ou fundamentação à sua prática a tornará inócua ou simplista demais, enquanto academia e na construção complexa do conhecimento. E, assim não o é. O profissional da educação, diferentemente de outras áreas do conhecimento, tem que buscar sistematicamente atualizações, até porquê se não o fizer não terá o reconhecimento em seu contracheque.

Uma escola compromissada com a educação não teme uma placa com o seu desempenho no Ideb, como sugere o referido jornalista, mas o estímulo a se reinventar ao alcance de bons e/ou ótimos índices;  porém, repita-se que todos são responsáveis, inclusive na conscientização de todos,  mister dos veículos de comunicação.

Ademais, contextualizar as realidades asiática (China) com a  brasileira (estados e o DF) é desconhecer, no mínimo e em prática,  o que realmente acontece no interior e quotidiano das salas de aula, tendo em vista que em outra oportunidade, a mesma revista sugeriu mudança nos procedimentos da escola, sob o título: "Aula Cronometrada" (23.06.2010) assinada por Roberta de Abreu Lima, referindo-se a perda de tempo do professor em sala em detrimento do aluno, como se ali não se lidasse com pessoas, sentimentos vários, responsabilizando tão somente aquele, oportunidade ímpar dos profissionais da comunicação de fazerem  laboratório na Rede Pública de Ensino  "in loco" para  melhor tecerem suas considerações "in casu".

E como já dizia Rubem Alves em sua Obra: "A aprendizagem e o ensino são um empreendimento comunitário, uma expressão de solidariedade. Mais que prender saberes, as crianças estão aprendendo valores". Obsta-se críticas infundadas. Insta-se conhecê-las já!

* Ideb - Índice de desenvolvimento da educacão básica - escolas públicas brasileiras nas séries finais (Ensino Fundamental e Médio)

Renascimento comercial e urbano

Feudalismo

Ascensão da burguesia










  
Cidade Medieval, Moinho



Renascimento artístico e cultural

El triunfo - Rafaello Sanzio
Monalisa - Leonardo da Vinci
Virgem com o menino - Sandro Botticelli



                                


10 grandes mentes do Renascimento

Criação do Homem - Michelangelo

domingo, 18 de setembro de 2011

Reconhecendo o Brasil

 
Video-documentário da exposição "Minas Gerais redescobre o Brasil". Em 2002, o empreendedor social Diego Gazola, estudante de publicidade e propaganda, realizou uma viagem pelo norte e nordeste do Brasil em busca de respostas para questões que ele não havia encontrado nos livros didáticos durante sua infância. O resultado foi uma pesquisa antropológica amadora que deu origem à exposição bilíngüe e composta de três instalações, uma delas com a exibição do video-documentário.
Este trabalho foi a semente da consultoria Muda de Ideia.
www.MudadeIdeia.com

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Faça a diferença!

  Você não gosta de casamento gay? Não se case com um. Não gosta de abortos? Não faça um. Não gosta de sexo? Não faça. Não gosta de drogas? Não use. Não gosta de pornografias? Não assista. Não gosta de álcool? Não beba. Não gosta de ver seus direitos subtraídos? Não subtraia os dos outros.
  Mas, respeitando os direitos, as diversidades, principalmente as culturas de todos os povos e nações, certamente construiremos uma sociedade mais justa, igualitária e uma ampla cultura de paz.    
  Pense nisso!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sob a luz da historiografia

11 de abril de 2011

Ao trazer o tema, objeto da apreciação, confesso que os autores, Duca Rachid e Thelma Guedes, da novela Cordel Encantado, exibida pela Rede Globo, foram felizes ao abordarem, com  leveza, a adaptação de fatos históricos para a televisão, conduzindo o telespectador a  uma, inevitável, viagem pela História Geral e, em especial, pela do Brasil, contextualizando-as, sutilmente, eis que inserem assuntos atuais para contrastar (O Homem da Máscara de Ferro), a figura do Mordomo, mau caráter e  sempre responsável por tudo em toda boa história, a inferência da Igreja Católica, a do povo e a força do Amor dos personagens de Jesuino e Assusçena/Aurora, remontando a história de Romeu e Julieta ou A bela adormecida e seu príncipe.

O folhetim exibido no horário das 18 horas traz em seu bojo, a história dos Reinos Europeus -  tendo como  referência,  Grécia e Roma as Unificações destes (as)pelo casamento de seus filhos, constatada pela  União luso-espanholaou nas Guerras de Conquistas e Invasões Bárbaras, representadas por Seráphia, do Norte e a do Sul  ou como numa história mais recente pela Guerra de Secessão (EUA) e Brogodó (sertão do brasileiro) numa analogia ao Brasil Colônia.

Retrata o Movimento do Cangaço ou a história de Lampião, o Rei do Cangaço (o Capitão e seus seguidores e/ou Lampião e sua Maria Bonita), considerado "herói justiçeiro" para uns, mas "bandido malfeitor" para outros, contra a opressão do dominador: o Coronel, próprio do Coronelismo no sertão nordestino,  representado pelo grande proprietário de terras (personagem, Timóteo Cabral) que faz sua política, dominando o prefeito (Patácio) e o delegado (Batoré), os covardes, impondo sua vontade contra todos, criando a sua própria lei, ou seja, nos conchavos entre "poderosos" em detrimento  dos mais fracos e oprimidos.

Vale ressaltar, a abordagem do Messianismo, na figura de Antonio Conselheiro,  representado pelo Profeta Miguézin, fazendo alusão ao líder espiritual da  Guerra de Canudos, no sertão baiano. No seguimento social, a vida do Caixeiro Viajante no personagem  de Farhid, Said ...e suas mulheres (rabos de saia) em cada cidade que chegava, bem retratando o indivíduo que fazia de tudo, do modesto comércio de mercadorias a prestação de  pequenos serviços (barbeiro, dentista, enfermeiro, animador... mascate) a população carente.

Ademais, resgata a própria Literatura de Cordel que abrilhanta a nossa Cultura Brasileira nos personagens dos irmãos (Quiquiqui e Setembrino) quando criam cordéis para retratar ou impressionar os demais da novela, inclusive na disputa pelo amor da professorinha da história (Teinha), sem desprezar a abertura (com mandacarus,  família dos cactos, denotando firmeza ante a aridez do sertão e a perseverança do povo simples, mas batalhador, nordestino (na figura da maioria, brasileira), na beleza dos figurinos, do cenário, das falas e estereótipos, das locomoções da  época, da utilização do cavalo em viagens até à aparição, pelo uso, do zepelim, protótipo do avião, hoje comercial e largamente utilizado. Enfim, a procura por um Salvador da Pátria,  -  desejado por todas as nações! - e a esperança na solução dos problemas da sociedade.

Admito que, as vezes, tenho um olhar crítico, cético, reticente e, até conservador quando se trata de determinadas exibições novelescas de canais abertos, pelas abordagens apelativas de algumas proposições e, por acreditar que como tal, deveriam ter o cunho educativo, reflexivo e não objeto de estímulo vários ou lascivos para aquele que, desprovido de consciência ou qualquer sapiência (Maria vai com as outras), leva a sua vida pautada em modelos sugestionados pela sociedade (direta e indiretamente) como parâmetros de ideais e tendo nos veículos de comunicações, verdadeiros mediadores dessas roupagens (senso comum), desprezando quase que totalmente outros valores, outras acepções e/ou percepções.

Por fim, poucas foram as vezes, em que um canal televisivo trouxe a baila, algo tão suave e gostoso de se ver, apreender e aprender com o seu  enredo (variado!) - e descrito pela História.

Parabéns aos seus idealizadores!

Os telespectadores, agradecem.


E mais:

O papel da Escola

Escola: Pública ou Privada
Ampliando os horizontes
"A pior escravidão não é, somente, a do corpo, mas também a da Mente"!  Esta, inviabiliza qualquer possibilidade de reação ou de rompimento do ser com qualquer sistema desigual. É cruel, opressora, dominadora em qualquer sociedade e/ou  para com qualquer  indivíduo.

A Escola, sob o pálio do Estado ou não,  pelo papel que representa na e para a sociedade tem o poder  dever de levar o conhecimento amplo e irrestrito a todos os brasileiros, indistintamente,  de modo e visando a sua inserção social com igualdade de oportunidades na conquista de ideais e objetivos, liberdade de pensamento e de expressão ao alcance da cidadania. Não recebendo nenhuma outorga de direitos, a dirigir os destinos da Nação.

A boa Educação  liberta,  amplia horizontes e expectativas - o contrário, Escraviza e Restringe Direitos!
E então, livre-se das amarras que o aprisiona!!!

Gaiolas e asas

Educadores e Educandos

Familia e escola:
O inicio de uma boa educação


Não basta ser pai, tem que participar. Da mesma forma Professor "imbecil" é aquele que tenta fazer com que seus alunos percebam o mundo segundo sua visão, diferentemente do "MESTRE", que incentiva-os em suas próprias reflexões".

Não menos tolo é o profissional que não percebe a inteligência do seu discípulo e o trata como tal - Tampouco é o pai que pensa não ter nada a aprender com o filho, conquanto em situações análogas,  usufruí-las recomenda-se: cautela.

Educação é trasmissão de conhecimentos e experiências vivenciadas...

sábado, 20 de agosto de 2011

A paixão pela profissão

Em recente entrevista ao Programa Jô Soares, o piloto Ivan Sant'anna descreveu os erros mecânicos e humanos mais comuns e como se poderia evitar tragédias, como as que têm ocorrido nos últimos anos na Aviação Civil Brasileira,  e o que se tem feito para coibi-las ou minimizá-las já que pouco ou quase nada,  pilotos e co-pilotos,  podem fazer para reverter situações análogas.
 
Defende também a participação de todos quando da percepção de algo incomum durante o voo, como por exemplo, a posição do sol em relação a aeronave e seu destino, eis que o piloto pode incorrer adversamente - admite que essa percepção pode ajudar e, portanto, deve ser comunicada sempre, no instante e por qualquer um - eis, que o pensamento do comandante ou qualquer outro operador é a de que será capaz, e a qualquer momento, de romper obstáculos emergenciais, e muitos se consideram semideuses diante da máquina - posicionamento divergente de corrente majoritária e responsável, primando-se pela cautela.
 
Faz considerações acerca de estatísticas sobre os desastres aéreos e da  segurança nessa locomoção em relação a outros meios de transportes mais utilizados ao tráfego comercial e/ou de pessoas, contudo, enfatiza a comoção nacional diante de tragédias aéreas e do grande impacto na sociedade.
 
Preambula sobre a profissão e a vocação daqueles apaixonados pelo seu objeto de desejo profissional,  o avião - quase numa deformidade genética! diz, a exemplo de outras profissões e de profissionais. Ao ouví-lo/assisti-lo pude ratificar e compreender o que aconteceu com meu sobrinho. A família percebeu desde tenra idade a sua escolha, a partir dos brinquedos e do que mais o atraia quando criança.
 
A visão da terra, do espaço e a possibilidade de navegação, seja pelo o uso de um telescópio, simulador de voo, aeromodelismo ou como profissão desejada e/ou escolhida.  Hoje, o sonho dele já virou realidade para orgulho dos familiares.

É de sua autoria, onze Obras voltadas para a Aviação Civil.
Vale a pena conferir!



Saber mais:


sábado, 6 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Midia e Imprensa brasileira: Que poder?!


A quem depositar nossas esperanças?!

Quão longínquos dias, a sociedade depositava na mídia/imprensa brasileira a esperança de um (pasmem...quarto, quem diria!) poder: o de fiscalizar, denunciar, criticar, participar, discutir, esclarecer, contribuir com a sociedade.

Quantos brasis interessam aos poderosos? A globalização real ou a cultura do colonizado, segundo visão  e interesse do seu colonizador?

Acorda Brasil!!!

sábado, 30 de julho de 2011

Sonhos: Reais ou ideais?

Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetrável e inexpugnavelmente nosso (Fernando Pessoa)


Os sonhos são para serem sonhados; porém, os sonhos que não são experimentados, somente, serão sonhos do inconsciente e, sob este aspecto, Freud os justificava como sendo, desejos reprimidos.


O sonho é a descarga do inconsciente, conquanto necessários na criação da realidade consciente e concreta. É como no verso do poeta, e canção, quando diz:

 "Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida..." 


Então...
Sonhe!!!


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Viciado equilibrado?!

Em recente entrevista ao jornal Correio Braziliense (17.06.11), o Ex Presidente FHC, quando questionado acerca do uso  e da descriminalização da maconha, disparou: "Sempre uso o seguinte exemplo: gosto de vinho, tomo quase todas as noites. Se tomar no almoço, prejudica meu trabalho. Se pedir uma taça pela manhã, me levem para o hospital, pois estou doente. O mesmo vale para a maconha. Se a pessoa fumar o dia inteiro, vai ter problemas psicológicos", enfatizando o uso com racionalidade, equilíbrio... em oposição ao percebido em viciados.
   
Pergunta-se: Será possível, um viciado falar, pensar ou usar o seu objeto de vício com racionalidade e equilíbrio? Ou será que com os intelectuais a coisa é diferente? Será que o segredo é estudar? Porque não é como se apresenta o "problema" na sociedade. O indivíduo torna-se passível de cuidados  médicos/psicológicos, exatamente por não conseguir esta "racionalidade" e esse "equilíbrio" e,  inclusive é considerado um doente e/ou caso de saúde pública e pronto atendimento  para o seu restabelecimento - quase sempre, não percebe que é dependente e acha que tem o controle da situação.
   
Talvez, estudar e/ou ser um intelectual possa ajudar a entender o discurso falacioso de alguns, sobre algumas coisas, em algum lugar ou simplemente para refletir acerca das atitudes... de alguns, quem sabe.
   
Felizmente, a resposta veio de imediato, no mesmo veículo de comunicação, com o célebre título em destaque: "FHC quebra tabu e assusta especialistas".
   
Infelizmente não sou especialista nessa área, mas observadora e sei que o uso da maconha, comumente, é porta de entrada para outras drogas mais pesadas.
   
Tenho racionalidade, equilíbrio, educação (discernimento) e já sou uma quase "intelectual".
Todas venias, senhor FHC!
   
Obrigada, Senhor! por me conceder entendimento.


Saber mais:

Por uma questão de cidadania

Estou tentando entender!
  
O TCDF (Pres.) ao analisar as contas dos governos do DF passados, relativas a 2010, aprovaram as despesas do então governador J. R. Arruda por voto de desempate e, ao ser questionado a aprovação, alegou que só a fez porque teria que atender a um lados...desempatando-os, contrariando assim, o entendido/analisado em 2009 pelo Egrégio Tribunal e o mesmo governo, cujo Relator, já havia apontado irregularidades e pontos bastantes obscuros e/ou controversos à prática pública.
  
A mim, a explicação dada a mídia/imprensa parece bastante simplista ou no mínimo estranha, não? Afinal, voto de minerva (desempate) não é, exatamente, por  termo ao processo, verificando o que, ou com quem está a razão e o equilíbrio, apreciação e lisura? Não havia precedentes? Valeria, ao meu ver, pelo menos mais amplitude nas discussões. Claro, antes da votação. Mas, ao contrário, foram APROVADAS! ressalvando-se as (contas) dos seus interinos/sucessores - enquanto ele estava afastado - por apresentarem as mesmas características das anteriores, quais sejam, as de 2009,
  
Alguém me ajuda, ai!!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

domingo, 22 de maio de 2011

A história da Educação no Brasil

Lamentável constatar o desinteresse, notadamente do Estado Brasileiro, no trato da questão "Educação". 
Em todos os pontos e níveis do ensino público do país não há a preocupação, ou pelo menos não se verifica, investimentos ou interesse para sua melhoria.

Imaginar que só por meio da educação semeada é que se vislumbra novas possibilidades e perspectivas de mudanças, consciência e de desenvolvimento de um país e que todos podem se  salvar da sucumbência iminente.

Depoimento de professora em Audiência Pública.

Duda é o seu nome

Presentão!!!Ganhei no dia 12 de maio de 2011, linda cadelinha maltês, adulta, amável, educada e que trouxe, e está proporcionando muitas alegrias a todos da família. Realmente, os animais têm muito a nos ensinar. Lealdade e companheirismo não lhes faltam. Tudo de bom!
  
Ela não veio para substituir a Lili, mas trazer consolo e alegrias, eis que a separação/perda prematura deixou uma grande lacuna de tristeza em todos pelo breve convívio. 
  
Não duvide que o cão é o melhor amigo do homem e nem sempre a recíproca é verdadeira!!!





Duda, você faz parte da nossa família a partir desta data! Seja bem-vinda a este LAR.

                                                                                          Ass. A sua Família.